<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404</id><updated>2012-02-16T18:09:13.655-02:00</updated><category term='sentimento'/><category term='atos'/><category term='sonho'/><category term='melhor'/><category term='Nossos quartos são campos de batalhas e não cenário de filme de amor.'/><category term='porque mulheres sofrem'/><category term='#personal'/><category term='arco-íris'/><category term='pensamentos'/><category term='solidão'/><category term='indeterminação'/><category term='cartas para charles'/><category term='homem ideal'/><category term='Que se finde a vida quando acaba o amor'/><category term='charles'/><category term='coragem'/><category term='inverno'/><category term='cor'/><category term='série'/><category term='amor'/><category term='alegria'/><category term='contagia'/><category term='eight days a week'/><category term='palavras'/><title type='text'>Escassez</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>157</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8955483400342013039</id><published>2011-12-08T11:48:00.001-02:00</published><updated>2011-12-11T18:11:27.024-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartas para charles'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='charles'/><title type='text'>Cartas para Charles V</title><content type='html'>Charles,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dezembro chegou com o tilintar dos sinos e decoração natalina. Aqui nenhum pisca-pisca se atreve a mostrar sua luz, quando tudo é completa escuridão. Agora que tudo vai acabando eu me pergunto porque é que dezembro mora no fim. É o fim de tudo. Do ano, da primavera e de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles, não tenho mais resistência para ficar andando contra o destino. Ele sempre irá me levar para o mais distante de ti, ainda que você more dentro de mim. Não sei mais por quanto tempo eu poderei aprisionar todas essas lembranças comigo, mas sei que elas vão se esvaindo, perdendo a cor, o cheiro e a textura. São agora meros borrões dos dias que passei contigo, das músicas que ouvimos, das flores que me entregou. E por falar em flores, nem mesmo elas resistiram à sua ausência. Tentaram florir, morreram secas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe, Charles, você deveria ter me dito quem você realmente era. Que gostava de sorvetes de creme, de dias de sol, de camisas xadrez e de não pertencer a lugar algum. Eu teria me adaptado, me preparado e aceitado mais. Outro dia me atrevi ir até o portão; a rua estava desértica, os vizinhos, eu acho, se mudaram todos. Por desprezo ou respeito ao luto de solidão que instaurei por aqui. Talvez tenham apenas aceitado que o meu cenário se constrói com solidão. E foi você quem colocou o primeiro tijolo desta obra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu olho para o céu à noite e peço baixinho para que em qualquer que seja o lugar que estejas, tu olhes também. Compartilhar esse mesmo céu, me faz perceber que ainda nos pertencemos, mesmo que por tão pouco. Ainda olhando para o céu, eu vejo como o mundo é imenso. Pensar na imensidão do mundo me faz pequena, Charles. Isto acontece quando eu visto suas roupas e fico sobrando dentro delas, quando meu corpo não preenche toda a cama ou quando estou no alto de uma montanha e tudo parece pequeno demais aos meus olhos. Mas houve um espaço em que eu cabia. Eu me encaixava por entre seus braços e acreditava que o mundo é que era pequeno. Porque eu e você, Charles, sempre fomos grandes demais, até para nós mesmos. E foi aí que nos sufocamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que é dezembro e tudo vai findando, eu desculpo nossos erros. E que o mundo nos desculpe também. Sei que foi errado acreditar que nós poderíamos mudar alguma coisa ou tentar amar todo o amor do mundo. Mas, meu querido, é típico de nós. Nossa mania de grandeza nos devastou, nos levou para o deserto enquanto buscávamos o mar. Percebemos um pouco tarde que aquela visão de mundo que tínhamos era apenas miragem, pobre de nós. Tão reféns do destino, tão vítimas do acaso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles, eu fui acabando com tudo aos poucos porque não sei lidar mais com nada que seja tão arrasador. Eu deveria ter feito tudo de uma vez, agora no fim eu vejo o quanto tudo isto me custou, mas sei que não poderia ter sido de outra forma. Nós merecíamos esse fim: calmo; mesmo que nunca soubemos ser assim. Sabe, meu amor, eu nunca soube como eu &amp;nbsp;poderia deixá-lo partir, mas também não posso mais escondê-lo do mundo dentro de mim. Eu não posso me arruinar mais por um pouco mais da tua dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se todos os nossos erros nos condenaram até aqui, então talvez seja esse o fim mais justo. Sem nós, apenas eu e você. Eu me pergunto para quem escrevo, sabendo que estas cartas jamais tocaram suas mãos. Porém, estas palavras são tuas e não devo guardá-las comigo. Que o destino esparrame-as &amp;nbsp;por aí, que elas jamais façam sentido juntas e que não sirvam para desencorajar aqueles que se&amp;nbsp;prostram à&amp;nbsp;diabólica mania de se amar. Só porque gastamos todo o amor do mundo, não significa que não tenha restado nenhuma migalha. Só não quero mendigá-las. O fim não é como dizem: amargo ou doce demais. É apenas sem gosto. Destemperado. Charles, será pra sempre nosso a primavera que trazia as flores para de volta dos galhos, o sol que voltava após a chuva e a paz que surgia em um abraço depois de nossas brigas. Charles, serei pra sempre sua, mas de uma maneira só nossa. Esqueça-me, pois é o que farei após o ponto final desta frase.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Nunca mais minha,&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;Serei sempre tua.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8955483400342013039?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8955483400342013039/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/12/cartas-para-charles-v.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8955483400342013039'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8955483400342013039'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/12/cartas-para-charles-v.html' title='Cartas para Charles V'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-398359994265849580</id><published>2011-11-28T13:55:00.001-02:00</published><updated>2011-11-28T14:37:21.268-02:00</updated><title type='text'>Sobre mortes e suicídios de nós</title><content type='html'>Não houve falta de amor. Se houve um pecado, talvez tenha sido pelo excesso dele, mas não por falta. Nos amamos demais de uma maneira desmedida, sem grandezas ou diques para nos conter. Você e eu não tivemos grandes alternativas; ou nos entregávamos de vez ao que sentíamos ou morríamos. Triste pensar que, no fim, qualquer uma das opções nos levou até a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre gritei de mais e você ficava no seu silêncio escutando. Eu calava e você falava baixinho e apressado para que eu escutasse tudo o que você precisava dizer. Não sabíamos nos comunicar verbalmente. Tentamos a linguagem dos olhos, das mãos, do abraço e dos &lt;strike&gt;patéticos&lt;/strike&gt; corações. Nosso maior erro, meu amor. Foi aí que nos sentenciamos, foi aí que nos suicidamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pulamos juntos do mesmo prédio e caímos diversas vezes no mesmo chão. Seguíamos pelas mesmas estradas sem nunca traçar nossos trajetos; não demos em lugar algum. Afogamos no mesmo mar, mas sempre houve alguma barco para nos salvar. Nos agredimos quando não conseguíamos lidar com tudo isso; ainda assim sobrevivemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi aquele maldito destino que nos afastou. Você encontrou seu trajeto e eu aprendi a não gritar. O silêncio foi perturbador, eu sei que sim. Ficar perdida sozinha não tem a mesma graça. Não tenho braços para me abrigar ou mãos para segurar as minhas quando o caminho se torna assustador, e tudo por aqui me assombra. Meu amor, nós dois finalmente encontramos a morte. Após tantas quedas, água nos pulmões e arranhões na pele; morremos pela ausência. Nos suicidamos da forma mais sutil e ameaçadora. Matamos o amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-398359994265849580?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/398359994265849580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/sobre-mortes-e-suicidios-de-mim.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/398359994265849580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/398359994265849580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/sobre-mortes-e-suicidios-de-mim.html' title='Sobre mortes e suicídios de nós'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-4059001341163009513</id><published>2011-11-21T22:45:00.000-02:00</published><updated>2011-12-02T17:21:16.025-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nossos quartos são campos de batalhas e não cenário de filme de amor.'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série'/><title type='text'>Quarto nº 30</title><content type='html'>Olho duas vezes antes de abrir a porta e entro no seu carro sem hesitar. Passo o cinto, mudo de música, te dou um olá e mexo no celular. Agora sem mesquinharia ou falso pudor, você me olha com indecência e diz que meu perfume é muito doce. Aumento o volume do rádio e finjo que você nunca disse nada. Você tenta falar sobre o que eu estava fazendo, digo que é tudo muito confuso e assim encerra-se o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante todo o caminho você derrama os seus problemas em meus ouvidos. Tento prestar atenção e te olho algumas vezes demonstrando interesse. Você me beija sem carinho e eu arranho suas costas em protesto. Pergunta o que quero comer e respondo que não tenho fome. Reclama da minha cara pouco satisfeita e diz que meu cabelo está legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele quarto de beira de estrada é bem o nosso cenário. Nada de muito luxo, mas sabia enquadrar-se em nós muito bem. Você agride o meu corpo contra a parede e eu cravo os dentes no seu ombro sem remorso. Tudo bem. Encontramos um lugar mais seguro e confortável para a nossa disputa e você acaba ganhando no fim. Como sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me deito em seu peito, sem nada falar, e deixo que mais uma vez você fale incessantemente. Com algumas perguntas, você tenta me fazer sair do silêncio, meio monossilábica deixo tudo como está. É uma boa sensação quando você brinca com seus dedos na minha coluna. Parece até que nós dois sabemos ser sutis, pena que por pouco tempo. Eu brinco com os poucos cabelos do seu peito, e deslizo minha mão sentindo sua respiração, agora lenta e pacífica, enquanto me esqueço do que estou deixando para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu queria poder falar de uma vez tudo que vem sempre me calando. Mas, nunca soube expor muito bem, acabaria mentindo. E combinamos de ser sinceros. Agora você se cala e eu volto falando por todo o caminho. Te conto sobre minha infância bem vivida, meu agitada vida-amorosa-adolescente, minha seletiva escolha de parceiros na atualidade. Você não fala muito enquanto dirige. Acho que algo deu errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um beijo no alto da testa e um sorriso de despedida com a promessa de que está tudo bem. Penso duas vezes antes de te dar um tapa na cara e sair do carro. Seria mais prudente. Sem carinhos ou falso sentimentalismo. Típico de nós. Olho em teus olhos e fecho a cara, bato a porta do carro atrás de mim e caminho sem olhar para trás. Fique assim até o próximo quarto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Dá série: Nossos quartos são campos de batalhas e não cenário de filme de amor.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-4059001341163009513?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/4059001341163009513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/quarto-n-30.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4059001341163009513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4059001341163009513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/quarto-n-30.html' title='Quarto nº 30'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6060050064525623775</id><published>2011-11-21T21:06:00.001-02:00</published><updated>2011-11-21T21:17:59.311-02:00</updated><title type='text'>O último tango na cobertura.</title><content type='html'>Hoje é noite estrelada e sei que temos uma encontro na cobertura da torre mais alta da cidade. No meu vestido vermelho, te espero sentada no chão, ainda que eu esteja com roupa de gala. Bebo um uísque, fumo dois cigarros e não me importo se essa falta de compostura não combina com a ocasião. Até mesmo bailarinas descem das pontas, às vezes. Você chega de smoking, sapato engraxado e cabelo de lado, bem alinhado. Puxa-me em um só golpe para que eu caia em seus braços; você, o melhor de todos os precipícios dos quais pulei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem música ou convite, fazemos o que resta a fazer: dançamos um tango argentino. O corpo fala por nós e os movimentos são poucos singelos. Hoje também é nossa última dança e, contudo, é a mais bela; seja por nos empenharmos por ser o fim, ou porque é triste. Sabemos que a tristeza é cenário para todos aquelas filmes que costumávamos ver, por isso são tão bons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu vou cair do prédio mais alto da cidade, porque seus braços não vão mais me alcançar. Mas, por enquanto, só me resta dançar o último tango argentino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6060050064525623775?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6060050064525623775/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/o-ultimo-tango-na-cobertura.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6060050064525623775'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6060050064525623775'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/o-ultimo-tango-na-cobertura.html' title='O último tango na cobertura.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2524270027263812523</id><published>2011-11-16T21:02:00.000-02:00</published><updated>2011-11-19T00:30:05.409-02:00</updated><title type='text'>Também não sei amar</title><content type='html'>Eu nunca aprendi a andar e tô sempre querendo correr. Caio sempre em seus braços e me arranho nos teus espinhos. Um ou outro ferimento eu me preocupo em colocar band-aids, naqueles que me estampam a pele toda, eu deixo em carne viva. Que ninguém nunca duvide que amar dói, mas que todas essas coisas podem se curar. E você nem se importa em me abraçar enquanto eu sangro esse nosso amor. E me machuco ainda mais quando passa as mãos por minha pele na tentativa de fazer as feridas estancar. Somos um desses casais que se ferem porque nenhum dos dois sabe lidar com sentimentos. Você me esmaga no teu peito de vendaval e eu o afogo com minhas crises de tempestades, e tudo bem se juntos arruinarmos tudo. Na manhã seguinte tem sempre promessa de calmaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esses nossos lampejos não cessarem, sabemos que continuaremos bem. Na ideia do comodismo, acostumamos até mesmo com o que nos faz mal. E nada me faz tão mal quanto você, assim como a fumaça do seu cigarro. Sei que nesse nosso caos alguma coisa vai se perdendo, eu só espero que não seja o que nos mantém assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei bem o porquê, mas acho que é nessa nossa agressão que eu não me entendiei como tantas outras vezes. Não me canso, tô sempre em destruição e reconstrução. Tenho medo quando nos toleramos, quando tua mania de falar demais e a minha de escutar de menos não nos incomoda. Tenho medo quando você se deita e me abraça feliz porque não brigamos durante o dia. Quase que adoeço quando completamos mais um aniversário do nosso relacionamento, tudo vai bem demais... Não somos assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você comete o crime de ignorar minhas mensagens e se atrasa para o jantar. Chega sem dizer muita coisa, e vai logo pedindo o prato principal. Queria os aperitivos acompanhados de um elogio, depois o prato do dia. Fica de cara fechada e eu escuto por muito tempo o seu silêncio. Te pergunto carinhosamente se tá tudo bem e me respondes secamente. Te faço um carinho por debaixo da mesa e olhas para o lado. Tudo bem, respiro mil vezes, tudo está bem. E então desabo. Desespero. Entro em pânico. Começo a rejeitá-lo, escondo-me no silêncio e na rispidez. Tu me adulas, me &amp;nbsp;trata bem, me chama de linda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhemos as palavras, agredimos um ao outro. Terminamos bem nossa noite. No descaso, no desespero. Meio bêbados e após o último cigarro, nos deitamos sem nos falar. Acordamos no meio da madrugada, sem nada dizer, me aconchego em teus braços e sei que lá reside a promessa de calmaria... Mesmo com tantos estragos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2524270027263812523?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2524270027263812523/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/tambem-nao-sei-amar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2524270027263812523'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2524270027263812523'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/tambem-nao-sei-amar.html' title='Também não sei amar'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1177589954454532210</id><published>2011-11-15T19:51:00.001-02:00</published><updated>2011-11-15T20:24:24.278-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Que se finde a vida quando acaba o amor'/><title type='text'>Do outro lado da cidade, do alto do prédio.</title><content type='html'>O cenário era quase o mesmo do outro apartamento, não fosse os papéis jogados ao chão com algumas palavras rabiscadas. Passara seus dias sentados na cadeira, sob café e nicotina, consumiu as últimas folhas de seu bloco dedicado a poesias. As palavras iam e vinham, e tudo que ele conseguia escrever se resumia a "amor, que coisa tola que tantos adoecem e enfraquecem."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não saíra para ver o sol ou nenhum de seus amigos. Sua vida se resumia àquela dona do apartamento do outro lado da cidade e desde que ele se fora, tudo perdera o interesse. "Eu devo voltar. Não, preciso deixá-la feliz, preciso ser forte." Nenhum dos dois sabiam ser fortes separados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;"Está me sufocando toda essa sua necessidade de mim [..]. Engula tuas poesias ultrarromânticas e acabe de vez com esse pessimismo, a vida não acaba quando eu não estou contigo."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Ela estava errada, tinha de estar. Sim, a vida dele acabou desde que ele pegara suas coisas e deixara aquele apartamento. "Vida?" Viver não era aquilo. Manter-se vivo não era viver, isto era sobrevivência, sobrevida. Viver era sorrir por vê-la dormir serena. Viver era sentir o toque das mãos macias sobre o corpo dele. Viver era estar junto à ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 andares. Estava no topo do edifício e seria uma queda rápida. Ele era poeta, não físico ou matemático, mas sabia que cairia com impressionante velocidade, e ainda sendo poeta e não médico, sabia que findaria sua vida. Não, ele não poderia entregar uma morte nas mãos delas só porque ela não o amava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não contestara nenhuma das palavras agressivas dela. Na verdade, em nada a atitude dela o surpreendeu. Sempre a considerou livre demais para que acabasse aprisionada à um poeta. Sabia que qualquer dia ela se cansaria dele, como tudo o mais em sua vida. Cansou-se da mobília, ele trocou; cansou-se do bairro em que morava, eles mudaram; cansou-se da padaria da esquina, passaram para àquela duas ruas abaixo; cansou-se dele. Ele a amava, como a fonte de toda a dor e amor que inspiravam seus poemas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Eu vou até ela. Vou dizer que não, eu não consigo. Sou fraco, eu amo, sim! E como todos que amam, eu sou tolo. Eu faço poesias porque não sei amar de outra forma, gosta da melancolia porque me trás conforto que é só o sorriso dela que me faz feliz, nada mais. Não, eu não posso. Fazer-me de infeliz é uma coisa, torná-la infeliz comigo é outra. Sem o sorriso que desperta a primavera, nem mesmo eu conseguiria ser feliz."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dor o atingia de tempos em tempos. Se lembrava da face dura com que sua amante&amp;nbsp;locutora lhe dizia todas aquelas palavras. Era impossível não se lembrar o quão bela ela ficava, mesmo irada. Toda aquela postura de dona-da-própria-vida, aquela certeza no olhar que só ela tinha. Nenhuma outra mulher sabia ser tão autêntica ou decidida como ela. Só por isso, só por aquelas palavras sinceras, que ele não insistira. Que ele não lutara. Ele gostava de tristeza, mas sabia que ela amava ser feliz. Não seria ele que a tornaria assim..Era melhor ele deixá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20 andares. Tudo que tinha que fazer era se jogar. A vida se acabaria em poucos segundos. Chega de dor, chega de tristeza. Ele a amava ainda... "Uma semana. Se dentro de uma semana essa agonia não passar ou ela me aceita ou eu morro. Das duas opções, ambas são mortes. Morrerei de amor: com ela ou por ela."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;b&gt;- Da série: Que se finde a vida quando acaba o amor.&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1177589954454532210?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1177589954454532210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/do-outro-lado-da-cidade-do-alto-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1177589954454532210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1177589954454532210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/do-outro-lado-da-cidade-do-alto-do.html' title='Do outro lado da cidade, do alto do prédio.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2959870974427533748</id><published>2011-11-12T18:23:00.001-02:00</published><updated>2011-11-12T19:07:06.435-02:00</updated><title type='text'>O demônio das onze e dez.</title><content type='html'>A gente comemorava o natal na páscoa e trocávamos chocolates no natal. Eu vinha trazendo tempestades de areia e você não se abrigava em um lugar seguro, eu te engolia. Sei que você era fortaleza, mas nunca se preocupou em se proteger. Sei que você também nunca soube as datas comemorativas e por isso nunca se importunou de não ter decoração natalina na nossa casa em dezembro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você voltava pra casa trazendo pão quentinho e eu passava um café, comíamos juntos no fim de tarde esperando o sol começar a se por para assistirmos juntos. Eu lia as notícias do jornal do dia anterior e ríamos por ver que nada mudou, de fato. Eu ia deitar sempre depois que você já estava sonhando e o acordava sussurrando em seu ouvindo querendo atenção. Meio acordado, &amp;nbsp;passava as mãos no meu cabelo e respondia minhas perguntas-de-madrugada-sem-resposta. Depois te beijava indecentemente e pedia amor ardente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num dia frio, você pegou uma mala velha, ajuntou seus pertences e partiu. Sem grandes explicações, sem muitos porquês. Nada fiz para impedir e fiquei sentada no sofá da sala ouvindo seu vinil dos Beatles. Nunca passei tantas noites sem dormir, e mais uma pergunta se juntou àquelas outras de madrugada. Todas sem respostas. Acho que alguém te contou que não era natal, que na páscoa é que se troca chocolates. E bate no relógio onze e dez e sei que é essa a hora que me lembro de você. Não consigo dormir. Onze e dez e tenho perguntas sem responder. Onze e dez. Que demônio! O demônio das onze e dez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2959870974427533748?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2959870974427533748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/o-demonio-das-onze-e-dez.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2959870974427533748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2959870974427533748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/o-demonio-das-onze-e-dez.html' title='O demônio das onze e dez.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8483752184004966141</id><published>2011-11-06T16:29:00.000-02:00</published><updated>2011-11-06T16:29:25.526-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ninguém tem tanta tristeza na alma quanto ela. E que alma mais linda ela tem. Ela tem mania de sorrir bonito só porque chora demais ao adormecer. Ela come o canto dos dedos porque sente fome de si mesma. Ela vira e joga os cabelos de um lado para outro para não se sentir inerte. Ela quer ser feliz mas tudo que se alimenta é triste. Ela tem os olhos mais tristes que já vi, e nunca me senti tão perdido. Ela se bagunça toda porque não sabe o que fazer com tanta coisa que o mudo vai lhe dando. Ela tá sempre caindo, se esbarrando e tropeçando, e faz isso com tanta destreza que até parece &amp;nbsp;complemento para o seu charme. Porque ela não é delicada. Ela é feroz com qualquer coisa que se mostre amável. Porque ela não sabe amar. Fica escrevendo poesias bonitas de quem ama por séculos, mas nunca amou. Ela se mostra até onde quer e fica iludindo a todos que acreditam que ela é só aquilo. Mas, ela é mais, eu sei que é. Ela é mistério que nunca será desvendado e isso me seduz. Saber que nunca a conhecerei, será sempre a estranha que terei que conquistar todos os dias. Ela não quer ser amada, só quer um pouco de paz e companhia para domingos de chuva. Ela não quer ser amada, mas é tudo o que eu tenho feito: amá-la.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8483752184004966141?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8483752184004966141/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/ninguem-tem-tanta-tristeza-na-alma.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8483752184004966141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8483752184004966141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/ninguem-tem-tanta-tristeza-na-alma.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2857976477465412219</id><published>2011-11-05T22:56:00.001-02:00</published><updated>2011-11-05T22:56:55.210-02:00</updated><title type='text'>Trem que vai sem voltar.</title><content type='html'>Sei que ainda tenho uns mil destinos para te encontrar, e, em todos eles, vamos querer seguir juntos. Mas, meus passos são deveras curtos e os seus apressados. Eu nunca entendi essa sua ânsia de viver tudo de uma vez, mas gostaria de poder saciá-la. Tudo era sempre pouco e você queria mais. Eu me dava por satisfeita por qualquer coisa. Nessas nossas contradições, meu amor foi pequeno demais e você quis algo maior. Partiu no primeiro trem e eu ainda o espero na estação, mesmo que você nunca tenha feito o mesmo por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre soube que você não cabia em mim, mas joguei muita coisa fora para que aqui você fizesse morada. Eu ainda guardo aquela tua carteira de cigarro quase vazia e, às vezes, brinco com um cigarro por entre os dedos na tentativa de que eu fique com um pouco do seu cheiro. Não é fácil acostumar-se com sua falta, mas me preencho com aqueles nossos filmes que tanto gostávamos. O difícil mesmo é assistir qualquer coisa sem tua voz repetindo as frases da legenda, ou suas críticas ácidas à todas as atuações mal feitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vez ou outra, alguém até puxa assunto comigo, enquanto vejo os trens partindo e chegando, sentada no banco da estação. Todos parecem tão superficiais, nenhum nunca me tocou no assunto sustentabilidade ou trabalho voluntário. E eles sorriem demais, sou acostumada com tua cara fechada. Digo que tenho que ir, que quem eu esperava deve ter errado o horário e perdido o trem, que volto outro dia. Eu parto assim como você fez, sem muitas explicações ou apego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu continuou com minha vidinha-de-interior. Levanto às seis, cumpro com as obrigações, desperdiço conversas na porta de rua, e leio alguns livros antes de dormir. Às vezes eu choro, um choro calado e abafado pelo travesseiro, mas choro. Eu queria ter coragem de pegar o próximo trem e ir de desencontro com o destino, ao invés de ficar aqui esperando-o voltar. Sou medrosa e me acovardo com o barulho dos trilhos. Volto pra casa e desfaço as malas e programo o despertador para tocar um pouco mais tarde, como forma de rebeldia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda aprendo a caminhar mais depressa, ou quem sabe, me perder sem medo. Até lá, tomo meu café sempre no mesmo horário, e continuo a brincar com seu cigarro. Quem sabe até não fumo um, pra sentir o gosto que costumava ficar na tua boca....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2857976477465412219?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2857976477465412219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/trem-que-vai-sem-voltar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2857976477465412219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2857976477465412219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/trem-que-vai-sem-voltar.html' title='Trem que vai sem voltar.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-3251458533675558794</id><published>2011-11-02T19:12:00.001-02:00</published><updated>2011-11-02T19:17:16.409-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartas para charles'/><title type='text'>Cartas para Charles IV</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ltjmt9DsC71qdjeaao1_400.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="231" src="http://24.media.tumblr.com/tumblr_ltjmt9DsC71qdjeaao1_400.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 25; width: 300;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/watch?v=8SbUC-UaAxE&amp;ob=av2e"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/watch?v=8SbUC-UaAxE&amp;ob=av2e" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="300" height="25"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Charles,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São dias como esse em que eu quase desisto de te esquecer. O dia já amanhece chorando e as ruas alagadas se afogam junto com meu coração. Escolho outra vez a solidão e me sufoco de saudades suas. Até o silêncio fica mais sólido para que na insanidade eu talvez escute sua voz. Saber que qualquer estranho pode te encontrar na rua me faz querer sair procurando seu olhar. Andar por esquinas que não dão em lugar nenhum e me perder, porque qualquer lugar tem menos a sua presença que dentro de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outubro mal se fora e novembro se instalara por aqui com&amp;nbsp;devassidão. Seja pelo cheiro da chuva ou pelo barulho dos trovões, essa tempestade me envolve e eu chovo junto com o céu. Tudo aqui é destruição, a começar por mim, e em meio a todo este caos, eu aceito que tudo vá se perdendo, inclusive as lembranças de ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todas as coisas que eu podia sentir falta, eu sinto falta da sua perturbação. Sei que almas turbulentas como a sua só procuram repouso em marés de calmaria. E eu vinha com minhas tempestades e nós dois juntos éramos furacão. Nenhum amor que se preze se estabiliza em destroços como nós costumávamos ser, mas sempre encontrávamos tesouros mesmo frente à nossa destruição e achei que com isso construiríamos nossa fortuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles, não caibo mais em tanta saudade. Os ponteiros do relógio repetem sua trajetória dia após dia e eu faço o mesmo. Nada muda. Todo dia me levantou e me deito na cama vazia, e interprete isso nos dois sentidos dessa ambiguidade. Não sei se esse vazio sou eu ou o mundo ao qual tenho pertencido, mas tudo tem sido menos completo desde que se fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei quantas cartas terei eu que escrever até que eu arranque de mim essa mania de querer falar contigo. São cartas que não chegam ao&amp;nbsp;destinatário&amp;nbsp;e ainda assim persisto em escrever. Charles, quando foi que nos afogamos em tanto sentimento? Achava que tínhamos aquele tipo de amor que duraria para a vida inteira...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto que os laços que antes nos mantinha presos, vão se desatando e esse nós têm pouca força diante o destino. Tudo foi sempre maior que nós e eu pequena demais para abrigá-lo em mim. Te comparo a qualquer coisa que seja grandiosa, bonita e devastadora porque sabes que eu nunca poderia contê-lo. Ainda que eu fique sempre a esperá-lo, sei que já não voltas mais. O vento te levou por outros mares, e eu de todos os males, este foi o pior. Já não sou navegável, e, tampouco, sei nadar até ti. Nossas águas desaguam por caminhos diferentes. Hoje eu chovo e o céu chora, entre tanta água, a gente se encharca, mas tudo bem, o verão já vem trazendo o sol pra nos secar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;(Não sei por quanto tempo mais) Ainda sua,&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-3251458533675558794?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/3251458533675558794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/cartas-para-charles-iv.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3251458533675558794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3251458533675558794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/11/cartas-para-charles-iv.html' title='Cartas para Charles IV'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-3522257860729639200</id><published>2011-10-30T00:16:00.000-02:00</published><updated>2011-10-30T00:16:12.239-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Você bem sabe que eu não sou romântica, mas adoeço de amor. Que odeio dias&amp;nbsp;de sol, mas nunca saio da cama nos dias de chuva. Que não como qualquer coisa,&amp;nbsp;mas estou sempre com fome. Que eu adoro música, mas não escuto nada além de rock.&amp;nbsp;Odeio gente de mau humor, mas vivo sem sorrir. E nada disso nunca te incomodou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu bem sei que você não gosta dos Beatles, mas sabe a letra das músicas melhor que eu.&amp;nbsp;Que você diz não sentir&amp;nbsp;ciúmes, mas escondeu de mim aquela blusa com decote.&amp;nbsp;Que você não gosta de sair de casa, mas sempre que está ensolarado você quer ir ao parque. Que você odeia filmes, mas chora com todos eles. E isso nunca me incomodou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente vai se anulando e tudo bem se no final não tivermos nada em comum. &amp;nbsp;Pelo menos não vou acabar odiando todas as coisas que gostávamos de fazer juntos. E eu até me disponho a te entender, quando na verdade, eu me perco em toda essa confusão. Fazer todas essas coisas em que nos opomos, me tira do tédio e eu bem gosto de quebrar a rotina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu arranho suas costas e respiro fundo em seus ouvidos porque sei que isso o perturba. Você puxa meus cabelos e aperta os meus braços porque sabe que gosto de suavidade. E em todas essas coisas descobrimos que é assim a melhor forma de nos amar. Sem toda aquela cautela de amantes que pouco se conhecem, fazemos o que queremos e assim adentramos ao que há de mais profundo em cada um.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De todos os que já se atreveram a me amar, nenhum nunca soube como me tirar a paz. E no fim, acabávamos sentados em um fim de tarde, no banco da praça, sem nada por dizer. Saíamos da relação, cada qual com metade da paz e um amontoado de verdades que nunca dissemos. E nunca me doeu esses términos. Mas, daí vem você e se arrisca a dizer que aquele escritor que tanto gosto só sabe escrever coisas que sejam do senso comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você também disse que nunca gostou do meu cabelo preso, nem mesmo da minha mania de comer as unhas. E aí sinto que a sinceridade consumiu a paz e entro em guerra comigo mesma. Evito olhar os dedos pra não cair em tentação e quase me esqueço de não prender os cabelos. Mas daí fico do teu lado e como minha unha logo após de enrolar meu cabelo em um coque desarrumado. E você na verdade me olha rindo e diz que tudo o que mais odeia acabou por se tornar o que mais gosta em mim. Te olho confusa e percebo que aquela sua falha na&amp;nbsp;sobrancelha&amp;nbsp;que tanto me intriga é na verdade a marca que mais gosto em ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-3522257860729639200?