O que eu quero, eu não sei o que é. O que sonho, parece impossível mais sei que não é. O que desejo é inconstante, mais às vezes são os mesmos desejos camuflados de uma forma diferente. A rotina me odeia, o tempo não me espera, música me traduz tanto quanto me satisfaz. Amigos são minha essência, família minha sustentação. Palavras são contudentes, tanto quanto convenientes. Amor é necessário, quando se é forte o bastante pra gostar de dor. Como boa masoquista que sou, sou uma romântica incurável. E aqui findo, o texto incompreensível.
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