E então eu o vi, não conseguia acreditar, mas era ele. Sem dúvidas, era ele. Ele estava vindo em minha direção, e eu estava com a cabeça levantada, fingindo não olhá-lo, e quando ele estava perto o suficiente, eu abaxei a cabeça e então ele passou, se foi. Não me chamou ou me disse 'oi'. Pudera, eu nunca fiz o mesmo, ele nem ao menos sabia meu nome, ou quem eu era. Amanhã eu falo com ele, amanhã, hoje não. Eu me convenci disso, e era assim todos os dias.
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