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/3522257860729639200/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/voce-bem-sabe-que-eu-nao-sou-romantica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3522257860729639200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3522257860729639200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/voce-bem-sabe-que-eu-nao-sou-romantica.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2258446118279413920</id><published>2011-10-29T02:28:00.000-02:00</published><updated>2011-10-29T02:28:15.768-02:00</updated><title type='text'>Desses desencontros de amor</title><content type='html'>A gente se cumprimenta com um olhar cabisbaixo e um sorriso meio sem jeito. Parece até que nunca rolamos juntos o mesmo chão enquanto nossas bocas se tocavam. Conversamos sobre o dia estar um pouco mais quente e então ficamos sem assunto, e eu quase me esqueço que uma vez ninguém compreendia o outro porque ambos falavam ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saímos cada um para um lado e ficamos na incerteza se nos voltaremos a nos ver algum outro dia. Minhas mãos tremem um pouco, mas sei que é só fraqueza por não ter nada no estômago. Essa história já acabou faz tempo e eu já falei pelos quatro cantos do mundo que nem lembro mais de você. E fico sempre esperando que alguém me pergunte pelo seu nome, só pra dizer com um desprezo ensaiado na frente do espelho que faz tempo que te esqueci.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que percebi uma pontada de tristeza quando me disse sorrindo que estava bem, mas isso não deveria me importar mais. Acho que deixei transparecer um pouco de ansiedade quando me deu um meio abraço, mas isso não significa muito. A gente sabe que foi só estranhamento por nos conhecermos tão pouco. Ainda que eu saiba em qual parte do corpo é teu ponto fraco e você saiba o único lugar do meu em que eu sinto cócegas. A gente se conhece pouco, ainda assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto caminho sem olhar para trás percebo que ficou algumas coisas por dizer. Por fazer. Por tentar. Eu tropeço um pouco e espero que não esteja me olhando. Mentira. Espero que esteja me olhando e ria do meu andando desastrado e se lembre que sempre me dizia "cuidado ao andar, você pode cair e se machucar e eu não vou querer ver sua cara de choro". Tropeço mais um vez e percebo que eu queria que você risse e se lembrasse com saudade de que costumava correr para me ajudar a levantar. Mesmo com cara de choro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2258446118279413920?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2258446118279413920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/desses-desencontros-de-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2258446118279413920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2258446118279413920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/desses-desencontros-de-amor.html' title='Desses desencontros de amor'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5877273434499824747</id><published>2011-10-23T23:10:00.000-02:00</published><updated>2011-10-24T00:20:09.558-02:00</updated><title type='text'>Amor não durável</title><content type='html'>Hoje é uma dessas nossas datas e eu não quero me lembrar. Você sempre se esqueceu e eu tinha que ficar te lembrando, se você fazia isso para exercitar a minha memória, ela ainda trabalha bem. Sei de data por data até aquelas em que não nos víamos. Eu só não me lembro bem daqueles borrões de dias em que nos separamos, cada qual para um lado mais machucado que o outro e cheios de orgulho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu acho que você não se lembra de muito, mas a questão do tempo sempre foi subjetiva para nós. Nosso caso sempre pareceu um daqueles filmes e livros que possuem uma narrativa não linear e cheio de introspeção psicológica. As datas às vezes se fundem e fica difícil separar todas as datas da nossa reconciliação. A gente ia e voltava tantas vezes que o tempo se perdeu entre nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu até bateria na sua porta hoje e o chamaria para conversar, mas a gente não sabe ser amigos. Temos muito interesse um no outro para conservar a amizade. Teu corpo todo me chama e o meu não resiste ao seu. Eu tô com um amontoado de coisas suas aqui no meu quarto, esperando a saudade ser maior que tudo para usar como desculpa para te ver. Porque você sabe, se a gente se ver, a gente não se resiste. Eu e você somos um daqueles casos típicos de amor físico. Porque emocionalmente a gente se destrói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro dia encontrei seu disco do Chico e fiquei escutando "olhos nos olhos", imaginei você na minha frente e guardei todo o ódio que consegui juntar para quando eu o encontrar. Vou ter tanto desprezo por você até lá, que eu bem sei que vai te doer um pouco. Mas, sabe, outro dia encontrei um velho guardanapo seu em que você me escreveu algumas promessas e eu bem quis te ver. Porque o amor também ficou por aqui, e tal como o ódio eu o guardei todo para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você e eu nunca soubemos nos caber em conceitos, nem mesmo em um relacionamento qualquer. Criamos para nós todos aqueles apelidos ofensivos e nos protegíamos no romantismo. Se estivéssemos em público, a distância entre nós se fazia tão grande que eu chegava até sentir saudades suas. Mas, no íntimo eu e você éramos nós e cabíamos um no outro. Eu ainda sinto o peso do seu corpo sobre o meu naquela noite em que rolamos juntos vendo um céu estrelado. Ainda sinto a chuva cair sobre nós, naquela nossa corrida desesperada por um abrigo enquanto o que queríamos mesmo era nos molhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente teve o tipo e amor que não se repete. Soube disso no instante em que o vi com outra pessoa. Vocês andavam de mãos dadas e soube que ela garota nunca iria ter a nossa intensidade. Tive a confirmação disso uma semana atrás quando outra pessoa me beijou. Eu e ele tivemos muita proximidade física mas nossas almas pouco conversava. O nosso tipo de amor é aquele que nos lembraremos daqui há anos como a parte mais gostosa e dolorida de toda a nossa adolescência. O nosso tipo de amor é aquele que a gente procura a vida inteira e desperdiça. O tipo de amor que vai sempre ser só nosso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se foi o nosso amor mais bonito eu ainda não sei. Mas, a gente soube pertencer. A liberdade e o aprisionamento que nossa história me deu será pra sempre minha melhor lembrança. Liberdade para rir de quando você era ridiculosamente romântico, mas aprisionada ao seu sentimento e as suas palavras sentimentais. Eu espero que isso jamais se repita, é nosso, só nosso e já se expirou. A gente sempre viveu tudo isso de forma tão intensa que gastou um amor que deveria ser pra vida inteira. Mas, se bater saudade, eu bem que tô querendo aquele livro da Clarice que ficou com você...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5877273434499824747?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5877273434499824747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/um-nao-amor-vivido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5877273434499824747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5877273434499824747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/um-nao-amor-vivido.html' title='Amor não durável'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8088066379985836623</id><published>2011-10-22T22:16:00.000-02:00</published><updated>2011-10-22T22:17:23.686-02:00</updated><title type='text'>A gente não quer amor</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; line-height: 19px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;A gente não quer amor. A gente quer companhia para ver filme, discutir sobre Woody Allen e trocar mensagens antes de adormecer. A gente quer acordar no domingo de manhã com uma pessoa do lado para curtir preguiça o dia inteiro. A gente quer alguém para compartilhar o café da manhã e não jantar sozinho. Alguém que entenda sua solidão, mas não a deixe tão só. Alguém que veja beleza até mesmo na sua forma de ser triste. Alguém que vá escrever poesias no íntimo, que irá entregar toda a sua intensidade para que você se afogue. Alguém que vá rir de seu jeito desastrado, que fará graça de algo que faz errado. A gente quem nos aqueça no inverno, quem vá caminhar conosco na primavera, vá tomar banho de piscina no verão, e vá catar algumas folhas no outono. A gente quer quem nos entenda e não quem tente nos mudar. A gente quer alguém pra compartilhar nossas derrotas e comemorar conosco as nossas vitórias. A gente quer reciprocidade. A gente quer alguém pra nos acompanhar no show daquela banda que tanto gostamos e que vá gostar das mesmas músicas que gostamos. A gente não quer amor, mas se ele couber em todas essas coisas, então ele será bem vindo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8088066379985836623?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8088066379985836623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/gente-nao-quer-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8088066379985836623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8088066379985836623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/gente-nao-quer-amor.html' title='A gente não quer amor'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8666283408335383675</id><published>2011-10-17T10:43:00.002-02:00</published><updated>2011-10-17T10:47:33.497-02:00</updated><title type='text'>Sua vida e eu</title><content type='html'>Você não é a mulher da minha vida e sabe bem disso. Você é mulher da sua vida e cuida-se com esse intuito. Fez-me de tolo durante muito tempo por acreditar que eu te tinha nas mãos, que dominava seus pensamentos e que sua vida se delineava em torno da minha. Bem sei eu que estive enganado, e que nada disso acontece se não for ao contrário. Sou o homem da tua vida? Sei que não, provavelmente tens uns quatro a mais que se disponibilizaria a fazer o que quiser, e ter alguém sobre o seu domínio sempre foi seu sonho. Mas, sou quem ocupa a maior parte da tua agenda e também o lado esquerdo da sua cama, e por comodismo, me dou por satisfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você sempre foi um estilo de mulher que jamais me apaixonaria, e talvez por isso, que eu o tenha feito. Mulheres não dizem no primeiro encontro que gostam de ficar sozinhas. Transmite a ideia de que não quer ninguém na sua vida, e homens gostam disso, da ideia de não se comprometerem. O problema maior foi que você disse isso com 5 homens ao seu redor, e para completar, estava em um bar bebendo cerveja pelo bico e escutando rock pesado. Mulheres não fazem isso, e isso é tudo que homens gostariam que fizessem. Tive que disputar sua atenção com todos os demais e você sorria para todos nós por igual. Você balançou os cabelos, bebeu mais que eu, e ainda discutia sobre a problemática do cenário internacional. Mas, ao dizer que você tinha um estilo meio Janis Joplin de sorrir e deixar os cabelos ao vento, você me beijou e disse que ninguém nunca dissera tal coisa que a deixasse tão atraída. Saberia eu um encontro depois que você amava Janis Joplin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irrita profundamente pensar que não sou só o que passa por sua cabeça. Que não sou seu primeiro pensamento quando acorda nem o último antes de dormir... Incomoda-me porque você é o meu. Sou eu quem se&amp;nbsp;delineia em sua vida, vou me enlaçando, cabendo nos teus espaços, nos teus abraços, me colocando em sua rotina. Eu sou teu por completo e te tenho por uma parte mínima. &amp;nbsp;Se tinha planos de fazê-la minha, tornei-me seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutar rock não faz de você uma roqueira. Você disse após o primeiro beijo que não dormia com ninguém no primeiro encontro, quatro horas mais tarde, depois de muita conversa sobre nossos gostos, estávamos com as roupas no chão e deitados na cama do seu apartamento. Ir pra cama no primeiro encontro, não significa que nunca mais nos veremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei se te disse, mas teu cheiro é impregnado em meu corpo. Como se depois de tanto tempo, eu o exalasse. Sou mais teu que meu, mas já não me importo mais. Prefiro assim, entregar em suas mãos o controle que nunca esteve nas minhas. Não sei me ser depois de você. E diziam que você só pertencia a quem queria.... espero por esse dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já desisti da ideia de ser o homem da sua vida e fazê-la mulher da minha. Eu quero que vivamos juntos, e como você sempre diz, sem conceitos algum. Sei que se a gente deixar de segui junto, em algum momento eu deixei escrito na história da tua vida a minha presença. Mesmo que seja o tolo-apaixonado-que-fazia-tudo-por-você, eu bem vou gostar de ter ficado. E beberei com meus amigos em um bar dizendo que finalmente você fora a mulher da minha vida. Só por não haver mais motivos para amar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8666283408335383675?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8666283408335383675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/mulher-tua-vida-e-eu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8666283408335383675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8666283408335383675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/mulher-tua-vida-e-eu.html' title='Sua vida e eu'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6742275387680040120</id><published>2011-10-14T19:09:00.000-03:00</published><updated>2011-10-15T01:39:15.267-03:00</updated><title type='text'>Sobre relacionamentos e outras relações.</title><content type='html'>Dizer que eu não imaginava o que fosse acontecer, seria mentira. Eu imaginei diversas situações. Tive que deixar de pensar, e colocar meus desejos acima de minha razão. Pessoas racionais não fariam isso, mas eu não quis ser racional. Aceitar todo o risco e o perigo, foram temperos para todo o resto. Eu sai determinada a entrar no carro e parar em outra cidade, não escrevi o roteiro dessa aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrei no carro recebendo como convite teu cheiro, e este foi bem atrativo. Tocar nothing else matters é golpe baixo para quem estava tentando se controlar. Entreguei de vez só de falar, e sabia que dali em diante o controle fugira das minhas mãos. E você bem que o pegou antes que eu o reouvesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar na minha decisão as duas escolhas, foi calculado. Aquele beijo foi amostra grátis para o que viria a seguir. Parar naquele bar, foi estratégico. Duas garrafas de cerveja, necessário. Conversas do nosso dia-a-dia, um gole, risadas, um gole, suas mãos tocaram minha perna, um gole, um riso, dois goles, três goles, um beijo, um gole, " eu sou um desafio para você", um gole, outro beijo e a cerveja tinha acabado. Hora de ir embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lugar bem escolhido, nos levou a duas ruas abaixo. Ainda em minhas mãos a decisão, joguei tudo pro ar. Teu cheiro me dominava e eu pouco tinha controle sobre mim. Teu corpo junto ao meu pareciam encaixes. Com tuas mãos tão firmes, me desfiz em seus braços. E tudo se perdeu naquele lugar. Queria ter o controle, o domínio, e o acaso. Não tive nada além de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neguei o principal. Aceitei os detalhes, fiquei em silêncio. Você tentou uma, duas, três e pelo menos nisso eu fui mais forte. A gente se pertenceu. Depois tive que sair catando os pedaços de mim que por lá se desmancharam. Água fria dentro e fora do corpo. Um pouco de mim ficou, sempre fico aos pedaços e nos lugares. Mas, um pouco de mim foi contigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, foi de todos, o mais imprevisível. Me tirou do comando e não me deixou pensar, me deixou ao som do bom e rock 'n' roll e me fez dançar. Não sei quanto de mim se perdeu naquele lugar, mas já não há muito que se encaixe mais. Sorrio pelo fim da história e sei que ela daria um bom livro. Com mais descrições e um pouquinho de romance do alter ego, daria um bom best-seller. Mas, venceu a racionalidade....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fim da noite e eu sei que histórias como essas não se repetem. Foram feitas pra se viver uma noite e encerrar no silêncio de um beijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6742275387680040120?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6742275387680040120/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/sobre-relacionamentos-e-outras-relacoes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6742275387680040120'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6742275387680040120'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/sobre-relacionamentos-e-outras-relacoes.html' title='Sobre relacionamentos e outras relações.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1528347831274587894</id><published>2011-10-03T15:36:00.000-03:00</published><updated>2011-10-03T15:36:55.111-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartas para charles'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='charles'/><title type='text'>Cartas para Charles III</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/12045443/tumblr_l8bd8g18dv1qzztfio1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://data.whicdn.com/images/12045443/tumblr_l8bd8g18dv1qzztfio1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 25; width: 300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/EiqUXVmKfrQ?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/EiqUXVmKfrQ?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="300" height="25"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Charles,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outubro chegou me trazendo chuva e ainda mais solidão, mas de você, nem um pouco. Começo a pensar que não há mais descaminhos que te tragam até mim. As noites tem sido longas e os dias breves, talvez seja só minha negação à luz, mas já não há brilho que afaste a escuridão.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Até o céu tem chorado sua falta; em dias de chuva com este, deixo que escorra pela janela todas as lágrimas que de mim já não caem.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Setembro passou sem grandes novidades. Desisti de usar tua camisa, visto que, seu perfume enfim foi-se com o tempo. Pudera as lembranças serem levadas assim... De tudo de ti que aqui ainda resta, apego-me a manias que talvez você nem mais as tenha. Mordo os lábios, destampo a caneta mil vezes, rasgos e jogo no chão tentativas fracassadas de poemas, e bebo café. Talvez eu até derrame um pouco neste papel que é pra tu provar do gosto que tem estado em minha boca. Café amargo. Amargura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se teu cheiro foi-se com o tempo, as pétalas foram levadas pelo vento. De tão secas e carentes, caíram uma a uma e no fim só restaram os espinhos que me perfuram as mãos. Nunca vi tanta beleza na natureza morta, agora posso entender a graça da outono. Mas, para o meu desgosto, estamos na primavera; e árvores florindo só me lembram que até pétalas retornam para os galhos quando caem, mas tu não voltastes. Apego-me aos espinhos com a esperança de que eles não mais floresçam, para assim fazer companhia para tua ausência, para enfeitar o cenário da minha solidão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrego-me lentamente a impulsos de morte e nem me preocupo em contar quantas batidas de coração ainda me resta. Dizer que sinto sua falta é eufemismo para toda a agonia que em mim tem habitado, e afeta-me pensar que já me habituei. Derramo meu corpo na cama vazia e me preencho de solidão. Expando meus braços e pernas na tentativa de querer ser maior. Charles, nunca me senti tão insuficiente. Nem mesmo com todas as cobertas e travesseiros consigo ocupar o teu lado da cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pela triste melodia que os vizinhos tocam, atrevo a pensar que seja canção de compaixão. Que se compadecem pela melancolia que todos os dias me visita. E de toda a solidão que me condenastes, tenho feito dela uma melhor companhia. Tristeza e desespero tem sido temperos para meus dias, e a saudade, bem, a saudade é o principal alimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles, não sei como te deixar ir ainda sendo tão meu, e eu, sendo tão tua. Tu sabes se deixar por aqui, se abandonar aos poucos. Tomara que tua falta desista e tu voltes antes do verão chegar. Pois, tu sabes que não confio em chuvas de verões, porque não se chove sem frio, como não se ama sem se machucar. E não confio em nada dessas coisas, contudo é só o que acredito. Desmancho em sentimentos incompreensíveis me abandono em qualquer precipício. Sigo fingindo que é pra acostumar a não te ter aqui. Charles, volte antes que sua falta se solidifique e eu desaprenda a sonhar contigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sua,&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1528347831274587894?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1528347831274587894/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/cartas-para-charles-iii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1528347831274587894'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1528347831274587894'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/cartas-para-charles-iii.html' title='Cartas para Charles III'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1954771489914045018</id><published>2011-10-02T13:51:00.001-03:00</published><updated>2011-11-06T22:22:15.311-02:00</updated><title type='text'>Sobre atração e outras intelectualidades.</title><content type='html'>Ao contrário do que pensas, tu não me atraiu com suas dialéticas filosóficas. Nem, tampouco, com tua mania de sorrir calado. Tu me atraiu por rir agudo e me dizer - após quase dois anos de nos conhecermos - que eu tinha o sorriso mais bonito. Então, depois tu apelou para o meu ponto fraco: disse que eu era inteligente antes de dizer que eu era bonita. Mas disse que eu era bonita, linda, na verdade. E que isso te agradava em uma menina, menina não, mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um sabe que eu fico puta de raiva quando me deixam esperando. E quando me deixam na expectativa. E quando quebram a expectativa. E quando nem ao menos me explica quando eu devo parar. Porém, eu sai toda linda. &amp;nbsp;E tu não foi. Passou uma, passaram duas, três, quatro horas, eu já estava indo embora e tu não foi. Dizer que eu fiquei chateada seria mentira. Distrações sempre existiram, me diverti com um copo de vodka - dois porque um eu derrubei - com conversas do meu nível e sendo muito bem elogiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui cantada por um moleque qualquer aí, tive que dar um fora, odeio fazer isso. &amp;nbsp;Ficou insistindo, implorando. Homens deviam ter um pouco mais de amor-próprio, mas ele era moleque ainda. E sabe o que me deu vontade de responder? Teu nome. Dizer assim: "deixe a barba crescer, moleque. Escuta um pouco mais de rock e vá ler sobre qualquer coisa que te enriqueça culturalmente. Vá viver um pouco mais e me venha com aquele ar de "eu sei"." Seria crueldade, insisti no não, tive que ser um pouco mais dura e acabei desviando a conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao chegar em casa encontro uma mensagem sua, dizendo que queria ter ido e dando desculpas levianas. Desconversei. Tu dissestes que queria ter me visto, que se arrependia, pois pelas fotos já publicadas eu estava linda. Desconversei. Disse que se arrependia, porque queria me ver fora daquele nosso círculo, queria me encontrar sozinha, por aí. Desconversei. Aí veio me dizendo que era linda, que meu sorriso te conquistava e veio de novo dizendo que eu era inteligente. Teu aluguel estava um nível melhor que o do moleque, porque você tinha mais chances. Daí disse que queria me tirar da linha, porque toda essa conduta que eu tinha, haveria de haver um desvio. Tive que perguntar para quando seria nosso encontro....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu me ganhou por ter uns anos a mais, por ter um pouco mais de vida nos olhos, por fazer estilo certo mas contradizê-lo no particular. Todo mundo sabe que fico atraída por perfumes como o seu. E por pessoas mais velhas. E por pessoas com intelecto elevado. E que gosto do proibido. E do perigo. E da adrenalina de sentir frio na barriga. E agora a gente sabe que vai se encontrar. Se tu me deixar mais uma vez toda linda te esperando... aí tu sabes que eu apaixono.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1954771489914045018?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1954771489914045018/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/sobre-atracao-e-outras.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1954771489914045018'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1954771489914045018'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/10/sobre-atracao-e-outras.html' title='Sobre atração e outras intelectualidades.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-3215013522008977220</id><published>2011-09-26T21:26:00.001-03:00</published><updated>2011-09-28T20:21:23.746-03:00</updated><title type='text'>Do, re, mi, fa, sol, la, si do</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: 'Helvetica Neue', HelveticaNeue, Helvetica, Arial, sans-serif; line-height: 19px;"&gt;Há tanta tristeza nestes olhos que sorriem, há tanta singeleza nos teus atos desastrados. E já não há canto que te encante, mas não resisto a tua melodia. Meu querido, pouco de nós ainda resta, no entanto nossa sinfonia continua a tocar. E vem da dor do Do, vem de Re, vem de MIm, vem de Fá, e o Sol nem vem mais de Lá. Mas, vem a noite com tua escuridão e me abrigo em teu peito vazio. Junto minha solidão com a tua e de repente nem me sinto tão só, sinto de nós uma Dó menor. E então escuto, escuto o som ritmado da batida do teu coração, escuto a melodia que emana de sua respiração e escuto a sucessão de silêncio que me satisfaz. Tua tristeza canta e me atento à harmonia de dor e beleza. Vens soprando sua sinfonia em soprano e entre teus acordes faço um acordo de ficar até que a última nota musical seja tocada, até que eu toques na tua mais escura canção e que, Si puder, a faça em um Sol maior.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-3215013522008977220?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/3215013522008977220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/do-re-mi-fa-sol-la-si-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3215013522008977220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3215013522008977220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/do-re-mi-fa-sol-la-si-do.html' title='Do, re, mi, fa, sol, la, si do'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2263752838994902385</id><published>2011-09-18T11:56:00.000-03:00</published><updated>2011-09-22T19:20:56.525-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='solidão'/><title type='text'>Sou só, tua.</title><content type='html'>Não alimente mais uma vez minha solidão partindo. Não, não vá. Desta vez tenho certeza que a solidão e tristeza me engolirão e padecerei no desespero de me ser. De me suportar, porque apesar de, não sei ser-me. Não vá, porque nunca tive tristeza compartilhada, nunca sorri com os olhos e nem suportei me ser por mais de um dia. E contigo aprendi, aprendi a me tolerar, aprendi a ser feliz com tua felicidade, aprendi, atrevo-me dizer, mas aprendi a ser-me. E quanto de tormento minha alma ainda pode suportar? Quanta auto-condenação me darei por ter partido? Tudo isso porque não sei coexistir, duvido até que eu não saiba existir...Mas, eu tenho existência, me dizem isso quando pedem minha RG. No entanto, aprendo, se tu quiseres, aprendo a coexistir, a prestar atenção ao que dizes e ao que fazes. Aprendo tudo isto por ti, meu querido que me faz existir. Porque eu sou só, eu sou só e só sua, sem medo de ser. Sendo tua passo a existir que não seja dentro de mim. Portanto, não, não vá. Deixe inanimada minha solidão e alimente minha vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2263752838994902385?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2263752838994902385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/sou-so-tua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2263752838994902385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2263752838994902385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/sou-so-tua.html' title='Sou só, tua.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-193479228990792464</id><published>2011-09-16T23:20:00.002-03:00</published><updated>2011-09-16T23:40:01.840-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='porque mulheres sofrem'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='homem ideal'/><title type='text'>Mulheres não têm ideal.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;Intelectual, barba por fazer, camisa xadrez, allstar, poeta-romântico, ou ao estilo de&amp;nbsp;John&amp;nbsp;Mayer. Mulheres idealizam este tipo de homem.Mas, não se engane, ao fim do dia, quem ganha seu coração é quem o melhor maltrata. O ideal escorre e fica aquele que em nada se encaixa, troca o homem-ideal pelo malandro. Qualquer mulher que negar estará mentindo, e acredite quando eu digo isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós mulheres queremos aquele que melhor vá nos compreender, aquele que nos ligará de madruga porque simplesmente deu vontade de falar, que irá aparecer de surpresa para buscá-la e deixar todas as outras invejosas. Mulheres querem conforto, carinho, cuidado e ter o homem-sentimental. No entanto, não se iluda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em qualquer visão seria este o cara que a teria nas mãos. Não é bem o que acontece. O engraçadinho da turma, aquele que a fará rir falando de besteiras ou de conversas sujas, aquele que todos sabem que pega-todas-calado-e-depois-as-largam, aquele que é sedutor para depois descartar. É esse que a tem. É por esse que ela irá suspirar sonhando acordada e chorará noites de insônia. É este que não liga, pouco se importa, faz promessas vazias que não aparece nos encontros e a deixa toda linda na sexta à noite em casa, para ir sozinho em outra festa. Subtende-se que sozinho não é bem sozinho. E ainda as trocam assim que tem oportunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É mistério sabido o porquê de mulheres serem assim. O ideal fica em casa e ela vai à procura de quem melhor vá lhe maltratar. Parece que sofrer que a faz criar o ideal, mas na prática, os homens-ousados, homens-pegadores são aqueles que as conquistam, que as iludem, que as amam e lhes dão amor, para depois deixá-las de corações partidos assistindo "ele não está tão afim de você" e com algumas barras de chocolate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E perguntam o porque que aquele a maltratou, e jura ficar com o homem-ideal da próxima vez. O tímido, sincero e romântico fica de lado quando o pegador-sedutor-malandro invade o mesmo ambiente. Ele faz do tipo mistério, troca de olhares, fará comentários que a deixará sem-graça e a deixará pensando nele o dia todo, ele a colocará em modo de espera para todos os outros homens, impedirá que as poesias do homem-poeta a comovam e a fará parecer que elas são ridículas. &amp;nbsp;E será por ele, novamente, que ela sofrerá. E só depois, bem depois, que perceberá que ele nem a conhecia, que não sabia teus gostos e que tudo o que mudou por ele não faz sentido. Irá ler as poesias tristes do homem-poeta-desprezado e desejará ardentemente um homem-ideal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mulheres não querem quem entende de arte, tenha bom gosto musical, saiba discutir Foucalt ou Comte, nem aqueles que conhecem passo a passo da história, saibam o que acontece no cenário internacional, e saiba recitar de Gregório de Matos à Vinícius de Morais. Não querem nem mesmo aqueles que levam café da manhã na cama, elas querem é quem a deixa sem apetite no café porque não apareceu no jantar da noite passada. É quem escuta a banda do momento, fale e escreve errado, acreditam que escrever é "viadagem" e que ler é perca de tempo. Querem aquele que vai pra balada ao invés do que fica em casa vendo uma boa sessão de Woody Allen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu me pergunto "porquê, mulheres?" Por qual razão desprezamos o amor que sempre quisemos por aquele que nunca teremos? Porque deixamos de lado, o homem-ideal pelo malandro? No fim, iludimos o idealizado e os maltratamos da mesma forma que os outros homens fazem conosco, e aí eles passam de homem-ideal para homem-malandro. Talvez, residi ali o mistério das nossas escolhas, ao final, sabemos que o ideal virará o sedutor e por ele nos apaixonaremos. Contudo, prometemos que da próxima vez nos apaixonaremos pelo ideal. Até que entra o sedutor sorrindo, nos fazendo rir e pagando-nos uma bebida...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-193479228990792464?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/193479228990792464/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/mulheres-nao-tem-ideal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/193479228990792464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/193479228990792464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/mulheres-nao-tem-ideal.html' title='Mulheres não têm ideal.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6330474707761583412</id><published>2011-09-12T14:24:00.000-03:00</published><updated>2011-09-12T14:24:18.128-03:00</updated><title type='text'>Amores cíclicos também terminam.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/14061642/270383_165261040210131_143224249080477_395827_2370408_n_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="211" src="http://data.whicdn.com/images/14061642/270383_165261040210131_143224249080477_395827_2370408_n_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos para onde começamos. Perdidos e sem destinos, nos entregamos ao que chamamos de acaso. A distância entre nós nunca se fez tão grande, a ausência de ti nunca foi tão sólida. Poderíamos voltar para a metade da nossa história, bem lá onde nos achamos e seguimos um trajeto não traçado. Mas, voltamos ao ponto de partida.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esperar que nos encontremos por aí é pedir demais do destino. Nossos acasos foram esses casos que se findaram. Sem palavras ou despedidas, espalhou-se todos os sentimentos que nunca juntamos. E sempre soubemos que em uma das nossas idas, talvez, continuássemos seguindo sem voltar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esse amor de primavera é fadado ao fim. Mesmo com todo o sol, calor, chuvas e cuidado, finda antes do natal chegar. Pudera ser só amor de verão, que no Brasil, dura o ano inteiro. Que rache de sol ou inunde de água, eu preciso de um amor assim. Que não dependa do "se" para acontecer. Que não dependa de nada além da vontade de se querer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Contudo, não encontramos essa saída. Nesse amor de círculos, sem início e sem fim, parece ter se arrebentado, uma vez que seguimos por lados opostos. Uma vez que deu-se o fim. O fim de nós, de mim e dessa estrada. Ainda perdida, vago pelas lembranças vagas, lembranças escassas, lembranças esvaecidas. De volta aonde começamos, espero encontrar bem mais que você no final desta caminhada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6330474707761583412?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6330474707761583412/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/amores-ciclicos-tambem-terminam.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6330474707761583412'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6330474707761583412'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/amores-ciclicos-tambem-terminam.html' title='Amores cíclicos também terminam.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2268604688502878130</id><published>2011-09-10T16:08:00.000-03:00</published><updated>2011-09-10T16:09:00.661-03:00</updated><title type='text'>Eu que não amo você.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 25; width: 300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_VSGm3Uv4Qc?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_VSGm3Uv4Qc?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="300" height="25"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;Tu sabes que eu teria ficado. Teria ficado mesmo com o discurso de eu-vou-para-nunca-mais-voltar. Teria ficado se tivesse calado meu silêncio com um beijo. Mas, tu nada fizestes para &amp;nbsp;impedir que eu catasse os meus poucos pertences no teu apartamento e saísse por aquela porta aberta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu dizia odiar cigarro até sentir a fumaça que saía da tua boca toda vez que acendias um. Passei a fumar. Propagava uma política anti-bebidas-alcoólicas, até provar nos teus lábios o sabor do conhaque. Passei a beber. Todas essas coisas que não fazia e passei a fazer desde ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses dias senti saudades, vontade de voltar. Mas, tu não me impediu de partir daquele jeito. Pensei ter deixado claro que todo aquele desespero nos olhos e a hesitação em sair era devido a vontade de ficar, era pedido para que lutasse e dissesse "fica, menina". Se tu não o fizestes, não voltarei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe que sempre gostei de lutas e desesperos. Não o fiz assistir todas aquelas comédias românticas só para me fazer companhia, esperava que com elas aprendesse que, se caso eu partisse, tu deverias lutar por mim. Deverias se ajoelhar, se humilhar e implorar "não vá". E eu parti. Esperei, sem sair de casa, alguns dias a tua procura. Dizer que não sabe viver sem mim, que sente minha falta, que sem minha presença tua vida não existe. Tudo bem, um pouco menos de sentimentalismo. Mas, esperei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não suporto esse teu conformismo. Tendo dito isto a um bom tempo...Aceitastes que eu saísse e nem demonstrastes arrependimento. Talvez eu não tenha feito a falta que tu me faz. Embora, eu acredite veemente que conformastes com minha ida e até mesmo com minha ausência. Em caso de não ter notado, nos filmes, esta é a parte que eu sofro, mas tento superar e, após desistir, tu vens atrás de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sempre disse que nunca amaria alguém. Um dia, por brincadeira, tu dissestes "eu nem amo você" carregado de ironia. Fiquei sorrindo, meio encabulada, porque não havia relacionado a palavra amor ao nosso relacionamento. No entanto, eu não disse nada de volta. Agora, tenho feito todas aquelas coisas que dizia não fazer. Com um copo de conhaque e um cigarro aceso digo: eu que não amo você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2268604688502878130?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2268604688502878130/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/eu-que-nao-amo-voce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2268604688502878130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2268604688502878130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/eu-que-nao-amo-voce.html' title='Eu que não amo você.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-4313691491708973456</id><published>2011-09-07T19:29:00.000-03:00</published><updated>2011-09-07T19:35:42.578-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartas para charles'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='charles'/><title type='text'>Charles II</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/14059229/tumblr_lqpmlwLtVq1qc4fofo1_500_thumb.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://data.whicdn.com/images/14059229/tumblr_lqpmlwLtVq1qc4fofo1_500_thumb.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 25; width: 300;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/3yqM--IMkX4?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/3yqM--IMkX4?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="300" height="25"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, tu não voltastes, Charles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espera de ti me domina e padeço em qualquer lugar. Com fios tênues de esperança, entrego-me à ilusão de que talvez estejas a caminho. Charles, não permitas que eu desista, não mais. Desistência sempre foi um mal de que sofro, mas nunca perseverei tanto em uma única coisa. Na verdade são duas coisas, mas ambas se convergem em ti. Uma consiste em esperá-lo e a outra em não esquecê-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dias de sol já não importam e toda a melancolia do inverno me agrada. Já não tiro tua camisa que é para não perder teu cheiro como tudo o mais que se perdeu. Mas, meu cheiro&amp;nbsp;contrastado&amp;nbsp;com o teu já não tem o mesmo sabor. Nossos corpos juntos exalam muito mais perfume do que meu corpo preso a tua camisa. No passar do tempo, meu cheiro agarrou-se ao seu e tem tornado mais difícil sentir teu aroma. E ainda há tanto de ti aqui. Há tantas perguntas que tenho para te fazer, tanto do teu corpo para conhecer, tanto de ti para amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com tua falta ainda mais sólida, os vizinhos já não me importunam. Esqueceram-se ou quem sabe desistiram de mim. Pensei até em ser mais agradável, mas não me importo, que eu seja esquecida uma vez que tu pareces ter-me esquecido. Esquecida como um livro ruim, ainda sem lê-lo por completo, no canto de um estante empoeirada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setembro veio devastador, Charles. A demora de agosto com a qual falávamos passou rápido, mas monótono. E setembro veio sem tua chegada. Sorte a minha que ainda faltam muitos dias para que ele acabe, e quem sabe, no início de outubro o tenha aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, Charles, tu não voltastes ainda. Começo a definhar ao pensar que talvez não venhas mais. As pétalas caem uma a uma e provavelmente em pouco tempo só restará os espinhos. Vês? Até a beleza foi-se contigo. E nem quero falar da felicidade... Tudo anda vazio e com saudade de ti. Com tanta água que jorra dos meus olhos eu até poderia regar as flores, mas desta água salgada e carregada de dor nem mesmo plantas querem beber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles, o sol não mais se levanta neste horizonte, e por isso, estou sem direção. Pergunto-me se há alguma estrada que me levará até ti ou se em alguma delas iremos nos encontrar. Que exista espaço para nós dois em algum desses lugares. O destino que insiste em nos afastar é o mesmo que um dia nos juntou...quanta injustiça, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece inalcançável como sempre, mas persisto. Persisto na vaga ideia de que tua demora se deve a problemas aéreos, rodoviários, ferroviários ou nesses transportes intermodais. Não é culpa tua, eu entendo. Charles, tô com tua camisa, livros, uma xícara de café; esperando só tu chegar para afirmar de que tenho tudo que preciso. Então venhas, venhas antes que minha mania de desistência seja maior do que tudo que sinta por ti. Ainda que o que eu sinta por ti seja grandioso e dure uns 100 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-4313691491708973456?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/4313691491708973456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/charles-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4313691491708973456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4313691491708973456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/charles-ii.html' title='Charles II'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-3230886352554756108</id><published>2011-09-05T15:26:00.000-03:00</published><updated>2011-09-05T15:27:38.630-03:00</updated><title type='text'>Volta a incomodar</title><content type='html'>Vestindo tua saudade e despindo as lembranças. Porque me sufoca tua ausência e me esvazia tudo o que não pode mais acontecer. Eu passo a vida inteira querendo entorpecer tudo que não me é superficial, para depois querer sentir de novo. Escondo o que sinto por ti, por puro medo de que seja maior do que eu. E então se revela, como o sol em madrugada fria, como fogos em noite de ano novo. Se revela para voltar a incomodar, tudo o que parecia estar esquecido, volta a incomodar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-3230886352554756108?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/3230886352554756108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/amor-prosa-odio-ao-lirismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3230886352554756108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3230886352554756108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/09/amor-prosa-odio-ao-lirismo.html' title='Volta a incomodar'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5272569006777239845</id><published>2011-08-29T20:31:00.000-03:00</published><updated>2011-09-05T15:32:59.768-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cartas para charles'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='charles'/><title type='text'>Cartas para Charles I</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/14052577/IMG_993mmmm1_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://data.whicdn.com/images/14052577/IMG_993mmmm1_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 25; width: 300;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/cgqOSCgc8xc?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/cgqOSCgc8xc?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="300" height="25"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles,&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Tu não voltastes. Nem no dia seguinte, na semana que passou, no mês que procedeu e nem duas estações depois. Tu deveria ter voltado, mas não o fez. Procurei ignorar à princípio, encher-me com conversinhas de porta de rua e dar jantares para toda a família, mas tua ausência foi maior. Faltou você aqui, como faltou pó de café no pote, na garrafa e na xícara de café da manhã. Faltou café quente, você na cama, no sofá e dando beijos no portão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Tu ficastes de voltar, mas não o fizestes. Repito por ênfase e para culpá-lo. Para preencher-me com os hiatos que deixastes na minha vida, comecei a fazer análises críticas sobre os ensaios do nosso relacionamento. Julguei pelos teus defeitos que seria fácil esquecê-lo, comecei a apegar-me à eles, e, no fim, transformaram-se em suas melhores qualidade.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Ontem encontrei uma blusa sua, suja e esnobando teu cheiro, e decidi que desisto. Charles, eu sinto sua falta. Decidi que sinto sua falta como sentirás da tua camisa preferida que está agora em meu corpo que sua frio em minha pele nua. Decidi que te amo, e que para este mal talvez não há cura.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Charles, tua falta me faz regressar aos pesadelos de abandono. Eles se curaram enquanto estivestes aqui, e se intensificaram desde que se foi. Ah, Charles, se soubesses que a conversa de porta de rua aumentou desde que me deixou. Os vizinhos reclamam tua falta, se atreveram a dizer que fiquei pouco humorada desde a última vez que me viram com você.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Mas, Charles, a gente se pertencia. Fosse pelo destino ou por vontade, a gente se pertencia. E sabíamos nos pertencer, cada qual pertencente mais ao outro do que a si próprio. E a gente se perdeu. Seja novamente por destino ou vontade - tua é claro - &amp;nbsp;a gente se perdeu. Talvez estejamos perdidos ainda, e nos encontraremos juntos.&lt;br /&gt;Pelo desespero com que se foi, atrevo-me a desejar que ainda há de voltar. Tu voltas, não voltas? Pela tua camisa ou pra um último café. Volta, que é pra eu sorrir, e quem sabe, não te faça ficar. Teu livro ainda está naquela página marcada, tua toalha dependura no box do banheiro, e teu cheiro está em toda casa - no meu travesseiro, no lençol e em cada amanhecer. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; Charles, sei que não é certo pensar em ti tanto assim. Sei que essa saudade ainda me afogará com todas as lágrimas que vem se derramando pela tua falta. Mas, Charles, meu querido Charles, é maior do que eu. Eu te amo, te amo, e é tanto, que tanto já perdeu a intensidade. Charles, nos pertencemos, nos queremos, nos somos. Eu te pertenço, eu te quero e sou toda tu. Se não for um crime muito grande, que esta carta chegue com um cheiro meu, e que desperte em ti a saudade de mim, e que você a atenda e venha logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5272569006777239845?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5272569006777239845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/charles.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5272569006777239845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5272569006777239845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/charles.html' title='Cartas para Charles I'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2018531727394439089</id><published>2011-08-28T02:16:00.000-03:00</published><updated>2011-11-06T22:19:16.314-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#personal'/><title type='text'>Estórias silenciadas, mas vividas mentalmente.</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/13517968/tumblr_lq1mokJGwm1qbjlezo1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="208" src="http://data.whicdn.com/images/13517968/tumblr_lq1mokJGwm1qbjlezo1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 25; width: 300;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/KcXZGzaQZQs?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/KcXZGzaQZQs?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="300" height="25"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viemos nesse jogo perfeito desde março ou abril, não sei. Nesse jogo pouco maduro e expositor, houve troca de olhares, conversas ambíguas, indiretas perfeitamente direta se analisadas de trás para frente. Tu, menino, tão mais novo que eu, por um ano apenas, se fez muito mais homem do que muitos dos de 20 e poucos que conheço por aí.&lt;br /&gt;No dia-a-dia, tu me vinha sempre ao contrário. Se tava triste vinha sorrindo, se queria afago me fazia afastar, se queria proximidade me agredia. E eu te agredia com palavras e fisicamente. Estúpida de mim pensar que, embora com teu corpo extremamente magro, eu seria mais forte que você. Sempre virava a luta ao teu favor, me torcendo os braços e fazendo com que eu batesse em mim. Quanta raiva sentia de ti, e tu sorrias e dizia "ah, você se bate e eu que sou culpado?". Eu tinha que rir também, ficava brava com você poucas vezes.&lt;br /&gt;Ficava brava quando vinha contando que tava de caso novo. Como assim ousava trair nossa relação? Que relação? Nossa brincadeira de querer com os olhos e manter essa vontade silenciada. Acho que tu contavas os detalhes para que eu sentisse raiva, que eu o odiasse e declarasse fim de jogo, aceitando a derrota. Pois, seria derrota se eu verbalizasse primeiro que queria, queria sim. Que eu gostava.&lt;br /&gt;Não falei. Entrei de cara no jogo e fui vencendo. Dizia sorrindo, dissimulada e morrendo por dentro, que tomara que desse certo teu novo caso. Com a guria de outras histórias, com aquela da festa de outro dia, com a nova que conheceu. E sempre sorria, profunda e aliviadamente, quando seus casos não chegavam nem há um mês. Egoísmo meu, não nego. Não queria perder o jogo, nem tampouco te perder.&lt;br /&gt;E tu me surpreendia todo dia. Sou assim boba mesmo, que se surpreende com obviedades. Como quando lembrei-me que não gostavas de pão de queijo, mesmo que houvesse dito apenas uma vez, e tu me olhou sorrindo e disse "você lembrou", meio impressionado por eu me lembrar de uma coisa tão idiota. E isso me surpreendeu, que você reparasse justamente nisso. Eu me surpreendia por quase tudo. Mesmo sabendo que do nosso grupo era o que tinha maior probabilidade, fiquei boba quando nos deixou porque conquistara aquilo que todos estamos (ainda) buscando. E eu sabia que você nos deixaria antes, tentei ganhar o jogo até lá. mas, a partir de um dia o jogo parou de fazer sentido. Comecei a perder ao ver que gostava demais daquilo, que queria que sacasse o que eu escondia e que ganhasse o jogo. Daí você saiu e ficamos no 0x0.&lt;br /&gt;Eu deveria ter te intimado aquele dia que saímos juntos. Que ficamos cara a cara, cada um com uma coca e falando sobre o que gostávamos. Deveria ter te prendido na parede, de roubado um beijo e saído em seguida sem falar nada, que era pra eu não perder o jogo. Ou até mesmo naquela galeria de arte, te roubado por um tempo, e antes que alguém desse nossa falta, teríamos entregado o jogo. Ou deveria ter aceitado a derrota e dito que tu me atraia. Mesmo sendo menino e eu mais velha que tu. Porque tu era bem humorado.&lt;br /&gt;Não foi justo hoje vir com tua carência enquanto eu curtia a minha. Conversas de madrugadas nunca são uma boa, sabia disso, mas arrisquei pelo gosto do proibido. E tu me entregou o que não deveria, eu falei o que não pudia. E fui eu quem primeiro perdeu, de forma proposital, porque não queria ser tão covarde quanto você.&lt;br /&gt;A conversa terminou numa boa, mas ainda indefinidos, transitivos. Ficou acertado que tu é números e eu palavras. Que continuasse tua nova história e que minha vida se acertasse.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Que fique por acontecer, ou pelo que podia ser, porque foi bom de se viver até aqui. Que fique com a possibilidade do acaso.&amp;nbsp;No entanto, resgatando aqueles sentimentos do primeiro semestre, que teu caso não dê certo e que tu venha acertar minha vida. Mas, venha rápido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2018531727394439089?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2018531727394439089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/estorias-silenciadas-mas-vividas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2018531727394439089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2018531727394439089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/estorias-silenciadas-mas-vividas.html' title='Estórias silenciadas, mas vividas mentalmente.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-7025173065306101607</id><published>2011-08-27T19:16:00.004-03:00</published><updated>2011-11-15T20:18:47.941-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='série'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Que se finde a vida quando acaba o amor'/><title type='text'>Deste lado da cidade, do alto do prédio.</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/13629896/tumblr_lpy50p1DKr1qd5mnho1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="220" src="http://data.whicdn.com/images/13629896/tumblr_lpy50p1DKr1qd5mnho1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="25" width="300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/watch?v=TTRXzkRis-s"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/watch?v=TTRXzkRis-s" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No penúltimo andar de um prédio, em um apartamento quase inabitável, uma mulher evita a janela. Pela sala há roupas jogadas, sapatos largados e um corpo que se estira pelo sofá. Ao alcance de sua mão, o cinzeiro, e entre seus dedos um cigarro quase no fim. O corpo é o daqula que evita a janela. E tudo o mais também é dela. Até a vida que aos poucos vai se esvaindo de seus olhos.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pela lembrança quase intocada, dá-se os últimos suspiros daquele amor que há alguns dias pegou as malas e disse adeus. E desde esses "alguns dias" restringiu suas atividades vitais àquele sofá já delineado com teu corpo, um pouco de café - que é para não dormir e não se esquecer da dor - e ao cigarro na boca. Falta tudo que nunca a preencheu, e ela sobrevive da tortura que ela mesma a&amp;nbsp;infringe. Dá saudade do beijo e põe cigarro aceso na boca. Dá saudade do calor de outro corpo e bebe café frio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Não deveria ter deixado-o partir". Não deveria mesmo, pois tudo veio desabando com tal velocidade que decidiu por desabar naquele sofá. A porta destrancada denuncia a vontade de que ele volte. E tudo o mais que está fora do lugar, também. "Amor, que droga é essa?"; falar de dor agora é fácil, pois esta toca-lhe a pele e adentro ao seu âmago. E dói.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Evitar a janela já não é tão fácil. São 24 andares e se for até o terraço contará mais alguns. Mas, jurou nunca ser fraca o suficiente ao ponto de findar sua vida por amor. Era o que fazia resistir aquela tentação. "Não deveria ter deixado-o ir". "eu vou". "Não, não, eu resisto".&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Você, com tuas manias estúpidas, me impede de ser feliz. Teu ciúme que me persegue a cada amanhecer, essa tua necessidade de apego e toda tua carência. Seja homem e faça o papel de um. Pare de mendigar por afeto, pare de me sufocar com cinco ligações matutinas, três vespertinas e umas duas noturnas até eu chegar. Não sejas tão sentimental, você não sabe que mulheres como eu não suportam isso? Pegue esses teus papéis, poesias não me comovem, histórias de amor também não. Amor, que coisa tola que tantos adoecem e tantos se enfraquecem. Não quero que diga que me ame sempre que eu acordar, só acorde e pronto. Está me sufocando toda essa sua necessidade de mim, me deixe ser leve, me deixe voar e respirar. Engula tuas poesias ultrarromânticas e acabe de vez com esse pessimismo, a vida não acaba quando eu não estou contigo."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aquelas palavras que saíram direto da sua boca para esbofetar teu amante interlocutor arrancava-lhe a vida agora. Que palavras tolas, vinda de uma tola, de uma fraca. Que tolice de amor que agora a enfraquecia. Ele pegara apenas uma mala e ajuntou algumas poucas coisas e saíra. Fizera papel de homem não procurando-a. E agora lhe perseguia a imagem daquela face chorosa que nem implorou. Ele aceitava ser infeliz, mas torná-la infeliz jamais aceitaria. E por isso partiu. E como ela queria a fraqueza do amor, como queria aquele sufoco, aquela paixão desmedida, aquelas ligações - seu telefone tornara-se mudo desde então - queria tudo de volta. Queria era a carência dele e todos os "eu te amo" matinais. Mas, ele que de tão fraco de amor por ela, estava sendo forte para não alimentar a infelicidade dela. Mal sabia ele que ela planejava cair daquela janela, mas não queria acabar com a dor, porque aquela dor iria carregar sempre por culpar-se por perder o que mais a preencheu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;b&gt;- Da série: Que se finde a vida quando acaba o amor&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-7025173065306101607?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/7025173065306101607/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/que-se-finde-vida-quando-acaba-o-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7025173065306101607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7025173065306101607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/que-se-finde-vida-quando-acaba-o-amor.html' title='Deste lado da cidade, do alto do prédio.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5604064809818976857</id><published>2011-08-24T20:37:00.000-03:00</published><updated>2011-08-24T20:37:00.079-03:00</updated><title type='text'>Happy birthday, Paula.</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; color: #444444; font-family: 'Helvetica Neue', HelveticaNeue, Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 19px;"&gt;A gente cresce sempre querendo mexer no tempo. Se para o passado ou futuro, não importa, mas queremos tê-lo por pura posse e necessidade, porque o tempo ainda não conseguimos domá-lo.&amp;nbsp;Aos 5 anos eu queria ter de volta os meus 3 para ter minha avó e minha mamadeira de volta. Aos 6 decidi que queria ter 10, porque minha irmã tinha 10 anos e eu também queria ter. Aos 10 queria ter 15 para deixar de vez a infância e ser adolescente, menina moça. Mas, aos 14 comecei a acreditar que não era tão legal esse acréscimo de anos…Aos 15 queria definitivamente meus 14. Aos 16 queria os 15 e aos 17 queria os 16, porquê meus 16 anos foram incríveis e daí vieram os 17. Dezessete é definitivamente uma idade legal. Mas, hoje vieram os 18, e como eu queria meus 17.&amp;nbsp;18 pesa mais por todo o rótulo que vem com ele e a responsabilidade quem vem de brinde. Fazer aniversários deveria ser bastante legal, mas há alguns anos não acho tanto. Adoro o dia 24 de agosto, adoro o carinho de todos que se lembram, mas festas de aniversário me deprimem. Não gosto das minhas festas de aniversário desde a dos 15. E todo ano eu tenho que fazer aniversário de novo, rs. Mas, que seja mais doce essa idade e que até eu me deitar que eu aceite com facilidade que os 18 chegaram e não há nada que eu possa fazer.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5604064809818976857?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5604064809818976857/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/happy-birthday-paula.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5604064809818976857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5604064809818976857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/happy-birthday-paula.html' title='Happy birthday, Paula.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-3731676725893591240</id><published>2011-08-20T21:09:00.003-03:00</published><updated>2011-08-20T21:18:40.194-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='eight days a week'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='amor'/><title type='text'>Oito dias por semana, 365 dias por mês.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://28.media.tumblr.com/tumblr_lq8x70Gmf01qhn2o8o1_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://28.media.tumblr.com/tumblr_lq8x70Gmf01qhn2o8o1_500.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="25" width="300"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kWakZcEGB38?version=3&amp;amp;hl=pt_BR"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YtuybFrq7Rw?version=3" type="application/x-shockwave-flash" width="300" height="25" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu veio caminhando com aquele estilo "alternativo", perguntastes meu nome e me passou teu número. Fiquei com cara de bobo, como qualquer homem ou moleque ficaria. Tu com teu 1,70m de altura, um corpão e um cabelo castanho pouco abaixo dos ombros, veio até mim e me deu teu número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não liguei no primeiro dia por pura covardia. Mulheres como você não ficam com caras como eu. Meus amigos ainda ajudaram, dizendo que deveria ser alguma brincadeira de mal gosto, algum trote. Não liguei. Tu me apareces na segunda semana e vem toda brava me perguntando porque eu não liguei. Fiquei mudo e novamente todo bobo. Disse que havia perdido, que era meio desastrado e tolo assim mesmo. Para minha completa surpresa tu sorristes. Fez charme, mexeu no cabelo, segurou meu antebraço e fechou os olhos - ainda rindo - por alguns segundos. Naquele momento, com o vento e destino ao meu favor, veio teu cheiro e teu gosto em mim. Naquele momento, foi quando me perdi, foi quando tudo se perdeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois daquele dia em que você me chamou para um encontro e me pagou uma cerveja - "que mulher mais macho é essa?" - eu já sabia que não tinha volta. Eu era só um idiota que cursava o segundo ano de letras e você era a formanda de sociologia. Não havia garota mais determinada que você e nenhuma tão atrevida quanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu me olhastes curiosa quando chorei vendo teu filme favorito "Antes que termine o dia", eu me surpreendi por não chorar. Tu me disseste que não chora assim não, só gosta do filme porque te dá uma "agonia". Ri entre lágrimas e te beijei assim mesmo. Depois de um tempo aprendi que você gostava de poesia, mas nada te comovia. E eu era sempre o sentimental da relação. Fui eu quem primeiro disse "eu te amo", você apenas me retribuiu com um beijo. Fiquei louco por algumas semanas, pensei em terminar, diria que não sou forte para essa relação, que eu queria alguém sentimental e que me dissesse eu te amo também. Mas, uma semana depois, me chamou pra tua cama e disse-me em meio a todo o calor do momento: "não sou mulherzinha de dizer eu te amo, mas não há ninguém que me faça mais sentido do que você".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tu me pegou pelos olhos que comem qualquer coisa que prenda tua atenção. Tu me teve desde o dia que disse: "Eight days a week - The beatles é minha canção para você". Tu me teve quando me escreveu um livro de 100 páginas sobre você, para eu chegar na última página e ler um conto tão romântico que pôs qualquer escritor de lado. E com essas 100 páginas me fez ver que eu não sei nada sobre você. Tu me teve com tua cara de séria, mas principalmente na tua primeira risada, a mais infantil de todas. Me teve quando a vi menina, mais menina que mulher. Me teve quando a vi querendo fazer revolta pelo movimento "segregacionista" que começou a se formar na faculdade. Tu me teve quando dissestes ficar louca quando tô de óculos, camisa xadez, allstar e violão. Tu me teve quando me escreveu estórias de puro romance e erotismo. Tu me teve quando dissestes que eu deveria ser escritor, porque você acha isso muito atraente. &amp;nbsp;Tu me teve naquele dia que veio caminhando até mim...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E hoje, tu me vens, me beija por petulância e pede que eu cante eight days a week para ti. Eu sou teu, mulher. Eu sou teu por aprisionamento, por rendição. Sou teu porque não sei não ser. Sou teu porque aceitei o fato de eu ser bobo, e de que, nesta relação sou eu o sentimental, sou eu a parte feminina dos relacionamentos. Porque sou eu quem chora vendo filmes de romance, sou eu quem liga para saber como está e sou eu quem está nas tuas mãos. Mulher, sou teu, por puro prazer. Mulher, porque você me faz homem como ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Hold me, love me. I ain't got nothin' but love, babe. Eight days a week I love you.&lt;br /&gt;Love you everyday girl, always on my mind. One thing I can say, girl: Love you all the time."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-3731676725893591240?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/3731676725893591240/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/oito-dias-por-semana-365-dias-por-mes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3731676725893591240'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3731676725893591240'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/oito-dias-por-semana-365-dias-por-mes.html' title='Oito dias por semana, 365 dias por mês.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-7430534784626611601</id><published>2011-08-20T17:33:00.000-03:00</published><updated>2011-08-20T17:33:03.109-03:00</updated><title type='text'>Deixa eu brincar de ser feliz.</title><content type='html'>Você riu da primeira vez que cai perto de você. Eu sorri, mais por constrangimento do que por graça. Fiquei toda vermelha por debaixo das minhas bochechas morenas e você riu até ficar vermelho na sua pele branca. E depois me veio com a ideia de andar de patins. Quis perguntar se era louco, dado o meu desastre ao andar, mas quis mostrar que era forte. Você pôs meus pés 35 dentro daquele patins masculino - provavelmente 40. E eu fui toda determinada a alcançar tua mão antes que caísse, achei que você deixaria isso acontecer, mas me firmou. E ficava rindo sempre que me equilibrava, eu tentava não ficar mais morena de tão vermelha.&amp;nbsp;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você riu no nosso primeiro encontro - como namorados oficialmente - quando, ao entrarmos juntos na escada rolante, eu desequilibrei. Você riu tanto que as outras pessoas olharam, mas eu ri junto e dei de ombros. Você já sabia do desastre que eu era. Aí você me leva àquele restaurante, à meia luz e bastante aconchegante, mas meio caro, só porque era novo e estava na moda. Eu estava de calça jeans, allstar e blusão de frio vermelho. Não podia estar mais simples ou desarrumada. E você riu quando expressei isso em voz alta, me fez olhar para o allstar - verde musgo- que estava nos seus pés, me disse que eu estava linda e que provavelmente não havia nenhum casal tão sincronizados como nós ali.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Você riu quando eu falei em voz alta o que pensava. Você riu pela desordem que eu era. Você também riu das minhas teorias e provavelmente ria de tudo o que eu falava. Você ria da formo como eu caminhava, concentrada para não cair, e da forma como comia. Você ria da maníaca que eu sempre fui e com o tempo se alinhou à todas elas, sabendo que, comida no prato não se mistura e devem estar disposta em uma certa posição.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E eu que nunca fui de rir, com exceção dos risos de conveniência em jantares em família, acostumei-me a isso. Ria sempre, de você, com você, por você. Eu ria quando acordava, quando te via e quando nos falávamos. Até que me considerei dona da música "Todo carnaval tem seu fim", vivia colocando a mão no meu nariz de bolinha e cantando "deixa eu brincar de ser feliz, deixa eu pintar o meu nariz".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E você um dia me veio como naquela música do Pato Fu - uma das poucas bandas que não concordava comigo - "desculpe, mas vou te fazer chorar". E eu chorei, chorei pelos anos que lágrimas se solidificaram no peito ou se&amp;nbsp;transubstanciaram&amp;nbsp;em sorrisos. Lágrimas que até tinha desconhecido do que são feitas....de pura dor.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Agora, devo dizer, que não vou mais chorar. Não vais mais me fazer chorar. Desculpe, meu bem, mas não quero mais. Depois de tantos risos, chorar não foi legal. Então não me faça mais rir, se depois eu vou chorar. E eu não vou mais rir de você e/ou com você. É uma promessa. Mas, aí eu te vejo....&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-7430534784626611601?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/7430534784626611601/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/deixa-eu-brincar-de-ser-feliz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7430534784626611601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7430534784626611601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/deixa-eu-brincar-de-ser-feliz.html' title='Deixa eu brincar de ser feliz.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-4766529199053679394</id><published>2011-08-17T20:29:00.002-03:00</published><updated>2011-08-17T20:43:04.656-03:00</updated><title type='text'>Sobre sentir saudade, missing you e te extrañar.</title><content type='html'>Eu tenho que confessar, ferindo todo o meu orgulho, vaidade e amor próprio, que me mato de saudades suas. Eu não morro porque é proposital, eu me mato mesmo. Me mato ao pensar em você enquanto escuto "50 receitas" e bebo coca-cola. São doses letais. Mas, eu sinto sua falta, mais do que isso, eu sinto saudades.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pensei em escrever em inglês, porque com teu jeito ignorante de rejeitar a educação não sabe outra língua a não ser a língua mãe - que, sem economizar na acidez, teu português é péssimo. Mas ficava a lacuna do "I miss you", porque isso não tem uma gota do mar que cabe em saudade. Então, esnobando-o ainda mais, pensei no espanhol, porém voltei ao mesmo problema "te extraño" não é saudade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que saudade é essa que sinto de ti? Deveria ser simplificada e facilmente descrita por I miss you. No entanto, é saudade. Saudade rasgada, cortada, que vem do peito,desce em lágrimas pelos olhos e morre na boca. Fico com a boca seca por beber tantas lágrimas salgadas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sinto uma raiva imensa de você, tanto é que tô rasgando tuas fotos. Como uma daquelas adolescentes ridículas ao término do primeiro namoro. Fico em descrédito comigo mesma, ponho em cheque todos os anos de mulher-madura-com-ar-de-30. Me faço com 14 anos e um namoro platônico. Só por raiva. Só por descontrole. E nossa história dura muita mais do que primeiro namoro. Foi primeiro tudo. Tu fostes o primeiro amigo de uma menina, fostes o primeiro namorado e mais que isso. Se gruda nas minhas memórias e se prende a tudo que gosto. Meu primeiro contato corpo-a-corpo é teu. E tu finges que não fostes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu só tô esperando você voltar para poder dizer que já é tarde. Engolir a saudade e arrotar meu orgulho - e, se eu conseguir, uma dose de amor próprio. Porque sentir saudades assim é desumano. E você merece sentir arrependimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só te peço que não me venhas recitando um quote do meu livro preferido, nem de camisa surrada, allstar - e, imploro que não o faça - sorriso de lado. Se o fizer tu sabes que me quebra no meio. Me reparte em duas, e na bagunça da divisão, escolho você ao meu amor. Mas, você é o meu amor, e que se dane o próprio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Então, em português e desprezando algumas regras, digo que tô com saudades. Dê um alô às três da manhã, me pegue de surpresa na porta do trabalho, mas, mate a saudade enquanto ela não me mata, eeer, enquanto não me mato. Eu prometo ser leve e dizer I miss you, ou te extraño, para não carregar demais o "tô com saudades" e não acabar entregando tudo que sinto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-4766529199053679394?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/4766529199053679394/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/sobre-sentir-saudade-missing-you-e-te.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4766529199053679394'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4766529199053679394'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/sobre-sentir-saudade-missing-you-e-te.html' title='Sobre sentir saudade, missing you e te extrañar.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-4100775360216026901</id><published>2011-08-15T21:59:00.001-03:00</published><updated>2011-08-15T21:59:07.256-03:00</updated><title type='text'>Entre extremos</title><content type='html'>É desse equilíbrio que tanto falam que nos faltou. Dessa harmonia entre diferentes notas musicais. Porque você e eu nunca tivemos saída. 8 e 80. Princípio e fim. Vivemos de extremos como se isso fosse o certo. Ou no alto do penhasco, ou rastejando no chão. Não sabíamos ser mornos ou frios, éramos quentes ou congelados. &amp;nbsp;Sempre atrasados ou adiantados demais. Nunca nos ajustamos para estar no tempo certo....Tempo, sabemos bem que fomos reféns dele. Éramos antíteses de nós mesmo. Vivemos desafiando a gravidade, sempre prestes a cair, sempre tendendo mais para um lado do que o outro. Ou harpa ou guitarra. Nunca procuramos a afinidade em nenhuma dessas coisas, nenhum acordo, nenhum acorde, nunca nos equilibramos, nunca harmônica, nunca sinfônica. Éramos bambos, tortos, assimétricos. Desfigurados, desmedidos, descuidados. Instáveis como bomba e balão, sempre prestes a explodir. E agora que se se desata nossos nós, que se desata nós, que se arrebenta nosso laço, eu me arrebento e perco esse equilíbrio com que caminhava e que nunca tive.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-4100775360216026901?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/4100775360216026901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/entre-extremos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4100775360216026901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4100775360216026901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/entre-extremos.html' title='Entre extremos'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2815476953872375700</id><published>2011-08-14T17:37:00.000-03:00</published><updated>2011-08-14T17:37:26.654-03:00</updated><title type='text'>À quem primeiro me amou,</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: white; font-family: Verdana, Geneva, Tahoma, sans-serif; font-size: 11px; line-height: 16px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pai,&lt;br /&gt;de todas as coisas que eu poderia aprender com você, aprendi a aprender. Além do amor e de amar, você me ensinou a aprender. Me ensinou significações.&lt;br /&gt;Amor, foi a primeira coisa que aprendi. E foi tão simples essa lição que aprendi a amar. O significado de amor se entrelaça na nossa relação. E eu aprendi por receber todos os dias isso de você.&lt;br /&gt;Coragem, você sempre soube da grande medrosa que eu era. Sempre soube da minha covardia escancarada, mas você me deu tua mão. Você me segurou, me firmou e quando eu estava em queda livre, me ajudou a levantar. Com minhas mãos na tua, aprendi o que é ter coragem para desafiar o mundo.&lt;br /&gt;Confiança, é o que tenho com você. Eu sei que em quantas vezes eu partir, em cada volta minha, eu vou ter teu abraço pra voltar. Sem olhos críticos ou palavras de repreensão, vai me abraçar e simplesmente sorrir por eu ter voltado. Eu confio que teu abraço sempre vai me esperar. Porque você me deu confiança, em todas vezes que fui, nas mesmas que voltei. Porque você confia em mim. É você que me disse “eu sou mais você” enquanto nem eu sabia ser…&amp;nbsp;&lt;em&gt;eu&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;Sabedoria, é essa coisa que transborda dos teus olhos acompanhando tua boca quando fala. Porque eu posso ler todos os livros do mundo, mas nenhum deles me dará sabedoria, eu só terei conhecimento. Porque olhar em teus olhos é ver que todas as respostas do mundo residem ali. Você que foi meu primeiro - e melhor- professor. Queria saber como você faz para ser tão sábio, deve ser coisa de pai.&lt;br /&gt;Pai, o orgulho é talvez o único sentimento que se aproxime do amor que tenho por você. Porque não há filha no mundo que se orgulhe mais do que eu por tê-lo como pai. Você, que é o homem mais justo, mais honesto e o melhor que eu já conheci. É o homem que eu mais amo, e a pessoa que eu mais me importaria de perder. Você sabe que se eu tivesse que escolher outra forma de ser eu seria você.&lt;br /&gt;Eu posso ver por teus passos lentos e calmos que já percorreu uma grande estrada para chegar até aqui, mas são esses mesmos passos que mostram a sua “não-pressa” de viver. E que se caminha assim o faz porque sabe que ainda há mais para caminhar.&lt;br /&gt;Se eu quase não o vi chorar, não foi porque lágrimas são sinais de fraqueza, mas porque estas se fizeram desnecessárias diante o&amp;nbsp;tamanho&amp;nbsp;da sua luta.&lt;br /&gt;Obrigada por todas as vezes que me corrigiu, que me acolheu e que zelou por mim. Obrigada por me fazer acreditar que todo o amor do mundo reside aqui em casa. Obrigada por ser a minha referência, por ser quem mais admiro e mais amo. Obrigada por eu poder bater no peito e chamá-lo de MEU PAI. Você que é o melhor pai.&lt;br /&gt;Porque ninguém recebeu mais amor do que eu de você. E você sabe que me doi crescer pelo simples fato de que um dia eu terei que me ver sem você. Sem ter o meu&amp;nbsp;&lt;em&gt;papai.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Eu te amo, mais do que é permitido amar. O amo sem medidas, sem razões e sem porquês. Te amo não só por estarmos condicionados à relação pai-filha, mas porque é impossível não fazê-lo. Te amo pelo simples fato de que te amar é o que me faz feliz.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; Feliz dia dos pais, à quem &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;para sempre amarei e me amarás.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Paula.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2815476953872375700?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2815476953872375700/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/quem-primeiro-me-amou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2815476953872375700'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2815476953872375700'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/quem-primeiro-me-amou.html' title='À quem primeiro me amou,'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-4025269055668196552</id><published>2011-08-12T20:10:00.000-03:00</published><updated>2011-08-12T20:10:38.599-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Escreva-me. Um carta com várias páginas, um bilhete curto, um telegrama, uma sms, ou uma mensagem&amp;nbsp;instantânea em qualquer rede social. Mande um aviso por um amigo em comum, deixe com o meu porteiro, ligue. Use qualquer forma de comunicação. Eu só tô pedindo para que você dê algum sinal de que ainda se importa, de que ainda vem aqui de vez em quando, ou que ao menos pensa em mim. Eu só quero ter a certeza de que ainda existo para você. Que talvez, em proporção mínima, você sente a minha falta. Eu só tô perguntando, se ainda vens aqui. Ou se estás disposto a vir. Só me diga que você vem e acabe com essa saudade de uma vez.&amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-4025269055668196552?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/4025269055668196552/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/escreva-me.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4025269055668196552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4025269055668196552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/escreva-me.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1576173905359654733</id><published>2011-08-11T19:31:00.000-03:00</published><updated>2011-08-11T19:31:12.174-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Você sempre me teve como garantia, como reserva de paixões mal sucedidas. "Tudo bem se esse caso não der certo, ela vai estar a me esperar". E estive, esperando-o por menos do que pude, por mais que me doesse. Estive com sorriso no rosto, feridas no coração, medo nos olhos. Mas ficava esperando-o no portão, com um pedaço de felicidade na boca só para não vê-lo triste. Você sempre me teve como menina, daquelas que um presente perdoa o que tinha para perdoar. E eu sempre aceitei seus presentes de volta; um beijo, uma promessa, um abraço. Mas nunca foi mais que isso. Nunca fui suficiente para incomodá-lo. Teve-me com garantias demais, estava próximo do teu alcance, pronta a te alcançar se se distanciasse. Eu sempre o tive por incerteza, por dúvidas e medos. Nunca soube teus horários de chegada, teus momentos de partida. Sempre esteve indo e vindo, por mais que pudesse ficar, por menos que precisasse.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1576173905359654733?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1576173905359654733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/voce-sempre-me-teve-como-garantia-como.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1576173905359654733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1576173905359654733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/08/voce-sempre-me-teve-como-garantia-como.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8197170860336868783</id><published>2011-07-31T21:29:00.000-03:00</published><updated>2011-07-31T21:29:18.410-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>"caí no meu patético período de desligamento"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caí mais uma vez nesses desligamentos, necessário e proposital desta vez. 4 meses me separam do meu projeto e sonho deste ano, 4 meses. "4 meses" é tudo que fico repetindo para me motivar. "4 meses" e então tudo acabará. Tentarei vir aqui, não com frequência, mas não me deixem. Sempre que palavras saltarem dos meus pensamentos, prometo escrever aqui. O tumblr será atualizado pelo queue, então se quiserem acompanhá-lo, é &lt;a href="http://escassez.tumblr.com/"&gt;escassez&lt;/a&gt;. Me desejem sorte, apoio e que eu tenha determinação e persistência para conquistar meu sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- P.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8197170860336868783?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8197170860336868783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/cai-no-meu-patetico-periodo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8197170860336868783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8197170860336868783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/cai-no-meu-patetico-periodo-de.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6522344620033909331</id><published>2011-07-28T09:37:00.017-03:00</published><updated>2011-08-29T20:45:18.675-03:00</updated><title type='text'>E isto aqui não é uma carta para você.</title><content type='html'>E quando você disse "há tanto tempo que sonho com teu sorriso, menina", com teus olhos alinhados aos meus, acreditei que isso fosse uma promessa. Uma amostra grátis do teu amor e do teu sentimento que me doparia com doses cada vez mais exorbitantes por muitos e muitos anos, até eu me curar de mim. Pensava ter mais duração o efeito deste teu fármaco, mas no fim, bem no fim, como todo remédio, se em excesso, vira droga. Fostes esta droga, droga de mim, droga dentro de mim, droga de amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há tempos vim ensaiando essa verdade que me tapa a boca, hoje por alguém motivo, decidi que talvez eu devesse ter coragem de te falar. Tenho guardado em uma papel rabiscado por outras coisas, e de forma codificada, cada data ou dia especial, mas por preguiça ou medo de retirá-lo da caixa de lembranças, decidi colocar de cabeça mesmo tudo que lembro. Não confie em nenhuma delas, como eu mesma não confio em você agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estranha-me lembrar das nossa conversas, como vivo insistindo, nunca fui de prestar muita atenção ao que dizia, &lt;i&gt;você falava muito&lt;/i&gt;. Mas, esforçando-me para lembrar, uma me veio como relâmpago na memória, bem espontânea. Foi um caso cotidiano, que envolvia uma amiga tua, um sobrenome, uma atendente e o nome da minha loja preferida. Não sei porque me lembrei justamente disto, talvez no dia não estivesse tentando gravar teu cheiro, ou roubar-lhe um beijo. Sempre fiquei meio alerta nos momentos em que passamos juntos. Acho que &amp;nbsp;entrava no automático, vagamente consciente de que você falava, mas sei de cor todas as cores que compunham o reflexo do céu no teu olhar. Sei também o gosto do teu cheiro, e o perfume do teu beijo, então acho que isso serve de desculpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para não se sentir ruim, vou citar algumas datas, para provar que às vezes eu prestava atenção. Lembro-me da conversa do dia 21/01, de uma lágrima solteira que me escorreu pelo olho esquerdo, e de tua mochila nas costas quando me abraçou na porta de casa. Lembro-me da madrugada de um mês para o outro, não sei se janeiro/fevereiro ou fevereiro/março, mas saí de casa em um dia e quando voltei tinha ganhado o primeiro beijo teu e era outro mês. Fostes uma desculpa tão ridícula que arranjastes para me seguir...Lembro-me do dia 18/03, eu, você, uma cadeira e um beijo quente. Dia 19/04, um passeio de carro sozinhos, última vez meu.. Daí, dia 21/04 fostes adeus. Mas, é claro que estamos falando de alguns anos atrás e nossa história não terminou há tanto tempo. Daí, me lembro do dia 12/06, uma surpresa, uma declaração, uma caminhada e muitas meninas me invejaram pelo que fizestes. 14/06, uma palco, uma plateia, uma conquista. 19/06, um banco, minha cabeça em teus ombros, tua blusa preta que até hoje invejo, e depois de tanto tempo e descasos nossos lábios se encontraram. Sem datas agoras, lembro de beijos encostados na parede, de beijo de chocolate e beijo de cabeça para baixo. Lembro de um tapa na tua cara, só pra te provocar, só para me puxar em um beijo mais quente. Lembro-me de ajoelhar aos teus pés, e mendigar por teus lábios, quanto tempo duravam aqueles nossos beijos? Lembro dos teus braços envoltos sobre mim, lembro de ter um sorriso teu no meu rosto, lembro de um beijo-sorriso. Lembro de uma tarde atoa, rolando no chão juntos, ultrapassando alguns limites, tornando nossos corpos íntimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem muitas outras conversas de corredores, de computador e trecho de músicas que poderia citar aqui. De filmes não visto, de risos esganiçados, de beijos, muitos beijos. Que boca boa tu tens. Que sabor bom, um beijo teu. Saudades de caminhar ao lado do teu allstar, saudade de me receberes na porta com um sorriso meio falho, e um 'e aí?' como cumprimento. Saudades dos nossos trocadilhos, das nossas poesias, conversas de dia a dia, beijos de bom dia. Saudade demais. Acho que fiquei com as saudades, tu ficastes com meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vim enrolando até, excedendo nas palavras e detalhes, entregando-lhe memórias que poderás usar contra mim, só porque não queria chegar até aqui. Não quero mais me contorcer inteira na cama ao sonhar contigo, não quero passar o dia inteiro com teu gosto porque à noite me veio ao sonho, sorrateiro e bandido como sempre fez. Já não me caibo de saudades e lembranças tuas, e hoje é uma dessas datas nossas. Eu já não quero ter que caminhar fingindo por aí que teus passos não me fazem mais companhia. Não quero, tens me incomodado. Quanto tempo durou esta história mesmo? Não importa, tenho colocado reticências e prolongado este período por tempo demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verdade é que tu nunca fostes tudo o que eu quis. Nem era quem me completava. Tu sempre esteves transbordando dentro de mim, me excedendo, me derramando. Sempre fostes de ideias leves, que qualquer vendaval poderia tirar da tua cabeça, enquanto outras pessoas lhe davam novas. Na verdade, tu roubava o jeito das pessoas. Tá aí, tu me roubastes. Então devolva-me agora, porque não vai continuar me arrastando pelo tempo assim. Tu esgotou minha capacidade de tolerar idiotas, ninguém é interessante quando comparo a ti, simplesmente porque ninguém é você. Vontade louca de te xingar na cara, gritar, te bater, para me controlar e me roubar um beijo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei durante muito tempo pensando em te procurar, mas foi tu que me deixastes para trás, seguistes caminho e não sei aonde estás agora. Eu continuo aqui, com tudo o que foi nosso. Então sabes aonde me encontrar. Não quero viver para sempre com tua sombra em mim, nem queria viver sem ti, mas já me acostumei. Confesso que queria que voltasse, não sei se é para te deixar, ou deixá-lo ficar na minha vida. Acho que o deixaria ficar, não sei te dizer não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se prestastes atenção por tempo suficiente meus olhos me trairão e te contaram tudo, mas prometo fechá-los. Eu vim até aqui, neste texto enorme só para te dar preguiça de ler e não saber tudo que queria te dizer, mas eu queria mesmo te dizer que ainda gosto demais de você para gostar de mim. Ainda sinto uma saudade sufocante e dolorida do nosso tempo, de você. Mas, tudo o que eu queria dizer é que não quero mais sentir isso. Não quero viver pra sempre sufocada pela memória do que passamos, pela dor que vivi, pela minha covardia de nunca ter te procurado. Bem, eu não te quero mais. Não quero mais sentir amor nem saudade. Não quero. Queria dar um adeus, mas tenho medo de querer ficar. Fique bem, cuide de sua felicidade, e me deixe de uma vez. Me deixe ir e fazer o mesmo por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isto aqui, não é uma carta para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6522344620033909331?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6522344620033909331/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/e-isto-aqui-nao-e-uma-carta-para-voce.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6522344620033909331'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6522344620033909331'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/e-isto-aqui-nao-e-uma-carta-para-voce.html' title='E isto aqui não é uma carta para você.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-505861047169516821</id><published>2011-07-27T14:58:00.002-03:00</published><updated>2011-07-27T15:19:54.909-03:00</updated><title type='text'>Para me definir.</title><content type='html'>Minha menina, não posso te deixares, és incompetente para cuidar se si mesma. Se não te lembro, tu simplesmente se esquece de comer. Se não anoto na tua agenda, perde teus compromissos. Não sabe nem mesmo andar sem cair. Tu é esse emaranhado de confusão e desastre, é esse conjunto de medo e segurança que me faz perder a cabeça. Eu sou perdido em você. Tu desafia a escuridão, mas sai correndo para a cama assim que apaga a luz. Cria teorias que te define só para contradizê-las. Arruma teu guarda-roupas porque diz que se ele está bagunçado a tua vida também fica assim, mas você é bagunça, aceite isso, menina. Se pinta de maquiagem, coloca salto alto, disfarça o decote, e depois brinca de ser menina. Você tem um coração e jeito de criança em um corpo de mulher com uma cabeça de uma idosa. Dorme de coberta no calor, mas joga-a no chão no inverno. Anda desfilando confiança porque sabe que vai cair, mas não temes a queda. Aceitaria brincar de roleta russa, mas morre de medo de escada rolante, quando confronto-a de o porquê responde com uma dar de ombros "escadas já são um desafio, em movimento então, são aterrorizantes, sempre tenho medo de pisar no &amp;nbsp;início delas, me parece que vou pisar duas metades de degraus, então eles vão se abrir e eu vou cair". Você cuida de livros como se dentro deles batessem corações, chego a desconfiar que eles tem mais a tua atenção do que eu mesmo. Você se diz decidida, mas sempre pede dos dois sabores porque nunca sabe de qual gosta mais, temo que um dia tu conheças outro garoto e fique provando de nós dois. Você anda caindo, acertando os móveis, colidindo com chão e parede. Você nunca me escuta, por isso tô te escrevendo para que talvez tenha tua atenção. Você critica padrões, mas padroniza tudo que tem. Você tem essa mania de organização, de colocar tudo em certa lógica que ninguém entende. Mas, menina, tu és bagunça. Tu és caos. Por isso não te deixo, porque eu sei que não sabes cuidar de si. Tu cuidas de mim, dos teus amigos, tu te importas com a fome do mundo, com a miséria, mas ao final do dia esquece-se de si. Você me é mistério desvendado, mas nunca te conheço por completa. Mas, menina, eu vou ficar aqui, para te manter inteira e viva, vou ficar porque é incompetente demais para cuidares de ti, mas eu cuido, eu sou profissional em cuidar de ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ass: Teu não mais menino.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-505861047169516821?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/505861047169516821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/para-me-definir.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/505861047169516821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/505861047169516821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/para-me-definir.html' title='Para me definir.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1127869790129281796</id><published>2011-07-26T14:37:00.000-03:00</published><updated>2011-07-26T14:37:54.819-03:00</updated><title type='text'>Despedida</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Eu não sentia esse desprezo todo por você, como você pensa. Mas a partir de uma época, não sei exatamente, comecei a sentir um desprezo enorme de nós dois, como um casal. Eu amava você, mas rejeitava o esquema "nós". Você sabe, casais felizes vivem ou de projeções ou de mentiras mútuas ou de condescendências, e não tínhamos uma coisa nem outra.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Quando vi, passei muito tempo sonhando com aquele cara que me apaixonei em princípio, e não enxerguei que estava convivendo com um protótipo, um fantasma, um resquício dele. Eu tinha uma ideia de amor não baseada na nossa realidade, e talvez tenha sido esse meu pecado. O seu foi apenas não me acompanhar, ter descido os pés no chão pouco após zarpar da viagem, não sei se me entende.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;a href="" name="more"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;O caso é que passei tempos sendo generosa contigo. Generosa com os dias que você sufocava qualquer manifestação de romance, generosa nas vezes que você comentava do seu trabalho sem prazer nenhum, generosa quando você esquecia de bolar algo novo pra me tocar, generosa com suas décimas ligações no mesmo o dia, generosa te sugerindo formas de fazer as pazes comigo depois de alguma intempestividade, generosa com as vezes que você vinha da rua me trazendo nada, generosa com sua amargura.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Eu consertava tudo, e você só fazia deixar o mundo de ponta-cabeça. Então decidi que chegara a hora de atroz. Demorei, mas descobri que podia ser cruel, muito cruel. Simplesmente me vi exausta de tentar camuflar minhas expectativas. Ao mesmo tempo que odiei nós, desenvolvi um amor oceânico por todas essas emoções e sentimentos que nunca imaginei que poderia ter de volta. Me apeguei a isso. E foi aí que tudo que você achava saber sobre mim tropeçou e caiu feio.&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Uma vez ameacei ir embora e tudo que você foi capaz de me dizer foi um "pode ir!" cheio de desprezo. E quer saber? Eu fui. O que eu queria? Apenas converter aquele "pode ir!" idiota, sabe? Eu testei você, e você caiu, trouxa. Medroso, covarde, cagão, não foi homem pra me procurar. Vai ver é por isso que resolvi tomar a iniciativa, como sempre. Para ao menos fingir que tivemos uma despedida.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #222222; font-family: Helvetica, Tahoma, Constantia, Cambria, Calibri, Georgia; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Autor: &lt;a href="http://www.carascomoeu.com.br/2011/07/despedida.html#more"&gt;Gabito Nunes&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1127869790129281796?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1127869790129281796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/despedida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1127869790129281796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1127869790129281796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/despedida.html' title='Despedida'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5126515863321570339</id><published>2011-07-26T14:33:00.001-03:00</published><updated>2011-07-26T14:35:03.591-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Nós sempre fomos essa história de amor nunca contada, talvez por isso que ela não tenha acontecido. Você é meio que inconstante e me custou muito te acompanhar por todo este tempo, eu não consigo, amor. Você me tem, me deixa, me pega, me beija, me leva, me esquece, e volta, e me abraça, e me devora, e implora, e me ganha, e me perde. Você é mesmo assim, essa confusão indescritível. Tome, este será teu rótulo agora: indescritível. Porque você é assim, amor, e não tô te julgando não. Agora, tu deveria tentar te arrumar um pouco, tu anda muito bagunçado. Eu sei que tu é indescritível, mas venha até mim, te deixe aqui comigo e verás que te decomponho em palavras. Porque você é desafio, mas eu gosto. Você é problema, e eu gosto. Eu gosto dessa ideia de me cansares, porque és tudo isso, tudo o que me cansa. E você sabe que não desisto de nada que me seja difícil. Venha até mim amor, que agora vou contar nossa história que é para ver se ela acontece.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5126515863321570339?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5126515863321570339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/nos-sempre-fomos-essa-historia-de-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5126515863321570339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5126515863321570339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/nos-sempre-fomos-essa-historia-de-amor.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-597476259204641969</id><published>2011-07-24T20:25:00.000-03:00</published><updated>2011-07-24T20:25:45.298-03:00</updated><title type='text'>"Sonho parece verdade,</title><content type='html'>quando a gente esquece de acordar. "&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que lá fora pessoas sofrem de fome, pela guerra, pela ausência de paz. Sofrem por preconceitos, por fobias, por misérias, pela humanidade. Mas, partindo do meu egoísmo infinito, aqui dentro eu sofro por esta besteira de pensar em você. Como não me lembrar, se me vem aos sonhos, se os invade e me toma para si? Se nesta noite, branda e comum, você me veio numa mentira quase indiscutível de que talvez fosse verdade? Foi tão real, estar no nosso lugar, naquele degrau, onde me abraçou as pernas e apenas se repousou. Foi tão real quando passei a mão por teus cabelos, senti teu cheiro e te abracei pelas costas. Foi tão vívido que quando acordei acreditei que a realidade que era o sonho. Ah, como sonhos são mentiras! Porque que é que nos pede para&amp;nbsp;persegui-los, acreditá-los, se são mentiras? Você esteve aqui, nestes braços que agora me envolvem por solidão. Ainda me questiono se foi uma lembrança ou sonho mesmo, foi tão&amp;nbsp;verossímil. Quanta mentira em uma noite só. Quanta mentira minha vida inteira. Me olhastes nos olhos naquela ilusão de sonho, e agora eles insistem em te procurar, em querer ver-te. Acordei com teu gosto, com teu rosto, com você por inteiro em mim. Quanta maldade para quem quer esquecer, quanta verdade para alguém que se engana dizendo não pensar em você. Me faça o favor de não interromper meu esforço. Me faça o favor de não vir aos meus sonhos e me tirar a paz que só o sono tem. Se dormir era meu escape da agonia de ti, prefiro ficar acordada. Não quero ter que passar mais dias inteiros pensando em ti, duvidando de que talvez fosse real.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-597476259204641969?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/597476259204641969/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/sonho-parece-verdade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/597476259204641969'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/597476259204641969'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/sonho-parece-verdade.html' title='&quot;Sonho parece verdade,'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2969486368350222468</id><published>2011-07-23T02:33:00.000-03:00</published><updated>2011-07-23T02:33:32.388-03:00</updated><title type='text'>Uma questão de prefixo</title><content type='html'>Nestes (des)encontros da vida, nossa história foi apenas mais um desses (des)casos de amor. Uma dessas histórias que se encontra em qualquer mesa de bar ou numa tela de cinema. Sabíamos desde o princípio que este sentimento era (in)finito, mas insistimos. Juramos (in)fidelidade eterna, &amp;nbsp;juramos&amp;nbsp;sermos (in)felizes para sempre. Éramos (im)precisos, (in)constantes, inteiros. Éramos cheios de (in)certezas e isto nos era (in)suficiente. Acreditamos na (im)perfeição desta história, acreditamos na (im)possibilidade de que talvez fosse o certo. Estive (in)consciente de mim mesma. Somos (in)compatíveis, (in)igualáveis, (im)pacientes, (in)constantes, (im)precisos, (in)esquecíveis, (in)visíveis um ao outro. Somos nós, e isto é (in)igualável. Eu estou (des)pedindo para que talvez volte, talvez volte por estes (des)caminhos tão (des)contentes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2969486368350222468?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2969486368350222468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/uma-questao-de-prefixo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2969486368350222468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2969486368350222468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/uma-questao-de-prefixo.html' title='Uma questão de prefixo'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2628231263572574089</id><published>2011-07-21T14:02:00.000-03:00</published><updated>2011-07-21T14:02:44.877-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Todas as lágrimas que escorriam até que eu adormecesse ficaram guardados no travesseiro. Torci-o e enxuguei-o com bons sonhos e sorrisos, e guardei cada uma delas em uma frasco em cima da prateleira. Ele é frágil e suscetível à quedas como eu mesma o sou. Ao leve tocar do vento pode ir ao chão. Mas, sei que desta vez teu vento não há de vir por estes ares.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2628231263572574089?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2628231263572574089/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/todas-as-lagrimas-que-escorriam-ate-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2628231263572574089'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2628231263572574089'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/todas-as-lagrimas-que-escorriam-ate-que.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6405427125879151407</id><published>2011-07-08T00:09:00.002-03:00</published><updated>2011-07-08T00:26:19.287-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/10553798/tumblr_lmf92r3KWF1qzvvrno1_500_large.jpg?1307456332" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://data.whicdn.com/images/10553798/tumblr_lmf92r3KWF1qzvvrno1_500_large.jpg?1307456332" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me empresta teu peito, meu menino, que está dor não cabe mais só no meu. Me empresta também teu abraço, me envolva e afaste de mim esta sensação de vazio. Me traz outra dose deste teu amor, que o desafeto vem outra vez me devorando. Deveria estar saciada, mas este vazio é mais voraz que qualquer outra coisa que me habite. Este vazio me preenche, e se não tiver ninguém para me aplicar antídoto, eu me entrego, como a fraca que sou. Ainda bem que eu sempre caibo neste teu abraço, mesmo agora, me sentindo tão pequena, eu caibo neste espaço entre teus braços. Encaixo-me como nunca coube em nenhum outro lugar. Traga-me com teu corpo os anticorpos desta dor. Esta minha ferida está na carne viva, como sempre, só que desta vez tá sangrando mais. Ainda bem, meu menino, que você sabe tocá-las. Sabe tocá-las sem ser superficialmente, enfia teu dedo e fere ainda mais, arranca-me desta dormência que o vazio traz. Me traz dor que me traz de volta a superfície, que me lembra que sou viva, apesar de tudo, estou viva. Rompe com esta minha paz maquiada, este meu estado de não-existência. Ninguém mais sabe me juntar quando me torno pó diante água e vento, mas você o faz. &amp;nbsp;Deixe-me te fazer de abrigo, meu menino, abriga-me com minha dores, meus medos, meus momentos de insanidade. Sinto que estou desmanchando, mas, meu menino, é em tuas mãos que o faço. Eu sinto que estou caindo, me dê seus pés para que eu caia sobre eles. Não sei se posso, meu menino, mas minha carne habituou-se à tua, &amp;nbsp;então deixe-me habitar em ti, para que eu não pereça em qualquer lugar. Que minhas mãos envolva cada parte do teu corpo, para que eu tenha com o que preenchê-las, para que elas não me inflijam mais dor. Me faça derreter, porque tenho tornado este gelo de constante solidão. Solidão de mim mesma, de quem fui, de quem quero ser. Escancare tudo isto que tô ocultando, porque sabes que é isto que me entorpece, essa minha mania de esconder quem sou. Meu menino, eu só tô pedindo um pedaço do teu coração, para colocar no vazio do meu. Eu nunca soube ser suficiente, mas com você aqui, pelo menos eu não fico tão vazia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6405427125879151407?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6405427125879151407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/me-empresta-teu-peito-meu-menino-que.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6405427125879151407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6405427125879151407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/me-empresta-teu-peito-meu-menino-que.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8945133252948699556</id><published>2011-07-05T20:56:00.003-03:00</published><updated>2011-07-05T21:27:10.143-03:00</updated><title type='text'>Eu quero, amor.</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/10881006/tumblr_lmwbaiJDwj1qhkpseo1_500_large.jpg?1308275249" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="207" src="http://data.whicdn.com/images/10881006/tumblr_lmwbaiJDwj1qhkpseo1_500_large.jpg?1308275249" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nesse nosso cotidiano, não quero que me traga flores perfumadas, quero que me traga teu cheiro. Não quero que me traga pão, quero que me traga teu bom dia. Não quero que me venha com o jornal matinal, quero teu sorriso. Não quero café, quero beijos, quero amor. Nesse nosso cotidiano, meu amor, eu quero é você. Sem jantares caros, eu quero é noites de amor. Sem promessa de futuro, eu quero é o nosso agora, o que temos. Te quero assim, de leve, como brisa no final de tarde ou como sol de manhã, bem natural. Quero ser acordada por ti, só porque me irrito quando me acordam, então me acorde, e me tenha, amor. Quero chegar tarde após um dia cansativo de trabalho, e gastar a energia que não tenho contigo. Eu quero você, toda parte de você, só para mim, te quero assim porquê você sabe que eu sou gulosa, amor. Quero nosso quarto, só nosso, como nosso mundo. Com você eu até passo a querer dias de verão, só para ter tardes no parque, de sol intenso, deitada em teu colo. Eu quero é te contar a minha lógica, que é ilógica até mesmo para mim. Eu vou te dar algumas das minhas teorias, acredite nelas. Mas eu ainda vou querer o inverno, quero o inverno para ter as cobertas e teu corpo para me aquecer. Eu quero é teus sonhos, que também são meus.Me ensine a cozinhar, todos os dias, porque sempre vou esquecer. Me acompanhe até o shopping, amor, mas quero livros, só isso, me compre livros. Quero tua barba por fazer roçando minha nunca, arrepiando minha pele. Quero que me provoque e me ganhe com teu olhar. Eu quero é dias de domingo na cama, nós dois de&amp;nbsp;moletom cheios de preguiça e amor. Eu quero ver filmes, quero tomar café, quero que me veja lendo. Quero que se irrite, que me corrija, que me ensine. Quero que me faça rir, que ria de mim, que ria do meu andado, da minha tentativa frustada de tentar me arrumar sem acordá-lo. Quero te acompanhar por para onde me convidar, quero que me acompanhe nos lugares mais chatos, mas eu te recompenso depois. Eu quero protestar do teu lado, quero me aprofundar nos teus projetos, te quero lutando pelos meus. Te quero lá, me apoiando nas minhas causas, me sorrindo de longe, mas saberei que estava me vendo. Eu quero é sair do banho, com cabelos molhados, e te ganhar em um abraço. Quero meu corpo aninhado a teu, minha pele íntima da tua. Eu quero é beijos de paixões que nos deixe sem ar. Beijos de tipo homem aranha e Mary Jane, beijos apressados na escada, beijos urgentes de saída. Quero morder-te a boca, o pescoço, tua pele. Quero respirar no teu ouvido e sentir teu coração bater. Quero teu olhar de ansiedade por me esperar, para me ter. Eu quero que sejamos alternativos, diferentes, que sejamos tão um só, que sejamos esquecidos por alguns de nossos amigos. Eu quero que me venha com teus textos cheios de erros ortográficos, quero julgá-los. Quero tua timidez, quero escrever-te poemas de amor e sobre ti, quero ler para ti minhas estórias sem sentidos. Eu quero brigas animais, só para te pedir perdão arrependida, humilhada, ferindo meu orgulho. Porque a gente bem sabe que quando há brigas, beijos para fazer as pazes são mais gostosos. Eu quero é almoços de família, passear com teus amigos, ganhar-te nos beijos. Quero não fazer planos contigo, deixar a vida nos levando. Eu quero é perder a noção de que dia, de que hora, de quem eu mesma sou. Eu quero passar noites em claro contigo, e um dia inteiro dormindo. Quero que me traga tempestades, pois sabe o quanto as temo, então me traga teu colo para me proteger também.Quero que puxe meu cabelo, me tire do comando, me tire do controle. Eu quero é te descobrir dia após dia, teus segredos, teus desejos, tuas vontades. Quero te devorar, te abraçar. Eu quero é teu olhar de crítica, suas palavras sinceras, teu coração manipulado. Amor, eu quero tudo isso, mas se não der tudo bem. Eu quero mesmo é te amar, eu só quero é ter você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8945133252948699556?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8945133252948699556/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/eu-quero-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8945133252948699556'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8945133252948699556'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/eu-quero-amor.html' title='Eu quero, amor.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2592154614266986517</id><published>2011-07-05T01:00:00.000-03:00</published><updated>2011-07-05T01:00:46.422-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://28.media.tumblr.com/tumblr_ln8zcrBlhX1qh7yubo1_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://28.media.tumblr.com/tumblr_ln8zcrBlhX1qh7yubo1_500.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ah, meu menino, numa dessas caminhadas encontrei seus passos.Como poderia eu vê-lo seguindo assim e não querer te acompanhar?&amp;nbsp;&amp;nbsp;Fiz-me necessitada de&amp;nbsp;segui-lo, de acompanhá-lo ao seu lado. Sem qualquer convite ou rejeição, segurou minha mão e me trouxe ao seu mundo. Ah, meu menino, nós nos fizemos menino e menina, homem e mulher. A cada curva, a cada parada, estávamos lá, seguindo sem direção. Temos vistos este por-do-sol de cada dia, este novo amanhecer que traz o dia. Temos sido complemento, metades, encaixes. Temos sido ar, terra, fogo e água em um só dia. Tens sido este meu silêncio de paz, esta canção de amor, este repouso para meu andar cansado. Tenho sido o que tiveres necessidade. Ah menino meu, se te faço rir, me fazes feliz. Se te tenho aqui, então está tudo bem. Neste meu mal humor, me fazes rir, nesta minha agonia me trazes conforto, neste meu dia-a-dia me trazes você. Você que me encontra quando me perco, que me sentes quando entorpeço. Meu menino, serei o que precisas, o que queres, o que te falta. Quero ir contigo até onde a estrada vai, até onde o sol nasce. Meu menino, hoje nem és tão menino assim, mas tenho esse sentimento terno por ti, uma doçura, uma inocência, acho que é amor. Você que é tudo que cabe nessa minhas lacunas, nessas minhas orações sem complemento, naquelas minhas velhas preces. Você que me acorda, que me levanta, que me sustenta e que me deita. Você que me torna tão eu. Eu que me torno tão sua... Meu menino, me traz seu abraço que me aquece, me traz seus braços que me adormece. Me traz suas cores, &amp;nbsp;estas flores, estes velhos amores. Me traz suas dores, que eu irei arrancá-las, curá-las, atenuá-las. Vem meu menino, vem com teu pranto que também é meu, deixe-me chorar também, que sei que engolirá minhas lágrimas, tornando suas também. Vamos provar das nossas dores, vamos provar do que temos que conhecer... Vem meu menino, que não somos mais crianças, &amp;nbsp;que somos livres, que somos eu e você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2592154614266986517?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2592154614266986517/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/ah-meu-menino-numa-dessas-caminhadas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2592154614266986517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2592154614266986517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/ah-meu-menino-numa-dessas-caminhadas.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-3651476909722850606</id><published>2011-07-04T13:44:00.000-03:00</published><updated>2011-07-04T13:44:11.141-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Entre portas e paredes,&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #999999;"&gt;esconde-se&lt;/span&gt; o amor.&lt;br /&gt;Esconde-se ali para con(&lt;i&gt;tê-lo&lt;/i&gt;),&lt;br /&gt;pois se escapa, &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; se expande,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e ele é &lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-large;"&gt;GRANDE&lt;/span&gt; demais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-3651476909722850606?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/3651476909722850606/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/entre-portas-e-paredes-esconde-se-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3651476909722850606'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3651476909722850606'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/07/entre-portas-e-paredes-esconde-se-o.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8525386443269531976</id><published>2011-06-28T16:51:00.000-03:00</published><updated>2011-06-28T16:51:09.271-03:00</updated><title type='text'>Pesa, pesa muito.</title><content type='html'>Não, eu não perdoo. Não perdoo tua ausência, teu silêncio, teu desamor. Eu não vou perdoar o que ficou para perdoar, não quero, não vou. Se se importasse terias feito tudo para que não chegássemos a esse ponto, em que eu te perdoo e você segue leve, carregado pelo vento. Não me venha pedir perdão dizendo que o amor é assim, não vou perdoá-lo por teres encontrado alguém que amas mais. Não te perdoo, porque não posso. Não penses que seguirá limpo, não deixarei que vás assim, tão sereno. Eu te sujo com teu próprio pecado, eu te afundo com tuas promessas não cumpridas, eu te corto com tuas palavras de adeus. Se pensastes que eu o deixaria seguir, que colocaria-me culpada e te daria o perdão, não o farei, meu bem. Tens sido difícil para mim, tudo o que fizestes, este novo amor seu, tens sido difícil, porque deveria eu facilitar para você? Tome, esta dor é mais tua do que minha, não fui eu quem a quis, não fui eu quem a provoquei, eu só a provei. Leve-a e verás o quanto pesa, o quanto afunda-me. Que te atormentes eternamente o meu não-perdão, a minha não absolvição. Te quis, e ainda te quereria se não fostes tão sujo com teu pecado. Agora vai, me deixa, me deixa sem tua mala de desamor que ela não me pertence. Carregue-a por onde for, porque aqui ela não vai ocupar-me mais espaço, ela vai pesar na tua mão. Vá, com a condenação que tu mesmo te destes... Pequeno engano este seu, achar que te livraria da tua culpa, pequeno erro seu achar que tudo caberia aqui. Guardei muitas coisas; o teu amor, tuas lembranças, teus sorrisos e minha felicidade, não vou me&amp;nbsp;entupir com esta culpa, ela não me pertence. Vai, já é tarde agora.....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8525386443269531976?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8525386443269531976/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/pesa-pesa-muito.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8525386443269531976'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8525386443269531976'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/pesa-pesa-muito.html' title='Pesa, pesa muito.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-4763965029127101030</id><published>2011-06-28T16:25:00.000-03:00</published><updated>2011-06-28T16:25:58.784-03:00</updated><title type='text'>Bloqueio</title><content type='html'>Resolvi por lavar-me do que me pesava, e agora me falta ligação entre as palavras, me falta o que escrever. Tenho tido este bloqueio, que bloqueia-me a alma, todo o meu ser. Porque escrever era a única coisa que sabia fazer, e depois &amp;nbsp;de me lavar das minhas amarguras tem me faltado a sujeira rotineira para escrever. E se eu for feita disto? De lixos, amarguras, desafetos? E se for o que me suja, o que me rompe, o que me pesa, que faz com que eu exploda em palavras. Estou me implodindo, e não sei por quanto tempo conseguirei me sustentar. Quero me sujar de novo, traga-me meu lixo, meu mal humor, minha tristeza. Traga-me tudo isso que tô precisando explodir, explodir em palavras.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-4763965029127101030?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/4763965029127101030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/bloqueio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4763965029127101030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4763965029127101030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/bloqueio.html' title='Bloqueio'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6094074626474841243</id><published>2011-06-26T23:50:00.001-03:00</published><updated>2011-06-26T23:55:53.264-03:00</updated><title type='text'>Quebrar-se</title><content type='html'>Desta vez não vou me quebrar. Custou-me muito me reintegrar. Não, desta vez não me quebro. Quebrei a cara, o peito, os braços, o coração, quebrei-me e ficastes inteiro. Não vou te dizer para quebrares, só digo que desta vez eu não me quebro. Sigo inteira - pela metade, na verdade- mas, uma metade inteira. Cansei de ter que sair me juntando, me colando, vivendo de fitas adesivas e band-aids. Já fui colada demais, colada a ti, colada aos pedaços. Tô regenerando, cicatrizes ficam, é claro. Mas aos poucos a gente acostuma, e acaba por fazer parte, como um lembrete de alguma história, como as cicatrizes infantis nos lembram dos nossos tombos. Mas sigo inteira, como um dia eu fui. Estranha-me pensar que já fui inteira, nem me lembro quando, mas fui. Quebrei-me tantas vezes que nem sei como sou eu inteira, sem pedaços. Mas tô colada, não sou inquebrável, mas acredito que fiquei mais resistente. Permito-me até jogar-me no chão, bater contra a parede, cair da cama. Me quero inteira, na minha metade, mas inteira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6094074626474841243?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6094074626474841243/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/quebrar-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6094074626474841243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6094074626474841243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/quebrar-se.html' title='Quebrar-se'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6315819434336365655</id><published>2011-06-25T18:17:00.000-03:00</published><updated>2011-06-25T18:17:22.241-03:00</updated><title type='text'>Saiu</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/11151275/12970931223472_large.jpg?1308877130" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="216" src="http://data.whicdn.com/images/11151275/12970931223472_large.jpg?1308877130" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Hoje saí limpa. Despi-me de toda a amargura e entrei no chuveiro. Deixei que a água escorresse levando pelo ralo todo o desafeto, a tristeza, as lágrimas, o que vinha me sujando. Fiquei com a cabeça debaixo d'água em um estado de não-pensar, de não-agir. Lavei a alma e tudo que vinha matando-a, tudo que vinha decompondo-a. Saí do chuveiro mais leve, mais viva. Vesti um vestido florido, pés descalços, e um livro debaixo do braço. Fui de encontro com a natureza, sentir o vento na cara, o sol na pele, a paz na alma. Corri para sentir a liberdade, a leveza, para voar. Deixa que tudo se vá nas asas do vento, deixa que a&amp;nbsp;tristeza&amp;nbsp;escorra pela face e volte em forma de sorriso. Deixa que tudo tem fim e que é preciso aceitar. Saí desapegada de objetos, de conceitos, de tempo, de maus sentimentos. Deixei o peito luxuriar-se com o que é puro, respirou expandindo-se, parecia não se conter. Rolei na grama e continuei limpa, clara.&amp;nbsp;Sussurrei deitada no chão e encarando o sol.&amp;nbsp; Hoje saí limpa, e limpou-se em mim todas as mágoas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6315819434336365655?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6315819434336365655/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/saiu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6315819434336365655'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6315819434336365655'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/saiu.html' title='Saiu'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-9124709891521478683</id><published>2011-06-25T17:18:00.000-03:00</published><updated>2011-06-25T17:18:41.831-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Encontrei-o pela última vez na saída. Estava sereno como sempre, caminhar lento, sorriso no rosto, olhos no chão. Saía daqui, e mal sabia eu que era para sempre. Iria-se para nunca mais voltar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-9124709891521478683?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/9124709891521478683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/encontrei-o-pela-ultima-vez-na-saida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/9124709891521478683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/9124709891521478683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/encontrei-o-pela-ultima-vez-na-saida.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-7445397481642712940</id><published>2011-06-25T16:24:00.001-03:00</published><updated>2011-06-25T16:25:34.717-03:00</updated><title type='text'>Não-amor</title><content type='html'>Não te amei, serias muito puro e sereno se tivesse te amado. A verdade é que te senti. Te senti como se sente uma dor de cabeça, uma dor que&amp;nbsp;perturba&amp;nbsp;todo o corpo. Te senti como sente os&amp;nbsp;suicidas&amp;nbsp;uma paixão por se matarem sem alguma explicação. Te senti como se senti um tornado, com força destrutiva. Te senti como fagulhas de vidro que penetram a pele. Te senti como uma agonia, uma perturbação. Te senti intensamente, e dói-me ainda te sentir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-7445397481642712940?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/7445397481642712940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/nao-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7445397481642712940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7445397481642712940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/nao-amor.html' title='Não-amor'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2572963357498914801</id><published>2011-06-23T23:59:00.003-03:00</published><updated>2011-06-26T14:41:55.605-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='arco-íris'/><title type='text'>Onde termina o arco-íris</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Que dessa doce ilusão infantil, tornou-se por obsessão mais tarde. Perseguindo sete cores dispostas em uma sequência imutável: vermelho, alaranjado, amarelo, verde, azul, anil e violeta; o arco-íris. A fonte de toda a riqueza - talvez naqueles tempos representassem os pedaços de algodão-doce do céu: as nuvens, que sabor teriam? Sentaria-me nele e escorregaria, no mais perfeito dos escorregadores.&amp;nbsp;Perseguir para encontrar seu fim, talvez seja o princípio, só sei que o meio é o que se vê. &lt;i&gt;Mania essa de achar que o que não se vê não existe&lt;/i&gt;, por isto persigo o que existe, o que não vejo. E me pergunto depois de tanta obsessão será que se encontrasse o fim, o que faria dos anos de perseguição? Se o que alimenta é justamente isto, o eterno vir-a-ser, o que sempre não se saberá; mistério. Mas perseguir tornou-se questão de necessidade, persigo para achar a gota que refrata todas as cores, para achar qual delas que colore a sequência. Gota mágica, deveria ser você quem procuro, mas não, por não ser quem se destaca, procuro quem se ostenta: o arco. Se achar uma cachoeira saberei que terei gostas de água suficiente. Mas porque não a chuva? São gotas ofertadas pelo próprio céu, de onde se vem o arco-íris. &lt;i&gt;Rainbow&lt;/i&gt;, é o arco de chuva, não resta dúvidas que vem dos céus, da água que cai. E da tímida chuva cai, vejo que se forma uma arco, da minha janela para o que se vai além do que se vê...&lt;i&gt;Se além do arco-íris eu conseguisse chegar&lt;/i&gt;... Talvez lá encontre os segredos que todos guardam dentro de si, serei confidente do mundo... ou talvez encontre um pote de livros, eu deitarei nas nuvens - arrancando-lhes pedaços, provando-os; saberei finalmente o sabor... - e de lá, talvez encontre outra obsessão ou talvez me perca e me torne mistério como o que se tem além.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2572963357498914801?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2572963357498914801/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/alem-do-arco-iris.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2572963357498914801'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2572963357498914801'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/alem-do-arco-iris.html' title='Onde termina o arco-íris'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8420877124104604460</id><published>2011-06-23T16:25:00.007-03:00</published><updated>2011-06-25T16:51:07.410-03:00</updated><title type='text'>Happy Birthday, engenheiro(s) da computação.</title><content type='html'>hoje é seu aniversário, Daniel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, se todos os pedaços de memórias fossem tão doces quanto os que tenho contigo....Lembro-me de ter o cabelo curto, curtinho, usar vestidinhos e ser tímida, muito tímida. E eu lembro de ir para a sua casa, subir e descer as escadas da frente, correr atrás de você na rua, ir até o seu quarto e perguntar o que fazia. Lembro de irmos a igreja juntos e depois irmos à Pigally. Gostosas lembranças comíamos lá, não é? Não se fazem pizza com&amp;nbsp;ketchup como as que partilhávamos lá. Ficávamos sempre na pracinha de frente, lembro de ter algumas fontes lá, de ver a &amp;nbsp;água cair. Lembro da tua&amp;nbsp;gulodice, eu nunca podia tomar sorvete e a vez que fui tomar, não sabia como e ele derreteu pela minha mão, então perguntei se alguém queria e imediatamente ele sumiu da minha boca para a tua. Lembro-me de esperar eu terminar de comer a pizza, quase nunca ia além do primeiro pedaço, e se pedia o segundo acabava por dizer "Quem, q..." mas nunca terminava, porque você já comia tudo. Lembro-me de ver o Brasil ganhar o vôlei nas olimpíadas ao seu lado. Culpo-o pelo meu vício de jogar &lt;i&gt;NFS underground 2, &lt;/i&gt;por jogar &lt;i&gt;half live, &lt;/i&gt;e ser sádica no&lt;i&gt; CS. &lt;/i&gt;Foi você quem me deu esses vícios, e o culpo também por ter me ensinado a usar computador. Era fascinada por vê-lo mexer em PCs, fascinava-me seus gostos musicais, e seu jeito. Ainda me fascina. Ah, Daniel, você é&lt;i&gt; fucking &lt;/i&gt;importante para mim. Te tenho aqui, de forma especial e não consigo classificá-lo em qual função da minha vida. Não somos do tipo contar tudo um para o outro, mas temos uma ligação tão incrível, que é como se não precisássemos. Me abraça forte todas as vezes que me cumprimenta, fica beliscando minha pele, coluna. O culpo por ter me ensinado a gostar de The corrs também, acabo de lembrar. Me chama de&amp;nbsp;&lt;i&gt;Paulinha &lt;/i&gt;de forma que ninguém faz como você, vem carregado de ternura. Fica tocando instrumentos em minha pele, ri de mim, comigo. Me explica coisas sobre o que faz, o que sabe, o que eu não sei e não entendo. Me conta com toda empolgação seus projetos, sempre intercalando &lt;i&gt;'aí Paulinha' &lt;/i&gt;. Se achou no direito de se dar super bem com a Y. Você sempre me ajuda, e está sempre sorrindo, está sempre bem. Você se dá bem com qualquer pessoa. Eu o vi se apaixonar por computador e o vi colar grau em engenharia da computação, dá para crer o quão orgulhosa fico? Sei que ainda vai brilhar muito nesta vida, afinal foi para isso que nasceu, para nos trazer luz. Você sabe que tem muita importância para mim, e que te guardo sempre aqui, como alguém bom, alguém que me faz bem. Eu te amo muito, Daniel. Feliz aniversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre engenheiros da computação....&lt;br /&gt;Hoje também é aniversário do L. Pensei na&amp;nbsp;coincidência&amp;nbsp;que isto representa. Nascidos em 23 de junho, Daniel já engenheiro e L prestou para engenharia da computação. Ambos são pacientes e estão sempre bem. Feliz aniversário para você também, L. Você que me atormenta todos os dias, que sempre conta algo engraçado e diz 'essa foi boa', e que faz parkour. haha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8420877124104604460?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8420877124104604460/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/happy-birthday-engenheiros-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8420877124104604460'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8420877124104604460'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/happy-birthday-engenheiros-da.html' title='Happy Birthday, engenheiro(s) da computação.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-126129042649003490</id><published>2011-06-21T23:19:00.002-03:00</published><updated>2011-06-23T01:03:40.256-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='inverno'/><title type='text'>Inverno</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://26.media.tumblr.com/tumblr_lmky01YVfy1qfgp8jo1_500.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://26.media.tumblr.com/tumblr_lmky01YVfy1qfgp8jo1_500.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;É inverno. Sentes a mudança no ar? Sinto o cheiro do frio, vejo a descolorização da paisagem. Se aqui nevasse diria que inverno serve para deixar tudo preto e branco, como velhas fotografias, como velhas lembranças.&lt;br /&gt;Vem o inverno com o pincel tornando as cores menos gritantes, pintando na tela o que se esconde no artista. Inverno faz o sol recuar, mas o torna necessário como um segundo plano na imagem para preenchê-la. o sol deixa de ser protagonista para ser coadjuvante, até ele faz um pouco de frio, ilumina mas não aquece. Faz frio e é esta uma sensação gostosa, inverno é leve. Inverno pede café, pede chocolate quente, um dia apático, um bom livro. Inverno pede abraços, pede casacos, pede cobertor. Pede para cobrir a dor. Inverno pede amor, ou talvez a leve dor que isto nos traz. Inverno é bom de se sentir, de se sentir na alma, na pele do rosto provocando ressecamento. Resseca lábios pedindo contato. Resseca mãos pedindo caminhadas de mãos dada. Resseca corações pedindo que os mesmos voltem a amar. Inverno é feito para se contar histórias, para se criá-las, para se&amp;nbsp;ouvi-las e ainda mais para se vivê-las. Inverno congelam rostos, dores e amores. Congela o que se deve viver no verão, traz novos ares, novos mares e nos ensina a aproveitar o novo. Faz frio aqui e isto é tão caloroso. Inverno é questão de sentir o que traz, o frio é consequência. Inverno faz frio para aproximar, para sentir o calor, sentir a dor, sentir. Ah, é inverno outra vez, e eu sinto muito...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-126129042649003490?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/126129042649003490/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/inverno.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/126129042649003490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/126129042649003490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/inverno.html' title='Inverno'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1217601438767770220</id><published>2011-06-20T15:55:00.000-03:00</published><updated>2011-06-20T15:55:00.908-03:00</updated><title type='text'>Ex- amor,</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;Há tempos não tenho notícias suas. Nem mesmo sei dizer qual a última vez que o vi. Costumava contar seus passos de chegada e partida. Mas, hoje, por um apelo interno, resolvi mandar-te uma das cartas que todo mês escrevo, mas nunca mando. Precisei fazer síntese de todas as cartas, de todos os meses, para escrever-te uma só.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Como tens estado? Tens seguido o que acreditas... Seus planos, sonhos, ideologia? O que tens de novo; cortaste o cabelo, pegaste um sol, mudou de gostos, tens mais sonhos? Ah, amor, perdoe-me o fluxo de inconsciência, o fluxo de palavras, o jorro de perguntas, tenho ânsia de saber de ti. Já faz tempo, não é mesmo? &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Eu mudei tanto amor, e nem estas aqui para ver. Lembra dos defeitos que tanto odiava? Ainda os tenho amor, mas estou mudando. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Tenho me socializado um pouco mais, amor. Custa-me ainda, é difícil, ficar tanto tempo inerte e depois prestar atenção a tudo e a todos. Sabe amor, continuo idealista. Tenho planejado protestos, sair de cara pintada, pés no chão. Talvez eu não mude nada, mas tampouco não mudarei meus ideais. Lembra-te da minha vontade de ser mais eu? Pois é, tenho conseguido isso também. Tenho me envolvido mais em causas que acredito que me fazem bem. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Nem me importo com o que pensam os outros, como havia dito eles são apenas... outros. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Consegui uma aprovação no vestibular amor, aquele meu velho projeto que tenho tanto me esforçado.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Mas, tenho passado por tantas coisas, amor. Tantas coisas e sem tê-lo ao meu lado. Dias atrás tudo desabou sobre mim, mas fui forte, forte como me ensinastes. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Às vezes me pego lembrando de ti, nada crônico, de vez em quando mesmo. Imagino como seria se ainda o tivesse aqui, do meu lado. O vejo contemplando minhas conquistas escolares, o vejo dando seu ombro, abraçando-me para me fazer feliz. O vejo com tua mão entre as minhas, com os teus sonhos como minhas prioridades de realizar. Vejo-me com você num parque, num cinema, na nossa velha roda de amigos... Apresentando-o aos meus novos amigos. Vejo-me falando de ti amor, como meu, perdoe-me querer propriedade, mas é como vejo. Sabe, às vezes acho que estaria melhor, se ainda o tivesse aqui. &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eu sei amor, que com meu jeito o fiz partir. Não guardo mágoas, ao contrário, lhe guardo amor, muito amor. Lembra o quanto me pedias para demonstrar o que sentia; o quanto reclamavas do meu desafeto? Então amor, não era desapego, era apego demais. Apeguei-me tanto a ti que até hoje não o deixei partir. Ainda guardo teus sentimentos aqui, se tiveres os seus ainda, talvez sentamo-nos e tornamo-los atuais. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Fomos ingênuos, não fomos? Acreditar que teríamos todo o amor do mundo e ninguém nos puniria por isso. Fomos ingênuos por acreditar que era tudo o que nos bastava. Fui ingênua por acreditar que você me bastava. Fui ingênua por te deixar partir pelo medo de te perder...te perdi. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não mando esta carta para criar algum vínculo, alguma amizade.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Sabe que fomos tudo separados, menos amigos. Não sabemos sê-lo, amor. Talvez sejamos melhores amantes que amigos. Não o quero como amigo, me desculpe. Queria-te de várias formas, mas como amigo não.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Seria tua amiga, se ainda fosses meu amor. Seria tua... Mas, amigos não somos. Não confiaria em ti, confundiria tua amizade outra vez. Não confiaria em mim ao ter-te ao meu lado. Sei que estás na hora de ir... Voar no mais alto céu, ou nadar nas mais profundas águas. Sempre pertenceu mais ao mundo do que a si mesmo, então sei que tem que ir. Não para caminhar com tuas pernas, mas para voar com tuas asas, para respirar debaixo d’água.&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Te deixo ir amor, não de mim, mas te deixo ir. Ah,&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;depois de tanto tempo, ainda tenho nutrido aquele sentimento, então talvez não seja apenas uma paixãozinha como havia dito....&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Com o desejo de que proves uma nuvem,&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sua ‘ex-amor’.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1217601438767770220?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1217601438767770220/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/ex-amor.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1217601438767770220'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1217601438767770220'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/ex-amor.html' title='Ex- amor,'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8183015144122146644</id><published>2011-06-20T15:19:00.002-03:00</published><updated>2011-06-20T15:23:32.370-03:00</updated><title type='text'>Concreto e abstrato</title><content type='html'>&lt;span xmlns=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span xmlns=""&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Hoje senti saudades. Esta dor doeu-me tanto que cheguei a duvidar que fosse real. Duvidei até da tua concreta existência. Pensei em ti abstrato, sabe amor? Como o amor que sinto... Abstrato, nada de concreto. Já deveria saber que amor não é concreto, amar não é concreto, ter-te não deveria ser também... Saí para caminhar e me peguei refazendo os nossos passos, o caminho que fazia tendo-o ao meu lado, acabei naquele nosso lugar. E foi estranho, lá estava tão solitário quanto eu mesma. Senti pena, aquele lugar já foi tão mais colorido. Sentei nos nossos degraus, o terceiro de cima para baixo. Fez frio lá, lembrei-me do quanto era quente. Fez-me falta, o degrau era grande demais para acomodar-me, tava gélido, duro, e era novamente concreto. &lt;em&gt;Tua ausência fez-se concreto como tua existência fez-se abstrata.&lt;/em&gt; Estranhei não sentir-me ansiosa a te esperar, mas senti agonia ao invés.  A dor foi maior ali, amor. Não tinha nossa alegria, ouvia-se apenas o eco das nossas risadas, e pela primeira vez, elas assustaram-me. Ah, amor, precisei sair dali, se queria provar que era concreto o que vivemos, fiz da minha solidão concreta e o que passamos; abstrato. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8183015144122146644?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8183015144122146644/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/concreto-e-abstrato.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8183015144122146644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8183015144122146644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/concreto-e-abstrato.html' title='Concreto e abstrato'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8938298977147501364</id><published>2011-06-18T17:18:00.001-03:00</published><updated>2011-06-18T17:18:22.193-03:00</updated><title type='text'>Junho</title><content type='html'>&lt;span xmlns=''&gt;&lt;p&gt;&lt;span style='font-family:Verdana; font-size:10pt'&gt;É junho já; a metade. Tá morno, ainda que seja inverno, tá morno. Não tá aquele frio que o impede de levantar-se no meio da noite, nem tá tão quente que o faça querer cair numa piscina. Tá medíocre, como são medíocres todas as metades.  Está no meio, onde o caminho para prosseguir tem a mesma distância do caminho de volta. Onde se sabe que todo o tempo que durou para chegar até aqui, será o mesmo para chegar até o final. E que para chegar ao final, seria o mesmo que vir até aqui duas vezes, ou então, vir até aqui e voltar.  É, metades são medíocres. Junho é medíocre. Pobre junho! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8938298977147501364?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8938298977147501364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/junho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8938298977147501364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8938298977147501364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/junho.html' title='Junho'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8547896322726735385</id><published>2011-06-18T16:01:00.000-03:00</published><updated>2011-06-18T16:01:49.443-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tô fechando a porta, amor. Te pediria para me acompanhar, mas me pediu para eu te deixar. Então te deixo, te deixo com um pedaço de mim, não, não, levo apenas um pedaço de mim e deixo a maior parte contigo. Ah, amor, te deixo com as lembranças, com a saudade, te deixo simplesmente. Tô fechando a porta e não me importa como vai ficar. Se estará melhor ou não, não vou saber, vou te deixar. Mas, te deixo hoje, e se amanhã me procurares estarei ocupada, terei compromisso comigo mesmo, com minha felicidade. Calma, já estou indo, a porta está quase fechada, só deixo esta fresta para ouvir as últimas palavras, vê se por esta fresta entra o arrependimento. Tá, amor, fecho-a agora, mais do que fechá-la, vou trancá-la. Adeus, seja feliz com tua infelicidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8547896322726735385?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8547896322726735385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/to-fechando-porta-amor.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8547896322726735385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8547896322726735385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/to-fechando-porta-amor.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2997124684915939273</id><published>2011-06-18T00:43:00.003-03:00</published><updated>2011-06-20T14:39:16.171-03:00</updated><title type='text'>XXIII X</title><content type='html'>&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 20px;"&gt;Tenho pensando tanto em ti que acabei por esquecer de mim. És tu a imagem vívida que paira sobre todos os meus pensamentos. Não tenho nem mesmo precisado fechar os olhos para te ver, está sempre ali, sólido na minha mente onde fez morada e recusa-se a mudar. Tenho tido deficiência olfativa, indiferente a qualquer cheiro que não seja o seu. Meus ouvidos recusam-se a escutar qualquer timbre que não seja o da tua voz. Pensei em te ligar, mas tens sido tão indiferente que nem ligas mais para mim, não se importa, entendes? Não tenho precisado de lembretes para me lembrar de ti, mas até o relógio esforça-se para não me deixar esquecer-te, marca certa hora de forma que me lembra que é esta a data do teu aniversário. Tua ausência tem feito presença constante na minha vida. Até quando tento te esquecer, lembro-me de que preciso não pensar em ti, e por lembrar-me disto, lembro-me de você.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2997124684915939273?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2997124684915939273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/xxiix.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2997124684915939273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2997124684915939273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/xxiix.html' title='XXIII X'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-7665485823022168868</id><published>2011-06-16T15:22:00.000-03:00</published><updated>2011-06-16T15:22:16.969-03:00</updated><title type='text'>Perfeita Simetria</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;"Toda &amp;nbsp;vez que toca o telefone eu penso que é você,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;toda noite de insônia eu penso em te escrever...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;Escrever uma carta definitiva, que não dê alternativa &amp;nbsp;pra quem lê.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;Te chamar de carta fora do baralho, descartar , embaralhar você&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;E fazer você voltar..."&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;i&gt;- Engenheiros do Hawaii&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te escrevo porque tens feito falta. Queria telefonar-te, mas sabe como é, teria que escutar tua voz e ouviria como a minha iria se partir... Por isso escrevo, porque sei que não irá responder, este teu silêncio tens me matado. Mas, tens feito falta, meu querido.&lt;br /&gt;Como andas? A vida está melhor desde que se foi? E o amor, encontrou-o novamente? Encontraste alguém que o acompanhe, como eu não fiz? Encontraste alguém que seja mais sua metade que eu? Que seja mais igual que eu e você?&lt;br /&gt;De tempos em tempos eu tiro um tempo para não pensar em você, sabe como é, estás sempre em meus pensamentos. Mas, sabe, queria escrever algo que fosse melhor que isso, que fosse um ponto final, mas sabes da minha mania de reticências....Em prolongar períodos, histórias, sabes da minha dificuldade de conclusão.&lt;br /&gt;Pensei em te escrever, te pedir para voltar, voltar para minha vida, para aquele tempo que nos pertencia. Aquele tempo que nos juntou, sem motivos algum para nos dividirmos. Éramos tão simétricos, tão perfeitos. Éramos uma &lt;i&gt;perfeita simetria&lt;/i&gt;, pertencíamos um ao outro, coexistindo, como se nos encaixássemos.&lt;br /&gt;E agora, como há de ser? Ando sendo metade, apenas metade, já que a outra parte tens estado por aí, inteiro. A simetria foi quebrada, como quebraram os romanos com a simetria grega...Tantos anos com a perfeição, sendo simétricos, tantos anos, para quebrar-se.&lt;br /&gt;Vamos nos perdoar, perdoar o que restou, o que não der, esqueça! Vamos seguir com o que tínhamos, com nossa perfeição, com meus defeitos, com tua vaidade. Vamos seguir como éramos, costumávamos ser tão bons juntos.&lt;br /&gt;Mas sabes, estou cansada de viver a mesma história, reviver os mesmo dias, como já foi uma vez. Talvez seja fato que vá me cansar, todos os teus defeitos, tudo o que fez, ah, isto há de me cansar...&lt;br /&gt;Ah, meu querido, tens me feito tanta falta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Toda vez que toca o telefone &lt;b&gt;eu penso que é você&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;Toda noite de insônia, e&lt;b&gt;u penso em te escrever&lt;/b&gt;:&amp;nbsp;Pra dizer que o &lt;b&gt;teu silêncio me agride&lt;/b&gt;, e&amp;nbsp;não me agrada ser um calendário do ano passado; pra dizer que teu crime me cansa, e&amp;nbsp;não compensa entrar na dança depois que a música parou...A música parou. &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Ao tempo em que &lt;i&gt;nada nos dividia&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;Havia motivo pra tudo e&amp;nbsp;tudo era motivo pra mais...&lt;i&gt;&lt;b&gt;Era perfeita simetria&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;, &lt;b&gt;&lt;i&gt;éramos duas metades iguais&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;...&amp;nbsp;O teu maior defeito talvez seja a perfeição; tuas virtudes, talvez não tenham solução...Então pegue o telefone ou um avião, deixe de lado os compromissos marcados, &lt;b&gt;perdoa o que puder ser perdoado...Esquece o que não tiver perdão; e&amp;nbsp;vamos voltar aquele lugar,&amp;nbsp;vamos voltar.&lt;/b&gt; "&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-7665485823022168868?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/7665485823022168868/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/perfeita-simetria.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7665485823022168868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7665485823022168868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/perfeita-simetria.html' title='Perfeita Simetria'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6349316713005570533</id><published>2011-06-14T21:09:00.001-03:00</published><updated>2011-06-14T21:13:05.150-03:00</updated><title type='text'>A sua</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;"Eu só quero que você saiba que estou pensando em você&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Agora e sempre mais.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;Eu só quero que você ouça a&amp;nbsp;canção que eu fiz pra dizer&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;que eu te adoro cada vez mais&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;e que eu te quero sempre em paz."&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;- Marisa Monte&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah, deixe-me ficar aqui um pouco mais em teus braços, vê se desisto de partir. Isto, abrace-me mais forte, envolva-me como a velhice abraça a morte. Hoje sou tua, e te quero para mim. Sim, hoje não vou nem te mando embora, faço-me tua prisioneira, condeno-te a seres o meu travesseiro. O que importa-me e ter-te um pouco mais. Ah, se soubesses que teu abraço afasta a saudade, como o amanhecer afasta a noite. Visto os teus sonhos esta noite, e seguro tua mão para torná-los realidade. Tens sido o que eu quero há muito tempo, deixe-me tentar ser o mesmo para você. Venha, não se acanhe, toda essa mudança se deu pelo fato de ter dito no meu ouvido que serias meu, então, aqui estou eu, sou tua também. Sabes que quando vou, fico com aquela coisa de saudade, fico desejando teus dedos entre os meus. Então, agora que te tenho aqui, quero a paz que juramos um ao outro, quero cuidar de ti, como cuida as estrelas da lua para que ela não seja sozinha. Aonde desejardes ir, vamos, estarei paralela a ti, vamos como paralelas até o infinito. Quero que caiba aqui, em um único lance de vista e no cuidar das minhas mãos. Venha, que quando amanhecer o despertador não nos acordará...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;"Tô com sintomas de saudade, tô pensando em você.&amp;nbsp;E como eu t&lt;b&gt;e quero tanto bem&lt;/b&gt;.&amp;nbsp;Aonde for não quero dor, &lt;b&gt;eu tomo conta de você&lt;/b&gt;, mas te quero livre também...como o tempo vai e o vento vem.&amp;nbsp;Eu s&lt;b&gt;&lt;i&gt;ó quero que você caiba no meu colo&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, porque eu te adoro cada vez mais.&amp;nbsp;Eu só &lt;b&gt;quero que você siga, para onde quiser...que eu não vou ficar muito atrás&lt;/b&gt;."&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6349316713005570533?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6349316713005570533/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/sua.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6349316713005570533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6349316713005570533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/sua.html' title='A sua'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2490592374631774339</id><published>2011-06-14T19:22:00.002-03:00</published><updated>2011-06-14T19:22:23.646-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Precisei de 3ª pessoa para falar sobre o meu eu-lírico. Nova descrição!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2490592374631774339?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2490592374631774339/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/precisei-de-3-pessoa-para-falar-sobre-o.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2490592374631774339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2490592374631774339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/precisei-de-3-pessoa-para-falar-sobre-o.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1159633966792429102</id><published>2011-06-13T17:28:00.000-03:00</published><updated>2011-06-13T17:28:52.669-03:00</updated><title type='text'>És o ódio, és o que sobrou.</title><content type='html'>Deixe-me te odiar que &amp;nbsp;nesse ódio encontro conforto. Deixe-me te odiar, porque te amar tem doído tanto...&lt;br /&gt;Deixe-me te odiar para eu preencher a tua ausência. Deixe-me te odiar, porque não é ódio o contrário do amor, &amp;nbsp;então deixe-me te odiar porque é o sentimento mais próximo do amor que lhe tinha. Deixe-me te odiar por que é esta a justificativa por eu lhe ter algum sentimento.Deixe-me de vez ou então deixe-me apenas te odiar porque eu tentei te amar e não foi este o sentimento certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1159633966792429102?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1159633966792429102/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/es-o-odio-es-o-que-sobrou.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1159633966792429102'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1159633966792429102'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/es-o-odio-es-o-que-sobrou.html' title='És o ódio, és o que sobrou.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6401595842372874316</id><published>2011-06-13T16:07:00.001-03:00</published><updated>2011-06-13T16:11:46.925-03:00</updated><title type='text'>A resposta que não interessa</title><content type='html'>- Oi, tudo bem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;Não, nada tem estado bem. Desde a última segunda-feira tudo tem caído com impressionante velocidade. Fui aconselhada por minha coordenadora a fazer terapia, e embora eu já esteja fazendo, isso me preocupou. Tenho andado de cabeça baixa, passos lentos e um sorriso no rosto. Estou cansada de tantas coisas. São tantas cobranças, todo dia escuto 'isso é muito importante, todo ano cai', todos tem se sentido no direito de me aconselhar, mas como um dia alguém me disse,&amp;nbsp;conselho&amp;nbsp;é apenas uma forma de alguém impor sua opinião sobre você. Tantos problemas e sei que eles são tão pequenos diante os problemas do mundo. Tô cansada dessa felicidade maquiada, tenho sentido tantas saudades, tenho me sentido vazia às vezes, como se o que tenho feito não tem sentido algum. Tem dias que me custa um pedaço levantar-me da cama, mas levanto-me sorrindo e com a esperança de que talvez seja um dos melhores dias da vida, e toda essa esperança só tem servido para me alimentar decepções. Levanto-me assim porque tem pessoas que precisam disso, precisam do meu sorriso, do meu otimismo e das minhas não-reclamações. Tenho escutado os problemas dos outros, porque sei que todo mundo só precisa de alguém que o escute, e então calo-me com os meus. Calo-me porque sei que não sou a única no mundo com problemas, e que talvez eles nem sejam tão grandes assim... É, tem me custado a ausência do que já nem sei mais. Tenho&amp;nbsp;desperdiçado meu tempo com coisas banais, apenas pensando que assim estou desistindo de vagar, porque é tudo o que tenho pensado, em desistir. Quando minha coordenadora disse que eu tinha potencial para mais e que não era para eu desanimar ficava pensando justamente o contrário. Tenho vontade de ficar na minha cama e dormir bastante.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Até a escola que sempre me animava tanto, tem sido bem monótona, fico pensando em todas as aulas, "FUCK". Sem falar na agonia que em mim fez morada, é um sensação de não estar sendo quem se quer ser, não de estar fazendo o que não deveria, de estar desperdiçando tempo, de não estar vivendo, é inexplicável e tem me matado um pouco. Tá difícil, mas preciso sorrir, talvez com ele no rosto se torne um pouco mais suportável. Tudo tem parado nos meus ombros e tá pesando tanto. E essa saudade insana que me dá vontade de chorar, quando na verdade eu nem choro mais. Esse choro seco que &amp;nbsp;não sai - porque nem me lembro a última vez que chorei com lágrimas de verdade, jurei há um tempo não chorar e isso parece ter se tornado real - mas, parece que qualquer um que fale comigo me faz querer chorar. Pois é, saudade tem doído muito. Eu só queria um feedback, só para ter certeza de que o que aconteceu não foi somente na minha cabeça. Hoje quando o L me perguntou no ouvido porque estava brava com ele, ou se só estava nervosa com tudo, eu respondi, não sei o porquê, que estava brava com ele e não sabia o porquê, me arrependendo um segundo mais tarde. E essa minha mania de querer ser perfeita, de ter tudo tão perfeito tem me sufocado também, mas não consigo me livrar disso. AAAAH, que vontade de gritar. Aonde posso eu encontrar forças, preencher o que me falta, livrar-me disso tudo? É, acho que tenho estado em crise, talvez seja só a maldita tpm.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estou bem, obrigada. - (com um sorriso nos lábios)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* porque todos ficam fazendo essa pergunta, sendo que, na verdade, não é a resposta que interessa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6401595842372874316?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6401595842372874316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/quando-alguem-te-pergunta-se-esta-bem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6401595842372874316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6401595842372874316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/quando-alguem-te-pergunta-se-esta-bem.html' title='A resposta que não interessa'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2554386646394968543</id><published>2011-06-09T00:19:00.000-03:00</published><updated>2011-06-08T22:33:45.879-03:00</updated><title type='text'>3x4</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;Diga a verdade ao menos uma vez na vida,&lt;br /&gt;você se apaixonou pelos meus erros(...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;Diga a verdade, ponha o dedo na ferida&lt;br /&gt;você se apaixonou pelos meus erros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;i&gt;- Engenheiros do Hawaii&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Eu vim para te provar que estava errado. Não, não tente argumentar hoje quem vai falar sou eu.... Ontem quando você disse 'eu te amo' e eu apenas me afastei e por isso despejou todas aquelas coisas em mim, bem, aqui estou eu, para refutar cada uma delas....&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;-Sim, eu não te disse eu te amo &lt;i&gt;também&lt;/i&gt;. Eu sei que, eu sou fria, não falo sobre sentimentos e nem mesmo sei o que é chorar... ou pelo menos não sabia até ontem...O fato é que, eu tenho sim mania de querer controlar tudo, e eu planejo todos os meus dias, tenho mania de perfeição, de querer que tudo seja como eu planejei, que tudo seja perfeito. Eu sei que vivo mais dentro da minha cabeça do que fora dela, sei que não me socializo muito e que sou crítica demais. Sei que embora eu queira a perfeição, eu não sou perfeita. Sei que sou neurótica, conheço-me pelas minhas manias. Sei que às vezes... bem, ok, quase sempre o humilho, o desprezo. Sei que não permito sentimentos, não os demonstro e que pareço-me gélida. Sei que sempre que tenho um problema eu o ignoro em vez de resolvê-lo, e que ignoro tudo o que me é desconfortável, é eu sei.&amp;nbsp;Eu sei que vivo mil vidas, mas em nenhuma delas vivo-as no mundo real. Sei que quero ser muitas coisas mas acabo me tornando o que os outros querem que eu seja. Sei que eu condeno, que me finjo de auto-confiante, de auto-suficiente, de que sou eu mesma, mas no fim não sou nada disso. Sei de todos os defeitos que cuspistes ontem em minha cara.&lt;br /&gt;&amp;nbsp; -Mas eu também sei que não odeias realmente tudo isso em mim. Eu sei que se eu o permitisse caminhar pela minha vida afora, só para não ferir o meu orgulho, eu teria que conviver para o resto da minha vida com esse arrependimento. Eu sei que se eu não viesse hoje, aqui, na sua cara, e falasse tudo o que nunca te falei, não poderia conviver comigo mesma.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;- A verdade é que se não disse que o amava é porque há uma parte de mim, a que sempre me domina, que é insegura, está sempre com medo de perdê-lo, por isso o humilho, por isso sou fria, porque penso que se eu torturá-lo, se eu o destruí-lo a cada dia, quando eu perdê-lo doerá menos. Se planejo tudo, se não sei ser eu mesma, é porque me desconheço quando estou com você, talvez, seja com você, quem eu sou mais...eu. Se quero ser perfeita é só para disfarçar todas as imperfeições que podem fazer com que você desista de mim. É, eu tenho manias, eu sou imperfeita...Satisfeito? Essa sou eu, chorando pela primeira vez na frente de alguém, sendo eu mesma, sem atuar ou encarar nenhuma personagem. Sou eu, expondo minhas neuroses, quer conhecê-las? Lá vai....&lt;br /&gt;&amp;nbsp;- Me enlouquece saber que terei que conhecer pessoas novas, me enlouquece que minhas coisas fiquem fora do lugar, me enlouquece dormir de outro lado ou com menos de um travesseiro, me enlouquece blusa presa dentro da calça, ou que minha comida se misture no prato. Me enlouquece todas as neuroses, me enlouquece como eu sempre fico repassando algo que aconteceu, me enlouquece como a cada erro meu eu me puno severamente por isso. Me enlouquece pensar que estou sendo sensível, estúpida, ou sentimental de mais....&lt;br /&gt;&amp;nbsp;- Mas a verdade, é que, aqui, entre lágrimas, eu me encontrei. Vê-lo chorar ontem e gritar na minha cara e depois dizer adeus, bem eu confesso, pensar que jamais o teria na minha vida me fez enlouquecer. É você minha maior neurose, e o que fizeste ontem me fez ver que eu estava viva. Me fez perceber que embora eu aponte os seus erros, eles não tem importância para mim, que eu o amo por causa deles. Porque embora eu os aponte, eu vejo em você uma perfeição insondável. E eu quero pedir para que fique, &amp;nbsp;não porque sem você eu não possa viver, porque acredite eu posso, mas é que eu não quero. Eu não quero ter que viver sem você, eu não quero ter que te perder e torná-lo meu maior erro. Eu não quero viver seu teu silêncio de compreensão, ou o teu silêncio, que só se cala, para não discordar de mim, não brigar comigo. Porque eu amo sua imperfeições, eu amo como procura satisfazer minhas neuras, como procura ser perfeito para mim. Como, sem querer, você é, não quem me completa, mas quem me traduz. Bem, se é um 'eu te amo' que precisas para não partir, aqui está, implícito em cada palavra, em cada lágrima - que nunca havia caído antes - em cada respirar, em cada desespero meu, um eu te amo, mas se quiseres aqui vai, explícito mesmo, um EU TE AMO, te amo com um sentimentalismo barato, comum, banal, te amo como os poetas românticos viam sua amadas, &amp;nbsp;tão idealizadas, te amo com um amor real, idealizado, sentimental, clichê, inovador. Te amo, porque, se eu não o amasse, talvez não houvesse mais esperança para mim...Bem, é, eu te amo.Me perdoa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;b&gt;"&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;destrua a razão nesse beco sem saída (...)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;E eu perdi as chaves, m&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;as que cabeça a minha, a&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;gora vai ter que ser...&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;b&gt;Para toda a vida&lt;/b&gt;...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 20px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 19px;"&gt;Somos o que há de melhor, somos o que dá pra fazer, o&amp;nbsp;que não dá pra evitar e&amp;nbsp;não se pode escolher.&amp;nbsp;Se eu tivesse a força que você pensa que eu tenho, eu gravaria no metal da minha pele, o&amp;nbsp;teu desenho.&amp;nbsp;&lt;i&gt;Feitos um pro outro, feitos pra durar, uma luz que não produz...Sombra&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;Somos o que há de melhor, somos o que dá&amp;nbsp;pra&amp;nbsp;fazer, o&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&amp;nbsp;que não dá pra evitar e&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;não se pode esconder..."&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2554386646394968543?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2554386646394968543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/3x4.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2554386646394968543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2554386646394968543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/3x4.html' title='3x4'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-196687241075867888</id><published>2011-06-08T21:39:00.000-03:00</published><updated>2011-06-08T22:32:48.698-03:00</updated><title type='text'>Diálogo</title><content type='html'>&lt;i&gt;Conversavam sem se encarar, ela olhava o céu, ele o chão, embora, entre um ladrilho e outro, voltava o olhar para o rosto dela, provavelmente entender o que se passava ali. Eram amigos há anos, mas naquele momento, pareciam se conhecer pela primeira vez...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele: ... Ver-te passando por mim como se não me visse, e o que doeu é que eu sabia que tinha me visto, chegou-me a olhar, havia desprezo em teus olhos....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ela continuava sem encará-lo, embora agora, tentava, com certa dificuldade, prestar atenção. Havia algum tempo que ele estava falando, ela não ouvira uma palavra dele, até aquele momento.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Ele: ...e pensar que tudo estaria perdido, TUDO. Perder todos os risos que demos, seria injusto. Eu quero que entenda, ontem, quando a vi passar, compreendi que deixaste há muito tempo de ser minha amiga. Bem, é que eu não a vejo mais como amiga, se entende o que quero dizer....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ela prendeu a respiração. Estava alerta a qualquer som, qualquer leve balançar das folhas, a cada respiração que se exalava da pessoa ao seu lado. Seu corpo estava rígido com as últimas palavras... será que ela havia entendido direito? Tentou reorganizar os pensamentos, tentou saber se era real...o que se comprovou com um sopro de vento que afastou seu cabelo de seus olhos. Não podia ser - era só o que pensava - depois de todos aqueles anos?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Diante do silêncio, ele prosseguiu...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele: Eu preciso que entenda, que eu não quero só ser teu amigo, eu não quero te perder, eu preciso de você. Prometo ....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ao ouvir prometo, soube que apesar de real, a promessa já se desfazia ali. Cumprir promessas não era com ele, &amp;nbsp;talvez fosse isso que o tornava encantador.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele:.. prometo não te magoar outra vez. Sei que tens razões para não confiar, nem mesmo querer ser meu amigo, mas eu prometo de fazer feliz, prometo que jamais quebrarei esta promessa....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Alguma coisa, que saíra de seus olhos, rolou pela sua face e fez morada no seu peito. Molhou a sua blusa branca, respirou fundo, limpou os olhos, embora continuassem embaçados, o encarou pela primeira vez desde o início da conversa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela: Agora? Engraçado - pura ironia, não havia nada de humor naquilo. - há tantos anos que eu... eu.... eu gosto de você, e jamais notou isso... Tentei de tantas maneiras te esquecer, me reconstruir, mas nunca consegui, era só você no meu pensamento, eu só queria você. E justo agora, que eu estava bem, não perfeita, mas bem, você me diz isto....&lt;br /&gt;Ele: Você gosta de mim? Porque nunca me disse?&lt;br /&gt;Ela: Precisava? Se desistir de mim mesma, se acolher-te nos meus braços por uma noite inteira enquanto lamentava-se por outra, se estar sempre pronta para o que quisesse, se isso tudo não fosse indicativos de que gostava de você, ou você era cego, ou idiota.&lt;br /&gt;Ele: Poxa, você gosta de mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ele ria deslumbrado com a ideia, ela se perguntava se ele havia ouvido a dor na sua voz ou se, ao menos, havia ouvido alguma palavra além de que ela gostava dele.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;O silêncio retornou, eles se encaravam. Ele a levou de volta à porta da sua casa, chegando lá, reafirmou sua promessa.&lt;br /&gt;Abraçaram-se como nunca antes. Como se fossem dois amantes separados pelo destino, e que enfim, se reencontraram.&lt;br /&gt;Ela aceitou a promessa, mesmo sabendo que, jamais se cumpriria. Queria dizer que não dava mais, que não podia, que ele deveria sofrer esquecendo-a, que teria que se contentar com sua amizade. Sabia que aquela promessa já estava quebrada antes mesmo de se concretizar. Mas o que poderia fazer se ela não gostava dele, se ela na verdade, o amava?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-196687241075867888?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/196687241075867888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/dialogo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/196687241075867888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/196687241075867888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/dialogo.html' title='Diálogo'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6923239361247171301</id><published>2011-06-08T20:53:00.000-03:00</published><updated>2011-06-08T22:32:23.780-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Você me perdeu quando permitiu que eu me perdesse em mim.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6923239361247171301?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6923239361247171301/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/voce-me-perdeu-quando-permitiu-que-eu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6923239361247171301'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6923239361247171301'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/voce-me-perdeu-quando-permitiu-que-eu.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1751934163564860163</id><published>2011-06-07T20:38:00.000-03:00</published><updated>2011-06-08T22:31:57.733-03:00</updated><title type='text'>Sobre você, em terceira pessoa.</title><content type='html'>Se é para falar de vícios, devemos começar pelas pílulas, livros, um bom lugar sujo à meia luz, um copo de bebida e insônia.&lt;br /&gt;Não, não são estes os meus vícios, não seja tolo. Já deveria ter notado que estou falando de &lt;i&gt;você&lt;/i&gt;, mas &lt;i&gt;você&lt;/i&gt; como sempre é tão estúpido...&lt;br /&gt;Meu vício é &lt;i&gt;você&lt;/i&gt;. O que iniciou este monólogo é apenas o que ficou no lugar de&lt;i&gt; você&lt;/i&gt;. Não, não deveria ter usado 'no seu lugar', já não disse que estamos falando de &lt;i&gt;você&lt;/i&gt;, em terceira pessoa, não em segunda, como pensaste?&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Como sempre, &lt;i&gt;você&lt;/i&gt; tão estúpido....&lt;br /&gt;Bem, pois é, &lt;i&gt;você&lt;/i&gt; tem me faltado tanto. Tenho desejado &lt;i&gt;você&lt;/i&gt;, quando será que ele volta?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1751934163564860163?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1751934163564860163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/sobre-voce-em-terceira-pessoa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1751934163564860163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1751934163564860163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/sobre-voce-em-terceira-pessoa.html' title='Sobre você, em terceira pessoa.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6080498195387233792</id><published>2011-06-04T02:08:00.002-03:00</published><updated>2011-06-04T02:12:12.602-03:00</updated><title type='text'>Sobra tanta falta</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;&lt;i&gt;"Sobra tanta falta de paciência que me desespero&lt;br /&gt;Sobram tantas meias-verdades que guardo pra mim mesmo&lt;br /&gt;Sobram tantos medos que nem me protejo mais&lt;br /&gt;Sobra tanto espaço, dentro do abraço&lt;br /&gt;Falta tanta coisa pra dizer que nunca consigo."&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px;"&gt;Sobra tanta falta - &amp;nbsp;O teatro mágico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque cansa. Todo o desafeto que me destes, cansa.&lt;br /&gt;Cansa e falta. Falta tanto que chega sobrar. Sobra todas as noites em que esperei junto as estrelas. Sobra todas aquelas pequenas marés que jorraram dos olhos, aquela água salgada quase inodora.Sobra as promessas, palavras que estavam tão intimamente ligadas que faltou nexo. Sobra horas que se estendem por sessenta minutos. Sobra sonhos, que se construíram na falta.Sobra batidas de coração, já que o mesmo não bate mais na mesma frequência. Sobra memórias que de tão repetidas estão se esvaindo. Sobra palavras, todas aquelas que foram ditas e ficaram por dizer. Sobra verdades que de tão camuflada se torna quase mentira. Sobra o silêncio, o silêncio que insiste no teu eco. Sobra sono pois o sonhar já não é agradável. &amp;nbsp;Sobra-se.&lt;br /&gt;Sobra-se em um espaço completamente cheio do vazio. Vazio este que tens preenchido tanto... Tens preenchido a ausência que tanto me cansas, preenches o vazio do desafeto que me destes.... Mas falta, falta sobretudo o que mais me sobra, o amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"vai saber, quem souber, me salve"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6080498195387233792?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6080498195387233792/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/sobra-tanta-falta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6080498195387233792'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6080498195387233792'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/sobra-tanta-falta.html' title='Sobra tanta falta'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-119628766661599054</id><published>2011-06-04T01:36:00.000-03:00</published><updated>2011-06-04T01:36:01.668-03:00</updated><title type='text'>Acúmulo</title><content type='html'>A gente acostuma e acumula, é.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso autonomia. Às vezes custa-nos parar e bater o pé - na sua forma literal mesmo. Custa-nos, porque acostumamos e vamos apenas acumulando. Aceitamos, vendemo-nos à cultura do comodismo, e vamos acumulando. Nos acostumamos, porque é mais fácil. É mais fácil do que tentar, do que lutar, do que falhar.&lt;br /&gt;Acostumar-se ao que não nós faz bem é um efeito acumulativo que a longo prazo começa a incomodar. Começa a doer, a machucar.&lt;br /&gt;Custa-nos ter autonomia porque acostumamos à nossa submissão, por medo ou insegurança, nos colocamos atrás, atrás de opiniões, de pessoas, de esconderijos que criamos. Mas, é preciso, é necessário posicionar-se.&lt;br /&gt;A vida é nossa, cada um sabe das dores e fantasias com que tem que viver, porque deveríamos então nos submeter ao outro? Ninguém jamais saberá o que acontece em nosso próprio mundo, por isso não podemos deixar o externo ter poder sobre o nosso interior.&lt;br /&gt;Chega de acumular. Acumular o que não se deve, o que não se quer, o que não pode. Acumular o que perturba, o que incomoda.&lt;br /&gt;Pensar em si um pouco mais não é egoísmo, é amor-próprio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-119628766661599054?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/119628766661599054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/acumulo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/119628766661599054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/119628766661599054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/06/acumulo.html' title='Acúmulo'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2919296111959155250</id><published>2011-05-23T22:57:00.001-03:00</published><updated>2011-05-23T23:10:09.162-03:00</updated><title type='text'>Queda</title><content type='html'>Há uma razão pelo prazer em cair.&lt;br /&gt;A força que o ar exerce sobre todo o corpo. Como se quisesse segurá-lo, como se pudesse.&lt;br /&gt;O sentimento de deixar tudo para trás, e literalmente, cair de cara.&lt;br /&gt;Enfrentar. Estar indefeso, sem ação.&lt;br /&gt;Ser corajoso.&lt;br /&gt;Deixar no alto a característica de covarde.&lt;br /&gt;A força da gravidade. Te puxa, te deseja, te aproxima do solo.&lt;br /&gt;O impacto. O encontro com o solo, a força com que é&amp;nbsp;atingido.&lt;br /&gt;Quebrar-se.&lt;br /&gt;Levantar-se. Falta impulso, falta coragem.&lt;br /&gt;Mas levanta-se, levanta-se pelo gosto de cair novamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2919296111959155250?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2919296111959155250/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/ha-uma-razao-pelo-prazer-em-cair.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2919296111959155250'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2919296111959155250'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/ha-uma-razao-pelo-prazer-em-cair.html' title='Queda'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2645615688818472217</id><published>2011-05-23T22:13:00.002-03:00</published><updated>2011-05-23T22:15:24.238-03:00</updated><title type='text'>Ama-se</title><content type='html'>Quando se ama,&lt;br /&gt;ama-se pelo cheiro, pelo som do silêncio, pela voz.&amp;nbsp;Ama-se com a certeza, pela dúvida. Ama-se pela paz que se conquista ou pela perturbação que lhe é proporcionado,&amp;nbsp;ama-se pela companhia, pelo contato, pelo piscar de olhos. Ama-se pela insônia, pelo 'sonhar acordado'. Ama-se por empatia, por antipatia. Ama-se pelo bocejar, pelo cair das lágrimas, pelo estouro de um sorriso. Ama-se pelo toque,&amp;nbsp;pelo andar desajeitado, pelo riso espontâneo.&amp;nbsp; Ama-se pela loucura, pelo&amp;nbsp;desentendimento, pelo compatibilidade. Ama-se pela afinidade, pela infinidade, pela eternidade. Ama-se pelo magnetismo, pela ressonância. Ama-se pela liberdade, pelo aprisionamento de amar. Ama-se, por assim, ser. Ama-se pela proximidade, ama-se por não saber o que sentir.&lt;br /&gt;Ama-se porque ao amar, ama-se a si próprio e ama-se a vida, o outro, o mundo. Simplesmente, ama-se.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2645615688818472217?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2645615688818472217/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/ama-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2645615688818472217'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2645615688818472217'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/ama-se.html' title='Ama-se'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1925279246395826934</id><published>2011-05-16T20:32:00.000-03:00</published><updated>2011-05-20T22:03:03.391-03:00</updated><title type='text'>16/05 - Happy Birthday, R.</title><content type='html'>Ah, hoje é seu aniversário.&lt;br /&gt;Estamos iguais agora, 17x17 por pouco tempo eu sei.&lt;br /&gt;Bem, é só que você tem certa importância na minha vida, apesar do pouco tempo em que está nela.&lt;br /&gt;Você é a contradição mais indecifrável que conheço, é dotada de força mas se derrete como qualquer garota. É &amp;nbsp;super crítica e ainda assim faz besteiras. Mas apesar de tudo, é companheira. Não daquele tipo companheira e companheira e fdp e fdp, mas do tipo eu tô lá se tudo der merda, sabe?&lt;br /&gt;Eu nunca vou esquecer daquela segunda-feira de merda, em que você me deu &lt;i&gt;aquela&lt;/i&gt; notícia &amp;nbsp;com palavras e gestos duros, mas me deu o abraço mais significativo, e não me fez chorar.&lt;br /&gt;Você sabe, que aquelas férias de julho foram inesquecíveis, e você sabe o porquê. Nós bebemos e&lt;strike&gt; fizemos outras coisas,&lt;/strike&gt;&amp;nbsp;fizemos coisas das quais não lembramos, coisas das quais arrependemos, nós trocamos o dia pela noite, passamos noites lado a lado conversando via internet e desafogando o coração. Nós compartilhamos roupas, intimidades, sonhos, medos, músicas, loucuras e segredos. Nós sorrimos, muito mais do que choramos, embora estivéssemos de coração partido. Nós estivemos lá, juntas, tendo a melhor férias de nossas vidas.&lt;br /&gt;R, você sabe que eu te amo por muitas razões, mas o fato de você ainda estar aqui quando foi a amizade de vocês a minha opção em vez do amor, me faz perceber que eu fiz a escolha certa e que eu amo você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz aniversário, gordinha, gatinha, bitch. Você sabe que eu desejo o melhor, o melhor mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te amo,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1925279246395826934?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1925279246395826934/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/1605-happy-birthday-r.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1925279246395826934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1925279246395826934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/1605-happy-birthday-r.html' title='16/05 - Happy Birthday, R.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-138348780841852078</id><published>2011-05-15T20:31:00.000-03:00</published><updated>2011-05-20T20:32:16.936-03:00</updated><title type='text'>UFG - 2011/2</title><content type='html'>15/05/2011&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Processo seletivo 2001/2 da UFG, e sim também foi aniversário da minha irmã.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acho que eu posso me acostumar com isso. Bem, não há tanta pressão quando se sabe que não é seu vestibular, e embora eu esteja no terceiro ano, isto meio que me assusta. E se toda pressão se concentrar no meu vestibular do final do ano?&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Só espero que eu possa fazê-lo como fiz este e o anterior, com a calma que me foi permitida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cumpri uma de minhas metas, fechar uma matéria da UFG, e tudo bem que foi inglês. Mas, eu fiz 90% da prova de biologia e isso ajudou muito. O restante das matérias fui mediana, medíocre. Embora tenho conseguido fazer mais de 50% da prova, tenho muito o que melhorar. Meu curso é o mais concorrido, e se eu não me esforçar um pouco mais não vou conseguir, sei disso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas, o fato é que já estou entrando no 'esquema' da prova, parece que já a conheço.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O fato é que, desejo profundamente ir para a segunda fase, e ainda que muitos tenham dito que foi fácil, acho que não foi tão fácil assim. E acredito que o ponto de corte vá subir. Mas até lá, é outra história.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quero muito ser incentivada a estudar, mas acho que tenho contado apenas com meus esforços mesmo - ainda que venham sendo tão medíocres - e acredito que talvez eu consiga, esse sonho, tão almejado por tantos outros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entrar na UFG é mais que um sonho qualquer, é por questão ideológica. Quero estar lá para poder fazer protesto, quero seguir a linha marxista, quero defender as classes. Tenho medo de ir para a PUC e vender meu ponto de vista, vender minha ideologia e deixar que o mundo me transforme antes que eu possa transformá-lo. Por isso, desejo tanto ir para lá. Não é só porque não terei que pagar - não diretamente - mas porque é fascinante poder ser uma em tantos outros. Se destacar por algo que você lutou, que você se mostrou capaz. Porque será fascinante não ter que entregar um boleto de quase mil reais para meus pais pagarem... Porque será algo que eu farei por mim, para mim, e terei conseguido por meus méritos e lógico o apoio que recebi de todos... Porque poderei dar o direito aos meus pais se orgulharem...Bem, é só que, é um sonho e sonhos não se explicam...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-138348780841852078?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/138348780841852078/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/ufg-20112.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/138348780841852078'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/138348780841852078'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/ufg-20112.html' title='UFG - 2011/2'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5219334267367053791</id><published>2011-05-15T19:59:00.000-03:00</published><updated>2011-05-20T20:13:12.688-03:00</updated><title type='text'>15/05/2011 - Happy Birthday, L</title><content type='html'>É, hoje é seu aniversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sendo hoje o seu dia, é só queria poder desejar que eu jamais tenha que te ver sem este seu sorriso. Sorriso este que abre mundo, desperta paixões. Sorriso este que é a razão de tantas outras razões, de tantos outros sorrisos.&lt;br /&gt;Lua, ser astro não é fácil. Ser a estrela que és estão... é quase impossível. Alguns dizem que você é petulante, pois eu digo, você o é. Mas não o digo como todos os outros, que apontam como defeito. Acho uma qualidade até. Pois a petulância lhe confere a certeza, a confiança em si mesma, e a faz acreditar em si, em lutar por si.&lt;br /&gt;Bem, que seja petulante então.&lt;br /&gt;Lua, ser sua irmã não é fácil, enquanto és lua, sou sol. Mas quem foi que disse que seríamos iguais? Quem foi que disse que teríamos que ser iguais... o que mais gosto e de nos encontrarmos na nossa diferença.&lt;br /&gt;Lua, siga brilhando, como estrela, como astro. Seja forte, pois ser forte é para poucos. E Lute, lute sempre, lute ainda que perca, mas lute para ter o prazer de poder dizer: " tenho coragem para lutar".&lt;br /&gt;Lua, ser feliz não é fácil, mas às vezes é tão simples, e você torna isso ainda mais fácil. Se fostes feliz, garantirás que muitos outras pessoas também seja... incluindo eu.&lt;br /&gt;Foi você minha primeira motivação para me tornar quem sou, para me esforçar e poder ser tão inteligente ou tão boa quanto você.&lt;br /&gt;Lua, feliz aniversário, e que o sopro deste te traga muitos outros anos conosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Te amo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;P.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5219334267367053791?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5219334267367053791/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/15052011-happy-birthday-l.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5219334267367053791'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5219334267367053791'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/15052011-happy-birthday-l.html' title='15/05/2011 - Happy Birthday, L'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6377283508270040923</id><published>2011-05-14T12:34:00.003-03:00</published><updated>2011-05-19T20:10:00.764-03:00</updated><title type='text'>E se eu disser - Ivan Junqueira</title><content type='html'>&lt;h4 class="tituloPost" style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 18px; line-height: 20px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 5px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; word-spacing: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;E se eu disser - Ivan Junqueira&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, freesans, sans-serif; font-size: 13px; margin-bottom: 8px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 8px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; visibility: visible;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;E se eu disser que te amo - assim, de cara,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;sem mais delonga ou tímidos rodeios,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;sem nem saber se a confissão te enfara&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;ou se te apraz o emprego de tais meios?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;E se eu disser que sonho com teus seios,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;teu ventre, tuas coxas, tua clara&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;maneira de sorrir, os lábios cheios&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;da luz que escorre de uma estrela rara?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;E se eu disser que à noite não consigo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;sequer adormecer porque me agarro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;à imagem que de ti em vão persigo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;Pois eis que o digo, amor. E logo esbarro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;em tua ausência - essa lâmina exata&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #444444;"&gt;que me penetra e fere e sangra e mata.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #333333;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6377283508270040923?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6377283508270040923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/e-se-eu-disser-ivan-junqueira-e-se-eu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6377283508270040923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6377283508270040923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/e-se-eu-disser-ivan-junqueira-e-se-eu.html' title='E se eu disser - Ivan Junqueira'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-7289407044993729716</id><published>2011-05-13T23:03:00.000-03:00</published><updated>2011-05-13T23:03:12.273-03:00</updated><title type='text'>Entre quases</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;"&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;&lt;i&gt;Mas o quase tudo quase sempre é quase nada&lt;/i&gt;"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: 'Trebuchet MS', Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 16px;"&gt;Engenheiros do Hawaii&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Cabe tanto entre um quase. Quase amor, significa que ainda não é e que talvez nunca venha a ser. Quase feliz demonstra que não se é feliz ainda. Quase ganhar, significa que perdeu. Quase perder significa que ainda é seu. Quase é insuficiência, é carência, é necessidade. Quase é inconstância, é incerteza.&lt;br /&gt;Entre um quase, cabe um nunca. Entre quase, cabe sempre. Entre um quase cabe a dúvida, e entre um quase cabe tantos outros quase, e eu quase não sei o que cabe. Mas, o quase é quase insignificante, e quase sempre é quase importante. .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-7289407044993729716?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/7289407044993729716/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/entre-quases.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7289407044993729716'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7289407044993729716'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/entre-quases.html' title='Entre quases'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5325723632558851452</id><published>2011-05-07T21:00:00.001-03:00</published><updated>2011-05-07T21:05:29.427-03:00</updated><title type='text'>Ele &amp; Ela</title><content type='html'>Ela estava vindo. Caminhava como sempre, embora com passos lentos, estes revelavam a sua ânsia de chegar aonde queria, contudo eram desajeitados. Ele a esperava sorrindo, como sempre irritavelmente paciente. Ergueu um pouco o olhar, sorrindo meio de lado, um sorriso tímido talvez. Ela não sorriu, estava a poucos passos dele e ainda assim caminhava seriamente, concentrada, como se caminhar fosse um exercício perigoso.A um passo de distância porém, ela ergueu o olhar, encontrou os dele analisando-a, esperando um sorriso de retribuição, e este veio sem esforço, veio como as ondas avançam sobre a areia, veio com sinceridade, com pressa de se exibir no rosto dela. Se ela soubesse o poder daquele sorriso...&lt;br /&gt;Era um sorriso infantil, aquele que a criança abre quando gargalha, sem o som. Era inocente também, mas seus olhos eram indecentes, e o conjunto da sua expressão tornaria qualquer um presa fácil. De abrupto, o abraçou, sem nada falar. Era assim mesmo, não pedia, não falava, apenas fazia tudo no ímpeto de ser. Se tinha uma característica que o cativara era essa, a de ser impetuosa, petulante.&lt;br /&gt;Ela vivia sempre em seu mundo, sendo por vezes expectadora dele, mas algumas raras vezes convidava alguém para entrar. Acostumada ao seu mundo, qualquer outro perdia-se nele. Ela esquecia-se de explicar, de interagir com o outro, com o exterior, apenas continuava com seu show... seu show particular. Ele gostava disso, de se ver perdido, de se ver entregue, de ser o expectador, de sempre se surpreender com o roteiro. Por isso era petulante, agia no ímpeto, agia pois em seu mundo, era tudo esclarecido, porque para os outros não seria então?&lt;br /&gt;Ele lembrava-se do primeiro beijo, em um dia olhando o céu distraidamente, perguntou se ele se perguntava qual era o gosto das nuvens. Enquanto ele ainda digeria a pergunta, ela entrou em seus olhos e avançou em seus lábios. Simplesmente o beijou. E quando terminou, respondeu sua própria pergunta, como se o beijo fizesse parte da resposta ou talvez nem tivesse acontecido, dizendo que, achava que algodão doce não era nada comparado às nuvens. &lt;br /&gt;Ela arrancou dos lábios o sorriso, tinha a expressão intrigante, e portanto abraçou-o infantilmente. Pediu para ficar ali, por um ou dois minutos. Ele a nada se opôs. Se tinha uma lugar seguro no mundo, esse lugar era exatamente ali, aquele abraço. De súbto, largou-o por um só momento, encostou-lhe a boca na sua por um tempo menor que o piscar de olhos e no momento seguinte puxava-a pelas mãos. Eles sentaram-se em um banco, ela tirou um livro da bolsa e começou a lê-lo, deitada no colo dele. Ele adorava isto, ficar olhando seus olhos engolirem as palavras, as páginas, o livro. Ele chegava a duvidar que era a única coisa em que prestava atenção por mais de um minuto, e além do mais, sabia que não prestava 100% de atenção, pois ora ou outra surgia com um assunto totalmente diferente do livro. Ele ainda assim gostava desses momentos. Invejava os livros por ter mais atenção e concentração dela do que ele jamais teve. Às vezes enquanto falava sabia que ela estava pensando em coisas diferentes, no entanto o contrapunha sem piedade, e defendia seu ponto de vista com veracidade que até ele mesmo duvidava de si. &lt;br /&gt;Ele tinha a certeza de que ela o dominava e que ela tinha ciência disto. Ela o dominava porque não era como qualquer garota, porque contrariava suas expectativas, porque o confrontava sem medo. O dominava pois ligava no meio da noite para dizer que decidiu dar a uma estrela quase apagada o seu nome. Que ele se levantasse e olhasse, pois aquela estrela existiu a tempos atrás, e ainda assim brilhava, e assim seria ela, ela dizia. Ela o dominava porque ela vivia se perdendo, vivia perguntando coisas como gosto de nuvens, cheiro do arco-íris, ou se acreditava em destino, sorte, ou karma. Ela o dominava pois com ela, ele era todo dúvidas. Com ela a única certeza que tinha era que não tinha certeza alguma. Ela o dominava pois ele a amava, e sabia - não sabendo explicar como ou porquê- que era um amor recíproco. Ele a amava pois ela era tudo o que queria ser, a amava pois ela não explicava ou pedia desculpas por ser como é. Ele a amava porque amá-la era o que o tornava quem ele era.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5325723632558851452?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5325723632558851452/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/conto-ele-ela.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5325723632558851452'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5325723632558851452'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/conto-ele-ela.html' title='Ele &amp; Ela'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5157931503467823612</id><published>2011-05-06T21:14:00.001-03:00</published><updated>2011-05-06T21:31:18.868-03:00</updated><title type='text'>Menina</title><content type='html'>Era menina, dessas bem meninas mesmo. Gostava de fazer meninices...&lt;br /&gt;Era menina pois ainda que em um corpo de mulher, se fazia assim. Sorria aquele sorriso infantil, brincava com o próprio cabelo e se distraía em seu próprio mundo. Aliás, distrair era algo que fazia com frequência, se estivesse em um assunto, se pegava a uma palavra e assim aquele assunto era perdido, ou ela percorria mundos imaginários ou mudava subtamente de assunto. Ria sozinha - quase sempre- o que demostrava que era feliz consigo mesma. Ao sorrir, as bochechas não permitiam que os olhos ficassem abertos. Quem a visse de longe chegava a duvidar que falasse sozinha, talvez suspeitassem que tivesse amigos imaginários - o que não seria improvável. Era satisfeita. Seu maior defeito era acostumar-se. Acostumava com tudo, qualquer que fosse a situação a que fosse submetida. Mas era menina, menina moleca, sabe? Que gosta de ser feliz, que mesmo depois de grande, era menina por causa do riso, do conjunto que era, por causa que se surpreendia facilmente com as bobagens da vida. Era menina pois via no palhaço magia que só menina vê. Era menina pois sonhava, sonhava, sonhava e sonhava, e sonhar é o que mais a tornava menina.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5157931503467823612?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5157931503467823612/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/menina.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5157931503467823612'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5157931503467823612'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/menina.html' title='Menina'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-500667419405663340</id><published>2011-05-06T15:26:00.000-03:00</published><updated>2011-05-06T15:26:58.316-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Veio como se são quisesse vir, mas veio em paz, no silêncio.&lt;br /&gt;Ficou como se quisesse partir, como se precisasse ficar, como se não pertencesse a outro lugar.&lt;br /&gt;Se foi como se devesse ir, como se ansiasse por mais, foi com um adeus silenciado, como se preferisse ter ficado.&lt;br /&gt;Deixou um silêncio pertubado, um grito calado, uma paz exaustiva, um choro sufocado, uma vazio não justificado...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-500667419405663340?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/500667419405663340/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/veio-como-se-sao-quisesse-vir-mas-veio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/500667419405663340'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/500667419405663340'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/05/veio-como-se-sao-quisesse-vir-mas-veio.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5486217443377813278</id><published>2011-02-10T17:05:00.000-02:00</published><updated>2011-02-10T17:05:28.436-02:00</updated><title type='text'>Happy birthday</title><content type='html'>MELHOOOOOR....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje é aniversário de uma das pessoas mais incríveis que conheço, e como eu gostaria de estar junto dela para comemorar...&amp;nbsp; &lt;br /&gt;Amanda,&lt;br /&gt;Cara, 18 anos, dá para  crer? Não vou te desejar responsabilidade porque sei que você tem, mas  muito mais do que isso, te desejo liberdade! É na alegria de ser livre,  de viver, de SER, que você vai se encontrar! Cometa erros, erre enquanto  pode, cometa algumas irresponsabilidades, geralmente são nossos  melhores aprendizados e nossas melhores histórias. Seja livre, ame,  chore, ria muito, aprenda, caia, levante-se! Seja dona de si mesma, crie  teorias, discorde de umas outras, encontre-se enquanto ser humano neste  mundo. Encontre-se, e se posicione! Sua vida, intereiramente sua, começa  hoje! Será você a principal responsável por tudo. Agora se você cometer  algum crime, poderá ir presa, mas até nisso damos um jeito, haha. Não  vou te rotular com seja responsável, cuide-se, ou outra coisa qualquer,  rótulos são para quem precisa, e você sinceramente não precisa disto. Eu  sei que tem caráter e que sabe o que quer e aonde quer chegar, sei que  tem seus princípios sólidos e que isto basta, portanto desejo-lhe  somente que seja feliz e aproveite a magia que cada idade trás, que em  especial, 18 anos representa! Eu a amo, e com toda a certeza te desejo o  melhor que o mundo pode oferecer, portanto, feliz aniversário! Eu te  amo muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua melhor amiga, sempre aqui....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5486217443377813278?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5486217443377813278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/02/happy-birthday.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5486217443377813278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5486217443377813278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/02/happy-birthday.html' title='Happy birthday'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-3983924517811192690</id><published>2011-01-11T19:02:00.003-02:00</published><updated>2011-01-11T19:03:57.649-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>caí no meu patético período de desligamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="background-color: black; font-size: xx-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-3983924517811192690?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/3983924517811192690/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/01/cai-no-meu-patetico-periodo-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3983924517811192690'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3983924517811192690'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/01/cai-no-meu-patetico-periodo-de.html' title=''/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1484200488840169508</id><published>2011-01-11T18:10:00.001-02:00</published><updated>2011-01-11T18:14:51.928-02:00</updated><title type='text'>Died young</title><content type='html'>Na verdade&amp;nbsp;este coração é bastante prematuro. Se apaixonou tão prematuramente, quando começava a descobrir o que era o amor, viveu em tempos difíceis, entre lágrimas, feridas, foi quebrando tantas vezes, de tantas formas, e nunca se curou antes de lutar novamente. Agora morreu jovem, morreu cansado de lutar tantas e tantas vezes sem nunca ter sido amado, morreu velho, apesar da pouca idade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1484200488840169508?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1484200488840169508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/01/died-young.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1484200488840169508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1484200488840169508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/01/died-young.html' title='Died young'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-5572806877041078774</id><published>2011-01-06T21:24:00.000-02:00</published><updated>2011-01-06T21:24:23.365-02:00</updated><title type='text'>2011 - Happy new year!</title><content type='html'>Um novo ano, outra vez! Não tenho muitos planos para este ano, além do plano principal, que me ocupará. Não espero que seja fácil ou que passe rápido, não tenho esta ilusão. Este ano será dedicado à mim e ao meu sonho, é esse o meu plano. Eu sei que precisarei ser forte e não desistir, e como o J disse ão terá ninguém para me impulsionar ou chamar a minha atenção para eu estudar. Eu preciso me manter focada, mas preciso saber equilibrar a minha vida pessoal, para que eu não acabe afastando as pessoas com quem me importo! Mas estou animada até, como sempre fico esperando o primeiro dia de aula, coisa que adoro muito. Estou no terceiro ano e ainda me empolgo com coisas tão fúteis como primeiro dia de aula e comprar materiais. Ah, material novo quantas promessas fazemos sobre eles, sobre as folhas em branco prometemos enchê-las de conteúdo e fazer tudo o que os professores passarem e anotar tudo o que disserem. Quanto à borracha prometemos acabar com ela. E as canetas? prometemos não perdê-las. Mas a verdade é que nunca cumprimos tudo isso. O primeiro dia de aula passa rápido e quando vemos, voltamos àquela rotina estafante de muitos deveres, provas e professores cobrando, e só queremos que tudo isso acabe. Acabo de me lembrar de mais uma meta para este ano, ser feliz, não me esquecer de mim, das pessoas ao meu redor. É neste ano que faço 18 anos e isso me assusta, porque fazer aniversário sempre me assusta um pouco, toda essa coisa de envelhecer e tudo o mais. Tenho medo de não corresponder às responsabilidades da idade que tenho. Mas tanto faz logo menos este ano há de acabar e uma nova fase na minha vida há de começar. &lt;br /&gt;Não poderei estar muito presente aqui, o que me entristece em parte, uma vez que amo escrever. Mas vamos ver por quanto tempo este blog existirá, às vezes me pergunto se ano que vem estarei fazendo um texto sobre esse ano e sobre o que espero do ano que virá, mas surpreendentemente não planejo o blog. Apesar de planejar tudo o mais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;até mais e,&amp;nbsp; HAPPY NEW YEAAAAR!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-5572806877041078774?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/5572806877041078774/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/01/2011-happy-new-year.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5572806877041078774'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/5572806877041078774'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2011/01/2011-happy-new-year.html' title='2011 - Happy new year!'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-7070918619060303356</id><published>2010-12-08T10:29:00.018-02:00</published><updated>2010-12-09T17:34:59.149-02:00</updated><title type='text'>Happy Birthday, Y</title><content type='html'>Hoje é aniversário de uma pessoa bastante importante para mim. Minha amiga, Y. Nossa amizade não é do tipo BFF, de dar gritos e saltinhos, falar de garotos bonitos e coisas afins. Não é aquela amizade comum também. Fazemos mais o tipo, eu-não-preciso-dizer-nada-para-ela-saber-o-que-está-acontecendo. Amizade do tipo de que ajudamos uma a outra sem esperar nada em troca. Eu conheço a Y a quase 2 anos, mas não vou dizer que é como se fôssemos amigas desde a infância ou amigas para sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Yara é o tipo de pessoa que cria as próprias teorias e acredita nelas. Faz piada de tudo e vive fazendo graça com a minha cara. É uma pessoa que é engraçada mesmo quando esté sendo ela mesma. Vive feliz e sempre te deixa feliz. Empolga-se com pequenas coisas, fica feliz com pequenas coisas. Mas também é uma pessoa difícil de se presentear. haha. Esteve comigo mesmo quando eu estive insuportável, me ajudou com pequenas e grandes coisas. É uma pessoa do qual tenho orgulho de chamar de amiga, simplesmente porque sei que estará sempre lá. Não é caloteira, haha. Divide inúmeros gostos comigo. É a minha gordinha, nada gorda! Mas tirando tudo isso, é uma garota brilhante que tenho certeza que se dará bem na vida justamente por ser como ela é. Infelizmente nossa amizade acaba ano que vem, porque eu não serei cobaia. haha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feliz aniversário, Y e obrigada por tudo! Te desejo o melhor!&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #999999;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;i style="color: #999999;"&gt;*esse texto está cheio de piadas internas, a menos que você seja uma de nós, não entenderia. &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-7070918619060303356?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/7070918619060303356/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/12/happy-birthday-y.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7070918619060303356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7070918619060303356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/12/happy-birthday-y.html' title='Happy Birthday, Y'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6801930047402812966</id><published>2010-12-06T17:58:00.001-02:00</published><updated>2010-12-06T18:13:09.474-02:00</updated><title type='text'>This is our last goodbye</title><content type='html'>&lt;span lang="EN-US"&gt;I just want to have a chance to say goodbye. So, this is the last time I write about you, I promise. &lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;I’m tired, I’m so sick of being obsessed about you. Sometimes I pretend to forget you. This time, I need move on, I need forget you, let it go.&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;I always remember the first day I saw you. I remember our first kiss and our first pain, actually, MY first pain. I’m sorry for all the things that I said and did, I’m sorry for all the moments that you did hate me. I wish this is a love story, and it has been for a while. But it isn’t anymore so I need move on. I’ve never told you how much you hurt me inside, but neither have I told what I feel about you. I don’t know if I’ve loved you, but I really like you. I used to miss you all the time we weren’t together. I used to dream about you, about us. I didn’t want to write this, maybe because I never wanted to say goodbye and move on. But that’s what I need to do. I wish you could be happy, happier than you’ve ever been. I don’t want you come back, it’s too painful. But every time a try to move on, you’re right there…. I &lt;i&gt;must&lt;/i&gt; let it go, I &lt;i&gt;must&lt;/i&gt; move on. You’re a great guy; you have your dreams, your ideology, you have great likes, you like great songs. But I’m different now; we haven’t the same ideology anymore. So this is where we move on for different ways. I can’t like the same things that you do anymore, I have my own ideology, my own dreams and you aren’t in none of them. You always will be a great part of me, you always will be that guy that I used to like so much. You always will be my friend. I want to be happy; I want to live my life without pain, without you. There’s no point in holding on to something that will never be yours. &lt;/span&gt;That’s why today, &lt;span lang="EN-US"&gt;I’m&lt;/span&gt; letting you go. Be happy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;could the winter calm come twice? cause your heart seems so cold tonight?... it's killing me inside, you're killing me inside. I don't wanna be where you are. I don't wanna be here even now. I don't wanna be by your side, if something isn't right. This is our last goodnight, say what you will, say all that you can. Words have no meaning when i've seen where you've been&lt;/i&gt;&lt;i&gt;... &lt;/i&gt;This is our last goodbye, this is where love ends... does what we've done ever really belong?&lt;i&gt;... God if you can hear me out alright, please take these feelings for&lt;b&gt; him&lt;/b&gt; inside. My chest hurts when I breathe tonight, It's wasting me away, you're wasting me away&lt;/i&gt;... (Amsterdam- Anberlin) &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 42.55pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;div id="rangeSel"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6801930047402812966?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6801930047402812966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/12/last-one-about-you.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6801930047402812966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6801930047402812966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/12/last-one-about-you.html' title='This is our last goodbye'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2028406636903450595</id><published>2010-12-01T15:38:00.000-02:00</published><updated>2010-12-01T15:38:31.250-02:00</updated><title type='text'>Hell</title><content type='html'>Para ela era o fim do mundo, &lt;i&gt;de novo&lt;/i&gt;. Era como adentrar o próprio inferno, como encontrar-se com o seu próprio interior, face a face com seus próprios demônios. Tudo isto, pela quarta vez. A certo ponto, você se perguntaria se ela já não deveria estar acostumada. A resposta era clara, breve e dura: não. Encarar tudo outra vez, não tornava nada menos doloroso. Talvez houvesse um pouco mais de esperança, mas isto não trazia nenhum alívio para a dor. A esperança que a fazia se segurar para não desmanchar-se, era a de que, se ela estava passando tudo aquilo pela quarta vez, então ela sobrevivera três. O que tornava possível, sobreviver mais uma vez. Já havia tentado de tudo para evitar o inferno. Sofrera demasiado. Culpou-se por isto. Arrependeu-se. Tornou-se gélida, talvez o seu maior erro. Por que quando congelou-se tornou mais fácil perecer diante do fogo. Sabia que se jamais tivesse saído da sua entorpecência, jamais terei passado por tudo isso. Mas não era algo que ela se arrependia, só o fazia, por ter que ser a quarta vez. E ansiava por trazer de volta a sua dormência, aquela sensação de nada. Quando enfrentasse e tudo estivesse acabado, então ela voltaria para lá, sua zona de conforto. Surpreendentemente, foi mais rápido desta vez. Já não sentia vontade de lutar contra, apenas queria o fim. E quando este chegou, foi sem dor. Ela sabia que não teria mais que enfrentar tudo de novo, daquela vez ele havia superado o inferno, todos os demônios foram aniquilados. Ele destruira o inferno, com o próprio fogo. Jurou para si, jamais tornar-se gelo. E desta forma pretendia nunca mais ter que enfrentar o inferno outra vez.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2028406636903450595?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2028406636903450595/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/12/hell.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2028406636903450595'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2028406636903450595'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/12/hell.html' title='Hell'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1981438097692434613</id><published>2010-11-28T20:26:00.000-02:00</published><updated>2010-11-28T20:26:56.820-02:00</updated><title type='text'>Até mais...</title><content type='html'>Eu já não esperava outra forma, nem tampouco esperava. Não éramos ligados a conceitos, à chegadas e à partidas. Se nós encontrássemos, sorríamos, e então ficávamos juntos. Quando saíamos, não havia um olhar, um beijo, ou um abraço de despedida, apenas partíamos sem um mero &lt;i&gt;adeus&lt;/i&gt;. Vivíamos de chegadas e partidas sem tomar consciência de que era o que fazíamos, chegávamos e quando menos se notava; partíamos. E quando nos encontrávamos novamente, não importava o adeus não dado, o oi não pronunciado, ou todas as dores silenciadas, simplesmente coexistíamos sem importar com tempo, conceitos, ou qualquer outro clichê. Como se nunca houvesse de fato, uma chegada e uma partida. Talvez fosse esse o propósito, tentar não notar. Um dia porém, um adeus diferente foi dado, não que este tivesse sido dito, apenas foi notado e soube-se que já não haveria reecontro, não da forma como costumava ser. E toda a dor, a saudade, e o sentimento, foi igualmente esquecido como aquele adeus, jamais dito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Não foi assim que eu sonhei a nossa vida, a despedida seria até logo mais. Mas a vida não permite ensaios, não há raios antes do trovão. Não olhe para mim como se eu fosse invisível, como se fosse possível enxergar nessa escuridão. Não olhe pra trás, odeio despedidas.&lt;br /&gt;Diga: até mais! &lt;/i&gt;Mesmo se for adeus&lt;i&gt;... (Até mais - engenheiros do hawaii)&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1981438097692434613?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1981438097692434613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/11/ate-mais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1981438097692434613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1981438097692434613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/11/ate-mais.html' title='Até mais...'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-8146812059548805077</id><published>2010-11-27T21:53:00.000-02:00</published><updated>2010-11-27T21:53:49.955-02:00</updated><title type='text'>Ressonância</title><content type='html'>Quando faltou-nos ressonância, foi quando tudo se perdeu. Perdemos a sintonia e já não vibrávamos na mesma frequência. Houve uma interferência destrutiva e nossas ondas se dispersaram. Oscilou uma, duas, oscilou por um período completo, é já não havia mais o mesmo acorde. Não nos encontramos no primeiro harmônico, que era tão fundamental. E eu que era tão mecânica, passei à eletromagnética, e por assim ser, ao vibrar no vácuo, já não havia a sua vibração, o seu eco, nem tampouco havia o nosso som. E aquela &lt;i&gt;nossa&lt;/i&gt; harmonia, tornou-se apenas a minha pertubação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-8146812059548805077?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/8146812059548805077/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/11/ressonancia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8146812059548805077'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/8146812059548805077'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/11/ressonancia.html' title='Ressonância'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-6579270701057652052</id><published>2010-11-23T21:48:00.000-02:00</published><updated>2010-11-23T21:48:24.141-02:00</updated><title type='text'>expectations</title><content type='html'>E então eu o vi, não conseguia acreditar, mas era ele. Sem dúvidas, era ele. Ele estava vindo em minha direção, e eu estava com a cabeça levantada, fingindo não olhá-lo, e quando ele estava perto o suficiente, eu abaxei a cabeça e então ele passou, se foi. Não me chamou ou me disse 'oi'. Pudera, eu nunca fiz o mesmo, ele nem ao menos sabia meu nome, ou quem eu era. Amanhã eu falo com ele, amanhã, hoje não. Eu me convenci disso, e era assim todos os dias.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-6579270701057652052?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/6579270701057652052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/11/expectations.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6579270701057652052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/6579270701057652052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/11/expectations.html' title='expectations'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-3367211522618113021</id><published>2010-11-06T17:30:00.001-02:00</published><updated>2010-11-06T17:40:10.632-02:00</updated><title type='text'>Lifeless</title><content type='html'>&amp;nbsp;&amp;nbsp; Havia sido um dia improdutivo, o daquela garota. Ela se levantara como quem se levanta em um dia de guerra; desprovida de motivação e contando à cada minuto para acabar. Se dirigiu ao chuveiro, deixou que a água caísse sobre o seu corpo na tentativa de aquecê-lo, embora o dia que mal amanhecera estivesse bastante quente. Após sair tentou se encarar no espelho do banheiro, uma tentativa frustante, uma porque estava embaçado pelo vapor do seu banho, outra porque mesmo depois de limpá-lo com uma das mãos e finalmente poder se olhar, continuava embaçado. Não pelo vapor, mas o seu rosto estava embaçado. Seu rosto era como um daqueles personagens que preenchem uma tela, sem emoção, sem importância qualquer. Mas, embora fosse isso o que estava demonstrando, não era exatamente o que acontecia em seu interior.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Enquanto seu rosto não transmitia nada, por dentro, se destruía. Era um verdadeiro pandemônio, era como uma fábrica produzindo em larga escala com um prazo curto para a entrega. Cada mísera área responsável por não deixá-la desmanchar-se em lágrimas. Se bem que, lágrimas seria quase impossível, uma vez que tornara-se pó. Vestiu-se com as primeiras peças que encontrou, calçou um tênis que lhe era mais confortável, colocou seu uniforme, prendeu o seu cabelo no que supusera ser um coque desajeitado, e saiu de casa. Seu corpo ansiava por comida como outro qualquer, mas não era exatamente o que ela ansiava. Era algo mais, algo que lhe fora tirado.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Durante todo o caminho, de sua casa até a sua escola, procurava não pensar. Pensar era algo doloroso, algo que se faz quando se importa, quando se vive. Ela não vivia, por isso não pensava. Acompanhava os carros, os sons, as cores, e ignorava as pessoas. Entrou em seu colégio, sentou-se nem no fundo nem na frente, mas evitou o centro. Colocou sua mochila de lado, retirou o seu caderno, e esperou pelo que viria. Não conversou com ninguém, não escutou ninguém, não viu ninguém. Tinha uma breve consciência que havia alguém na frente falando, falando, falando, sabia que algum dia aquilo poderia ser importante, mas ignorava.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Abriu seu caderno em uma matéria não utilizada. Escreveu &lt;i&gt;devaneios&lt;/i&gt; no alto da página e começou a escrever palavras soltas e sem sentido, fez alguns desenhos também sem sentindos. A única coisa que fizera sentido era o título 'devaneios'. E começou a devanear, se viu em um lugar diferente, em um campo aberto, deitada em uma grama verde, com os olhos fechados, ventava forte, e o sol incindia exatamente sobre o seu corpo, e deixou que aquela sensação de liberdade, de paz, a preenchesse. Ela fechou o seus olhos, assim como em seu devaneio. No seu devaneio sorria, na realidade não. Ela queria muito, mas não conseguia, como se não lhe fosse permitido, como se não se lembrasse como fazê-lo.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Não se lembrava exatamente o que havia feito do restante do seu dias, mas estava em sua casa e o sol já se pusera. Estava escuro e quente, mas ela tremia de frio. Parecia ser de madrugada, a rua estava silenciosa, as luzes todas apagadas, olhou para o céu e encarou as estrelas. Começou a pensar, e por pensar voltou a viver. E começou a sentir tudo o que estivera evitando durante todo o dia; a tristeza, a dor, a ânsia, o medo. Lágrimas não saíam de seus olhos, mas por dentro, era como se uma maré tivesse atingindo-a. Ela se afogava naquela água salgada, mas somente em seu interior. Por fora continuava pó. E apesar da sensação da maré por dentro era pó também, todo o seu ser, toda a sua existência eram apenas pó. Olhou para as estrelas com o que pensara ser um olhar indignado, mas na verdade era digno de pena. Ela as olhou e contestava internamente a vida. Desejou que tudo aquilo tivesse fim.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Depois de algum tempo, por desistência, deixou mais uma vez a dor se aponderar e chegar ao seu ápice. Desfaleceu em sua cama, onde sem sonhos, dormiu até o próximo dia onde viveria tudo outra vez,&lt;i&gt; dia após dia&lt;/i&gt;.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-3367211522618113021?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/3367211522618113021/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/11/lifeless.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3367211522618113021'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/3367211522618113021'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/11/lifeless.html' title='Lifeless'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-4556883118586682641</id><published>2010-10-31T23:32:00.000-02:00</published><updated>2010-10-31T23:32:56.265-02:00</updated><title type='text'>Last day...goodbye october.</title><content type='html'>Outubro veio despedir-se de mim, com um sussuro leve, disse até o ano que vem. Não me senti triste, é o fim de outubro...mas é o início de novembro. Eu só fiquei assustada, afinal, novembro já chegou. Parece que &lt;i&gt;só tem 12 meses&lt;/i&gt; que ele foi embora. Foi tão rápido, o que eu fiz dos 303 dias que passaram? É verdade então que o tempo voa depois de certa idade? Eu ainda não acredito que tenho 17 anos, eu já menti a minha idade. Algumas vezes conscientes, outras não. Dezessete, uma idade com cor de bege, sem graça, mas não sem encantos. Dezessete verões, dezessete primaveras, dezessete outonos, dezessete invernos. Dezessete vezes 365 dias. É muito tempo, e ao menos tempo não é nada. O ano está quase no fim, e ainda parece que estou em 2009, parece que algo ainda não acordou dentro de mim. Até agora, foi um ano magnífico. Magnífico porque eu tive problemas que outras garotas de 17 anos nem sonhariam em passar, e isto o torna magnífico. Porque eu cresci, eu aprendi, eu cai e muito, e agora já sei me levantar. Mas isso não significa que eu sou melhor ou pior. Isto não significa que eu não vá cair. Outubro se vai, e terei que esperar até 2011 agora. Até eu tiver 18 anos. Será que eu mudarei muito? Será que eu ainda estarei aqui? Outubro. Acho um nome feio, eu tenho dificuldade para escrevê-lo, sempre tenho que ler uma ou duas vezes até acreditar que está certo. OUTUBRO. Não estou muito coerente hoje, eeer. Mas eu sei que o ano está no fim, é verdade. Depois de agosto o ano acaba. E eu nunca sei o que fazer no fim. Mas eu estou tão feliz hoje, não porque outubro está acabando, há algum tempo marcadores temporais não tem sentido para mim, mas tô feliz e a razão está no post abaixo. O que esperar de novembro,dezembro, o próximo ano? Não sei, e quer saber? Estou feliz de mais para me preocupar. Hoje é halloween, não tenho muito o que falar, nunca foi uma cultura do Brasil, mas eu acho uma cultura legal, sempre quis dizer 'gostosuras ou travessuras?' haha. Mas, nada além disso.&lt;br /&gt;GOSTOSURAS OU TRAVESSURAS?&lt;br /&gt;OCTOBER, has come and passed. Goodbye, then.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-4556883118586682641?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/4556883118586682641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/10/last-daygoodbye-october.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4556883118586682641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/4556883118586682641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/10/last-daygoodbye-october.html' title='Last day...goodbye october.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-1372559962391120327</id><published>2010-10-11T20:43:00.003-03:00</published><updated>2010-10-12T12:01:56.187-03:00</updated><title type='text'>you... again.</title><content type='html'>I was 10 years old when I saw you for the first time. And I remember everything about that afternoon, until your blue headband. Of course that I thought you ridiculous, but the way that you looked at me, made me feel stranger. And that’s all. I fell in love with you. I will be lying if I say that I remember all the moments that we spent together, because I don’t. I just know our first kiss, our first touch and of course our first pain. Now, I’m 17, and I’m trying to figure out what I feel about you. Because I’ve changed so much and I don’t like what I’ve become with you. For you. I used to be sweet, lovely, and a believer. I used to smile a lot, I used to have a lot of friends, and I used to love. Now, I think that everyone lies, that everyone will break my heart. I can’t believe even in my friends. I can’t smile like before, I can’t dream like before. I lost a lot of friends, and I almost can’t keep the friendships that I have. And all this just happened ‘cause you broke my heart, over and over again. I wonder if I really love you, or I just like you, like friends. Have you ever seen what you mean to me? I need to be sincere with you, even when I know that you won’t read this. I hate this fucking feeling that I have for you. I hate it so much, because I’ve changed and I don’t like what I am now and I can't return to who I was before. I’ve changed to be more like you; I’ve changed because I hoped that you could love me more. I’ve changed because you hurt me so much, that I don’t know if I can love again. I’ve become a despicable creature. I’ve become the kind of person that nobody loves.And I even know if you love me, or at the least, like me. I don’t know how to handle with this. I don’t know how to fight against this. Maybe I’m so sick, so masochist, so weak that I can’t fight or handle with this. You’ve become a pain, my pain, that I’ve been keep it like a good thing.  But it isn’t. Everything that I've done, I just did 'cause of you. I can’t have a date with another guys, because I want that every fucking guy be like you. And when they don’t like the same songs that you like, when they don’t do what you do, I just hate ‘em. Can you believe it? And all that I need, all that I must to say, is that I hate what you’ve become. Yeah, you’ve become another person; you aren’t that guy I met years ago. Now you are a fucking vegetarian, and a guy with a lot of tattoos. You have others friends and make seems that you just will be with me, if I become a fucking vegetarian and to be like your fucking friends. Well, I have one thing to say, I won’t. I don’t wanna be vegetarian or to be like your friends, I don’t wanna change me a little more. It’s enough. I’m done. And I just wanna be someone that I can be proud of.Why should I look for you. Why should I forgive you again? Why should I change for you, when you can't do the same? Look, I like you, but if you like me, you can’t tell me what I have to do or like.I've tried so hard keep us together.I've tried so hard to be that girl that you would love.I'm tired now. I'm tired of all this. And to be sincere, now after all this time, and all this words, yeah, I’m sure, I don’t love you. Maybe I like you a lot. I like you enough to be here, exactly here, where you left me. I’m here if you need me, like your friend of course.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;do you remember when we were just kids, and cardboard boxes took us miles from what we would miss. Schoolyard conversations taken to heart and laughter took the place of everything we knew we were not....is it over now hey, is it over now? i wanna be your last, first kiss that you'll ever have. Amazing how life turns out the way that it does, we end up hurting the ones, the only ones we really love&lt;/i&gt;. (Anberlin - inevitable)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ps:. How sincere can I be? Cause I just opened my heart here and I'm sure that someday I'll regret this.&lt;br /&gt;pps: I wrote this in english, and problably it all is wrong, so I'm sorry readers.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-1372559962391120327?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/1372559962391120327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/10/you-again.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1372559962391120327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/1372559962391120327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/10/you-again.html' title='you... again.'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-276226857293474688</id><published>2010-10-10T21:23:00.000-03:00</published><updated>2010-10-10T21:23:58.386-03:00</updated><title type='text'>Remember the time...</title><content type='html'>Hoje eu abri a minha caixa de recordações. O mais estranho é que eu me surpreendi com quantas coisas eu havia esquecido. A entrada de um teatro, um panfleto de um espetáculo, um sorriso do mcdonald's, um óculos de festa, bandeirolas da quadrilha, cumpom fiscais, ingressos de cinema, um saquinho, uns envelopes. E muitas coisas que eu não revelaria, nem mesmo aqui. Mas, o que de fato me deixou com aquele sorriso bobo de nostalgia, foram as cartas. Carta das minhas primas, cartas de amigas que guardo há muitos anos, cartas do ano passado. Eu fiquei sorrindo feito idiota com as cartas que troquei o ano passado com um certo alguém. Aquelas cartas em sala de aula, que me trouxe momentos que eu havia esquecido. Frases como ' amorl quando olhar para mim, sorria senti falta do seu sorriso', 'passei o final de semana louco, tava com saudades de você', 'a 'amorl' porque está assim?', nossas piadas internas, me lembraram que nem tudo foi desperdiçado. Frases que estavam em folhas de fichário, arrancadas, amassadas, marcadas, de tanto serem lidas e relidas, cartas que foram dobradas até ficarem bem pequenas só para poder passarem despercebido pelos professores. Tantos erros de português que só agora eu reparei. A começar pela forma como era dirigidas para mim 'amorl'. Mas eu me lembro de reparar todos os erros na época, mas eu não me importava. Eu gostei, de ter guardado-as, me trouxe um sorriso de volta. Até mesmo aquelas em que havia um certo ar de desespero de estar perdendo. Eu pude perceber que eu sei sim ser romântica quando quero. E que, eu gosto de me sentir 'gostando de alguém'. Fiquei com saudade desse sentimento. Mas, elas me lembraram que eu já magoei alguém também. Outras coisas que estavam na minha caixinha me fizeram bem, mas nem tanto quanto estas cartas. A não ser papéis com meus próprios pensamentos. Estes me revelaram que às vezes eu mesma me desconheço. Na minha caixinha, havia alguns objetos, alguns chaveiros, envolopes, guardanapos escritos, objetos estranhos... É, é bom ter uma caixinha que guarde coisas assim, a memória nem sempre faz jus.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;'do you remember when we fell in love, we were young and innocent then ... do you remember how it all began? It just seemed like heaven so why did it end?&lt;/i&gt;' &lt;i&gt;(Michael Jackson - remember the time)&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-276226857293474688?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/276226857293474688/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/10/remember-time.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/276226857293474688'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/276226857293474688'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/10/remember-time.html' title='Remember the time...'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-7133616251760744318</id><published>2010-09-25T20:24:00.000-03:00</published><updated>2010-09-25T20:24:59.479-03:00</updated><title type='text'>Darling</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:HyphenationZone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:PunctuationKerning/&gt;   &lt;w:ValidateAgainstSchemas/&gt;   &lt;w:SaveIfXMLInvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:IgnoreMixedContent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:Compatibility&gt;    &lt;w:BreakWrappedTables/&gt;    &lt;w:SnapToGridInCell/&gt;    &lt;w:WrapTextWithPunct/&gt;    &lt;w:UseAsianBreakRules/&gt;    &lt;w:DontGrowAutofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:BrowserLevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:LatentStyles DefLockedState="false" LatentStyleCount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt; /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;}&lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tema: confissão&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Gênero: Carta&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Goiânia, 28 de julho de 2009.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Meu querido,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Estás bem onde quer que estejas? Espero que sim, pois é o mínimo que tenho esperado. Escrevo-te uma confissão, que talvez de surpreenda, ou talvez não. Saiba que eu preferiria escrever coisas fúteis, falar sobre o quanto eu estou feliz, mas verias nas lacunas desta carta o quão falso seria. &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Confesso que fui eu quem te ligou várias vezes de madrugada e desliguei em seguida, apenas no desejo insano de ouvir sua voz. Confesso que fui eu quem tocou várias vezes sua campainha e não tive coragem de ficar, por isso, de longe olhei você abrindo a porta e não encontrando ninguém. Confesso que te escrevi várias cartas, sem nunca enviá-las.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;A maior das confissões, porém, é a que faço agora. Confesso que sempre te amei desde aquele dia em que o vi com uma roupa ridícula e como quem olhava sem olhar. Amei-te desde o primeiro sorriso, desde a primeira palavra e até mesmo a primeira dor. Confesso que nunca lhe disse isso, mas entendas se puder, eu nunca consegui. Confesso que amava quando me chamava de ‘minha querida’ &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Confesso que no dia em que me deixou, sofri demasiado. Por isso confesso, que todas aquelas palavras frias e duras, dizendo o quanto o desprezava, era apenas para esconder o meu sofrimento. Confesso que, no dia em que me pediu perdão, eu apenas disse não, querendo dizer sim. Demorei a te perdoar, porque eu nunca havia visto tanto arrependimento em seus olhos. E ah, meu querido, como eles estavam lindos! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Meu querido, entenda se puder, eu te amei como se não fosse capaz de amar mais ninguém. Eu te amei todos os dias, a cada encontro e desencontro. Eu te amei por tudo o que sempre foi e por ter sido o único capaz de me amar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Perdoe-me minhas falhas, os meus defeitos, e principalmente o meu desamor. Perdoe-me por nunca ter lhe falado, nem ao menos demonstrado. Perdoe-me se fui fria, se não o amei como desejou. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Agora meu querido, eu confesso que fui eu a única que te amou tão miseravelmente. Confesso que desde que partiu, tenho vivido me arrependendo por nunca ter lhe confessado tudo isso. Confesso que até sei viver sem você, mas meu querido é só que eu não quero.&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;E como uma última confissão, quero confessar que sempre te amei, e continuarei te amando por toda a eternidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;De sua eterna, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Querida&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="MsoNormal" style="text-align: right;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;ps: é só que eu adoro esta redação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-7133616251760744318?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/7133616251760744318/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/09/darling.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7133616251760744318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7133616251760744318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/09/darling.html' title='Darling'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-2837666983694617235</id><published>2010-09-18T17:25:00.001-03:00</published><updated>2010-09-18T17:46:35.374-03:00</updated><title type='text'>I miss...</title><content type='html'>É, eu tô com vontade de escrever hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sinto falta, de 7 anos atrás quando eu mudei para onde moro, até hoje. Eu sinto falta disso porque, aqui conheci pessoas incríveis, e nos primeiros anos, vivi momentos fantásticos. Eu sinto falta, do dia em que meu amigo segurou a minha mão e me ensinou a andar de patins. Eu sinto falta, de um dia, em que eu e mais dois amigos saímos correndo pelo condomínio, eu não me lembro o motivo, mas estávamos com os chinelos nas mãos, e depois nós acabamos caindo na grama. Eu sinto falta quando eu estava lá em baixo e ganhei chocolate, hm, tava tão bom. Eu sinto falta do dia em que eu e mais 5 pessoas deitamos no chão e meu amigo pulou todas nós de patins. Bem, eu ouvi uma enorme bronca da minha mãe e da mãe dele, mas foi legal. Eu sinto falta, das redes, eram momentos bem legais. Eu sinto falta do Meta, lá eu vivi uns dos melhores anos da minha vida. Eu sinto falta de como os professores me tratavam de uma forma mais que especial. Eu sinto falta do Aurélio e seus comentários hilários sobre Desesperate Housewives e sobre as pessoas. Eu sinto falta da Nara, ela sempre me elogiava muito, mas ela é um ser humano fantástico. Eu sinto falta do 'titi Fael' ele era bem hilário. Eu tenho saudade da Viviane, ninguém gostava dela, eu a adorava. Eu sinto falta do Beny também, ele me tratava como uma filha. Eu sinto falta dos meus amigos de lá. Das aulas de dança, das festas, das feiras culturais, dos trabalhos, de como eu costumava conhecer todo mundo por lá. O Meta era como uma casa. Eu sinto falta das viagens que fiz com a M, das noites em que dormi na casa dela, das festas, eu era sempre a primeira a chegar e a última à sair. Eu sinto falta daquela nossa guerra de água, foi pateticamente infantil, but who cares? Eu sinto falta de alguns momentos na infância, das viagens em que íamos eu, meus pais e minha irmã para Caldas, éramos só nós 4. Eu sinto falta dos domingos na casa da minha avó, sério eu era bem novinha, mas sinto. Eu sinto falta das viagens que fazia pra Rialma, de quando dormia no apartamento das minhas primas, e de quando eu implicava uma delas, dizendo que não gostava dela. Eu sinto falta de quando dormia na casa da minha gêmea, nós tomávamos leite gelado com muito toddy, contávamos carneirinhos e ficávamos acordadadas até de madrugada. Eu sinto falta de quando eu e minha irmã nos chamávamos de 'maninha'. Eu sinto falta do ano passado, ele foi incrível. Sinto falta das idas ao shopping com a Y e a R quase todos os finais de semana, sinto falta das aulas em que sentávamos no fundo e conversávamos, sinto falta das férias de julho, que foram as melhores, nós virámos a noite acordadas e passávamos os dias dormindo. Sinto falta do Matt. Sinto falta de vários amigos que não tenho contato frequentemente. Sinto falta de quando eu era pequena e ia ao mutirama com minhas primas. Sinto falta do ITA, que ridículo -rs. Sinto falta do frio, da chuva, sinto falta de quando estava apaixonada. Sinto falta das conversas com a melhor, das nossas bobagens e convidências. Sinto falta de poetas mortos, rs. Sinto falta de alguns filmes que não encontro mais. Sinto falta dos desenhos que assistia, eram tão melhores. Sinto falta das pré- estreias de HP, sinto mesmo. Sinto falta de quando morava em casa, eu tinha meu próprio mundo. Sinto falta de quando morava de frente para a escola, era tão mais fácil. Sinto falta de algumas palavras, de algumas pessoas que já nem tenho mais contato. Tenho saudade de quando ia na minha pediatra e ela sempre brigava comigo porque eu estava com anemia. Sinto falta de implicar com os professores. Sinto falta de quando eu não tinha nada para fazer nem nada para me preocupar. Eu sinto muita falta da minha infância. Eu sinto falta das minhas cicatrizes, não da dor e das agulhas, mas era engraçado quando olhavam para mim com aquele olhar ' de novo?'. Eu sinto falta do natal em que meu tio se vestiu de papai noel e nos deu presentes. Eu sinto falta dos presentes que ganhei. Eu sinto falta de quando meu pai dizia que eu seria jornalista e imitava um microfone dizendo 'Paula Lemes, de Londres para o Jornal Nacional' . Eu sinto falta de quando meu pai me ensinava as lições de casa. Eu sinto falta das minhas apresentações. Eu sinto falta da minha formatura da quarta série. Eu sinto falta de uns dias, de alguns momentos. Eu sinto falta de alguns abraços. Eu sinto falta de ir à Pigally, e depois ir à Celg de Rialma. Eu sinto falta de domingos na casa da tia Lia e de todos os meus tios e primos lá. Eu sinto falta de quando eu dormia na casa da minha Tia E. e a gente via muitos filmes, comíamos besteiras, eu sinto falta de poder passar mais tempo com ela e a little L. Eu sinto falta das cartas trocadas, das cartas da a quinta série, eu sinto falta de tudo que está na minha caixinha de recordações.&lt;br /&gt;É eu sinto falta de muita coisa...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-2837666983694617235?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/2837666983694617235/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/09/i-miss.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2837666983694617235'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/2837666983694617235'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/09/i-miss.html' title='I miss...'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5677091647065725404.post-7230755919325332138</id><published>2010-09-18T16:04:00.003-03:00</published><updated>2010-09-18T17:06:56.826-03:00</updated><title type='text'>Who am I?</title><content type='html'>Estava conversando com uma pessoa, e ela me fez uma pergunta curiosa:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- &lt;/i&gt;&lt;i&gt;he*: Who are you?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Paulinha: Paula. I'm 17 years old. I'm student. You know it!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- he*: No, I didn't mean it! I mean, who &lt;b&gt;are&lt;/b&gt; you?&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Só depois entendi a pergunta, e me vi obrigada a pensar na resposta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou muito insegura. Costumo demonstrar uma seguraça invejável, um certeza em tudo, às vezes até seja verdade, mas na grande maioria não é. Eu costumo ser insegura com qualquer coisa.&lt;br /&gt;Eu sou ciumenta. Mas, não o tipo de ciúme comum, banal. Eu costumo ter ciúme das mais estranhas coisas. Eu tenho ciúmes dos meus livros, do meu super-copo-roxo, da minha cama, dos meus estranhos objetos. Eu tenho ciúme dos meus gostos - músicas, livros, séries, bandas, cores - que se banalizam, odeio, odeio, quando só eu gostava daquilo e de repente vira moda. Eu sou muito crítica. Talvez esse seja um dos piores defeitos, é além do mais é uma mania. Talvez algumas pessoas se sintam até mesmo intimidadas de conversarem comigo, pois é, eu adoro criticar. Mas, não sou do tipo que critíca tudo e critíca só por criticar, sem buscar uma ação.&amp;nbsp; Mas, criticar é diferente de julgar, e bem, eu não gosto de julgar ninguém. Eu sou inconstante.-&amp;nbsp;&lt;strike&gt; isso é verdadeiramente um defeito?&lt;/strike&gt; Eu mudo muito, seja de ideia, de opinião, de humor. O fato de eu ser inconstante, não significa que eu tenha várias personalidades. Eu mudo de opinião quando me convém, quando alguém me apresenta argumentos e consegue me convencer. Mas, acredito que todos tem uma essência, bem, é isso não muda facilmente. Eu me canso facilmente. -&lt;strike&gt; não sei se isso também é defeito&lt;/strike&gt;. Eu não gosto muito de coisas repetitivas. Eu me canso fácil de várias coisas, eu me canso até mesmo de pessoas.&amp;nbsp; Eu sou estranha. Porque todos os defeitos acima me tornam estranha. Eu gosto de coisas novas, mas tem vezes que prefiro o obsoleto. Sou estranha, porque justifiquei todos os meus defeitos, e só agora percebi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu sou confiável. E muito. Se você tem um segredo, pode ter certeza, eu o guardarei como se fosse meu. Aliás, eu vivo me escondendo por trás de meus próprios segredos. Eu sou uma ótima ouvinte. É, eu adoro escutar as pessoas que são próximas à mim. Adoro saber como foi o dia de alguém especial, o que fez, ou o que deixou de fazer. Eu gosto de saber como as pessoas se sentem. Eu sou amiga. Eu dificilmente faço muitas amizades, mas uma vez que as faço,&amp;nbsp; tento preservá-las ao máximo. Eu adoro os meus amigos, e se pudesse queria estar sempre junto. Eu adoro ficar sozinha, não o tempo todo. Mas, sempre preciso de um tempo que seja só meu. Eu sou um tanto quanto nostálgica, sou do tipo que guarda um guardanapo só porque fez parte de um momento especial. Eu amo escrever, é o tipo de coisa que gosto de fazer simplesmente porque me faz bem. Eu sou a mais desastrada das criaturas, hoje mesmo fechei a porta do carro no meu dedo, e ele está roxo e doendo enquanto digito isto. Eu até ganhei um emoticon especial no msn, é bem a minha cara. E uma menina na esteira, caindo. Eu adoro quem me faz rir, adoro mesmo. Meus amigos são todos pessoas que me fazem rir muito. E quando &lt;i&gt;I fell in love&lt;/i&gt;, foi por uma pessoa que me divertia muito. Bem, falando de coisas que me divertem, eu adoro coisas idiotas. Muito idiotas na verdade. Costumo ver humor onde não tem. Adoro coisas inteligentes. Adoro rir, na verdade. Mas, sou muito sentimental também. Se uma amiga minha chora, bem, eu me vejo chorando junta. Eu amo minhas cicatrizes, e olha que eu tenho muitas, são tantas que algumas nem me lembro. Pois é, elas quase sempre apareceram por algum fato cômico, então decididamente eu gosto delas. Eu sou uma pessoa maníaca, acredite nisso. Eu tenho mania de fazer listas, mania de comer o dedo - não a unha, mas o dedo mesmo.- e a boca também, adoro morder minha boca, haha. Eu tenho mania de pensar muito. Eu espero de mais das pessoas, o que quase sempre me leva à decepção. Eu sou muito impaciente, odeio que me façam esperar, odeio ficar parada no trânsito, odeio filas. Eu amo escutar músicas, assistir filmes e seriados, e ler. Ah, eu amo ler. Eu sou muuuuito irônica, sacárstica e nem sempre penso pra falar. Eu adoro implicar e brincar com as pessoas, é meu jeito. Se eu implico, geralmente é porque eu gosto. Eu sou pateticamente responsável, o que muitas vezes me impede de fazer coisas legais. Mas, o lado bom é que eu adoro ir contra eu mesma, então eu vivo fazendo loucuras.Eu admiro muitas pessoas, admiro tanto que às vezes as tenho como exemplos. Eu desprezo muita coisa no mundo.&lt;br /&gt;Bem, em resumo, acho que é isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;'&lt;i&gt;O que obviamente não presta sempre me interessou muito. Gosto de um modo  carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta  um pequeno vôo e cai sem graça no chão.&lt;/i&gt; ' (Clarice Lispector)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5677091647065725404-7230755919325332138?l=paul-inha.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://paul-inha.blogspot.com/feeds/7230755919325332138/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/09/who-am-i.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7230755919325332138'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5677091647065725404/posts/default/7230755919325332138'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://paul-inha.blogspot.com/2010/09/who-am-i.html' title='Who am I?'/><author><name>Paula</name><uri>http://www.blogger.com/profile/11293527340460922264</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://2.bp.blogspot.com/-3otjoe00Y68/TsrW-EPxODI/AAAAAAAAAIw/V8_ow2-IgQg/s220/MTLINDA.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
